O Dia Mundial do Meio Ambiente acontece sempre no dia 5 de junho, mas a Unigranrio Macaé deseja prolongar esta data através da 2ª Semana de Meio Ambiente, que ocorrerá no campus dessa universidade, na Av. Nossa Senhora da Glória, 845, bairro Praia Campista, de 9 a 11 deste mês. Essa promoção visa a debater os mais importantes aspectos ambientais de nosso país, onde a presença de especialistas em meio ambiente ajudará a esclarecer questões importantes que devem constar do curso de graduação tecnológica Gestão Ambiental. Os recursos naturais estão acabando, fruto de vários tipos de devastação, sempre provocados pela ação humana. Entrada franca.
Portaria publicada na edição de hoje, 24, do Diário Oficial da União institui o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente. O exame, que será realizado pelo Inep - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – avaliará conhecimentos, competências e habilidades de profissionais que tenham concluído ou estejam concluindo cursos de formação inicial para a docência e que desejam ingressar na carreira do magistério. A primeira edição do exame, que é anual, se realizará em 2011.
O Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente deverá subsidiar a contratação de docentes para a educação básica pelos governos estaduais e municipais. As secretarias de educação interessadas em utilizar os resultados do Exame definirão a forma de utilização desses resultados para fins de contratação de docentes.
A participação no Exame é de caráter voluntário, mediante inscrição e conferirá ao candidato um boletim de resultados, cujos dados somente poderão ser utilizados mediante autorização expressa do candidato.
O Exame servirá, ainda, para oferecer diagnóstico dos conhecimentos, competências e habilidades dos futuros professores para subsidiar as políticas públicas de formação continuada bem como para construir um indicador qualitativo que possa ser incorporado à avaliação de políticas públicas de formação inicial de docentes.
Seleção (que não a Natural) e Empregabilidade em Ciências Biológicas…
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Não é de hoje que nossos aluinos e egressos vem demonstrando robustez e eficiência em processo seletivos de estágio e empregos. Haja vista, os diferentes alunos nas diferentes Instituições de renome nacional e internacional, tais como: Museu Nacional (UFRJ), FIOCRUZ, Jardim Zoológico, UFRJ, etc. Em nosso cenário interno não édiferente. Vejam o resuoltado obtido recente mente:
Proceso Seletivo para os Laboratório Multidisciplinares - Unigranrio (Sob responsabilidade do DRH e LabMult.):
Números importantes:
- De 50 currículos recebidos até o dia do processo + 30 currículos após a realização do processo (estão arquivados para uma próxima oportunidade);
- 2 processos seletivos realizados;
- 15 candidatos foram convocados para o processo;
- 09 compareceram ao processo;
- 03 candidatos foram encaminhados para uma segunda etapa com o gestor do LabMulti.;
Candidato aprovado: Alan Silva de Araújo – está no 4° período de C. Biológicas
Informamos também a recente contratação de Enéas Ferreira de Sá Silva, que já foi estagiário dos laboratórios por 2 anos e agora está efetivo no Campus Lapa. Enéas cursa C. Biológicas e está no 5° Período.
Parabéns aos alunos pelos resultados alçcançados.
Burity
Clique no cartaz para melhor visualização da programação
Dando continuidade ao nosso calendário de eventos, ofertamos mais um Fórum de Botânica. Participem!
Inscrições: https://sga.unigranrio.edu.br/sga/Principal?alias=inscricao_on_line_evento
A população da Terra passou de 1,6 bilhões para 6,7 bilhões de habitantes. Um número inacreditável para Thomas Malthus, um famoso economista britânico, cuja teoria simplificada dizia que uma população crescia mais rápido que a produção de recursos. O principal recurso necessário para crescimento de uma população é o alimento. O aumento na produção de alimentos só foi possível, contrariando a teoria de Malthus por meio da inovação tecnológica. Essa inovação tecnológica ocorreu num processo chamado de Revolução Verde. Uma das principais conquistas tecnológicas do homem neste processo foi o domínio das técnicas de fertilização do solo. O principal nutriente para as plantas é o nitrogênio. Esse elemento tão comum na atmosfera da terra na forma de gás nitrogênio N2 não pode ser aproveitado pelas plantas. Isso porque as plantas só conseguem absorver o nitrogênio na sua forma orgânica NOx. Nem sempre o nitrogênio orgânico é abundante no solo, e sucessivas safras podem acabar por exaurir sua disponibilidade no solo. A grande inovação nessa área foi à descoberta do químico alemão Fritz Haber (Premio Nobel de 1918). Ele descobriu como transformar o N2 abundante na atmosfera em nitrogênio orgânico, na forma de amônia - principal ingrediente dos fertilizantes sintéticos.
A Terra parecia não estar preparada para tal aumento na população humana. Além das consequências sociais e ambientais causadas pelo próprio aumento da população, o uso do nitrogênio como fertilizante de maneira desordenada também trouxe grandes e graves consequências para o ambiente. Numa época em que se fala muito sobre o CO2 e aquecimento global, o nitrogênio ficou em segundo plano. A primeira consequência da contaminação dos corpos d’água é a eutrofização ou floração de algas nocivas. O problema do uso exagerado de fertilizantes tende a se agravar com o surgimento de novas economias. No passado ele estava restrito a América do Norte e a Europa. Agora, América do Sul, China, Índia e alguns países da África já sofrem as consequências do uso exagerado de fertilizantes. Os fertilizantes não são o problema, mas sim a forma como estão sendo utilizados. Em muitos casos os agricultores utilizam esses fertilizantes em excesso, o que aumenta o custo de produção e também acaba por prejudicar o meio ambiente, sem que isso acarrete um aumento na produção da lavoura. Muitas vezes os fertilizantes são disponibilizados no solo na época das chuvas, então grande parte acaba por ser lixiviado para rios e lagos. Em algumas culturas até 50% do nitrogênio aplicado no solo é imediatamente perdido para os corpos d’água e atmosfera, contribuindo em alguns casos para a formação das chamadas Zonas Mortas. Em outros casos o agricultor acaba por fertilizar toda a área de plantio, quando na realidade apenas uma parte dela precisava ser fertilizada.
Atualmente as atividades humanas respondem por emissões de compostos nitrogenados da ordem de 181 milhões de toneladas/ano, mais que o dobro das fontes naturais como atividade de bactérias no solo, raios e vulcões com cerca de 90 milhões de toneladas ano. O nitrogênio na forma de NO (oxido nitroso) é um dos principais gases do efeito estufa. Se comparado com o CO2 uma única molécula de N2O tem aproximadamente 300 vezes mais potencial para aquecimento. Entretanto a resposta para esse problema não é tão simples, porque o N2O também pode reagir com outras substâncias na atmosfera, formando aerossóis que refletem a radiação incidente, diminuindo a temperatura. Além disso, os aerossóis formados podem fertilizar florestas pobres em nitrogênio, fazendo com que estas cresçam mais e consequentemente absorvam mais CO2.
Novas tecnologias podem ajudar os agricultores no manejo correto de fertilizantes. Colheitadeiras integradas ao GPS (Global Positioning System) podem indicar ao agricultor onde o solo carece de nutriente. Os alimentos orgânicos também são uma opção por utilizarem adubo orgânico. Além disso, bactérias endofíticas que colonizam os tecidos vegetais e são capazes de disponibilizar o nitrogênio da atmosfera para a planta podem ser uma alternativa ao uso de fertilizantes.
Mas a humanidade ainda dependerá dos fertilizantes sintéticos para garantir a produção de alimentos para uma população que não para de crescer. A melhor utilização desse recurso poderá garantir a sustentabilidade da produção de alimento sem comprometer o meio ambiente.
Fonte: Scientific American Brasil, Março de 2010.
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Por M.Sc. Wellington Matos e M.Sc. Clicia Grativol (UFRJ)
Em tempos de muita chuva no RJ… Vamos falar sobre “Pegada Hidrológica”
Conservação & Ambiente 1 Comentário »Image: Water Footprint Network
Em analogia a pegada ecológica, surgiu em 2002 a expressão - PEGADA HIDROLÓGICA, pelo holandês Hoekstra, A.Y. (UNESCO-IHE Institute for Water Education P.O. Box 3015, 2601 DA Delft, the Netherlands - www.waterfootprint.org/Reports/Report12.pdf. ). Esta se destina a indicar quanto se compromete do recurso hídrico direta e indiretamente, em determinados processos pessoais, comerciais e industriais. Este último, bem marcado pela recém criada e agora divulgada campanha intitulada CYAN (Segundo a campanha: A palavra “cyan” tem origem etimológica no grego “kyanos”, segundo a enciclopédia Britannica. E foi exatamente a cor azul-esverdeada a solução encontrada na Grécia Antiga para representar a água.) da AMBEV. Tal campanha visa adotar bacias hidrográficas, entre outras ações, com fins de manter e preservar tais mananciais, bem como seu uso responsável e fomentar o reuso da água no ambiente industrial. A campanha CYAN ganhou espaço em meios de comunicação tais como a revista Veja (Abril, 31 de março), Caderno Razão Social (O Globo, 06 de abril, nº92) e sai com a chancela da WWF – Brasil, junto ao Programa Conservação e Gestão da Água Doce e parcerias com ONG´s como Water Footprint Network (WFN) e a USP - São Carlos, através de Eduardo Mario Mendiondo, que coordena o curso de Engenharia Ambiental. Outras ONG/Empresas vêm adotando conceito e se associando a ONG - WFN, tais como a WWF, Coca-Cola, C&A, Fibria Celulose, Ecossistemas-SP.
Na linha da Pegada Hidrológica, algumas curiosidades ou pegadas, já são divulgadas e comentadas, tais como: 35 litros para um copo de café; 1.000 litros para 1 litro de leite; 16.000 litros para 1 kg de carne, e para desespero dos cariocas, quase 4 litros por litro de cerveja!!!
Vale também a consulta ao site da ONG – WFN (em inglês) com vistas a fazer uso do utilitário para se simular a sua pegada hidrológica:
http://www.waterfootprint.org/?page=cal/WaterFootprintCalculator
No tocante a responsabilidade sócio-ambiental faz jus tais campanhas e expressões, uma vez que tal recurso não é pra sempre, mas me preocupa se daqui a pouco alguns começarem a propor a ingestão de alimentos liofilizados, com vistas a diminuir o uso de água no processo industrial e se os usuários de tal recurso não renovável terão algum incentivo fiscal para tal, mascarando a responsabilidade sócio-ambiental…
“Diante do custo para acesso ao recurso natural, mesmo pequeno se comparado ao faturamento com a conta de água de milhões de habitantes, investir para reduzir consumo e desperdício passou a ser sinônimo de lucratividade”
Fonte Valor Econômico, citado em http://www.ana.gov.br/produagua/.
Material de Consulta
http://www.waterfootprint.org/?page=files/home
2008 - Hoekstra, A.Y. and Chapagain, A.K. (2008) Globalization of water: Sharing the planet’s freshwater resources, Blackwell Publishing, Oxford, UK. http://www.waterfootprint.org/?page=files/GlobWat_page
2009 - Hoekstra, A.Y., Chapagain, A.K., Aldaya, M.M. and Mekonnen, M.M. (2009) Water footprint manual: State of the art 2009, Water Footprint Network, Enschede, the Netherlands. http://www.waterfootprint.org/downloads/WaterFootprintManual2009.pdf
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE
DECRETOS DE 31 DE MARÇO DE 2010
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição
que lhe confere o art. 84, inciso I, da Constituição, resolve
E X O N E R A R
CARLOS MINC BAUMFELD do cargo de Ministro de Estado do
Meio Ambiente.
Brasília, 31 de março de 2010; 189o da Independência e 122o
da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição
que lhe confere o art. 84, inciso I, da Constituição, resolve
N O M E A R
IZABELLA MÔNICA VIEIRA TEIXEIRA, para exercer o cargo de
Ministro de Estado do Meio Ambiente, ficando exonerada do que
atualmente ocupa.
Brasília, 31 de março de 2010; 189o da Independência e 122o
da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto
E assim começamos com nova Ministra no MMA – A Doutoranda da UFRJ IZABELLA MÔNICA VIEIRA TEIXEIRA:
Possui graduação em Bacharelado Em Ciências Biológicas pela Universidade de Brasília (1983) , graduação em Licenciatura Em Ciências Biológicas pela Universidade de Brasília (1988) , especialização em Elaboração Análise e Gerenciamento de Projetos de pela Escola Brasileira de Administração Pública do Distrito Federal (1989) e mestrado em Planejamento Energético pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1998) . Atualmente é Analista Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis e Pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atuando principalmente nos seguintes temas: Avaliação Ambiental Estratégica, Exploração e Produção de Petróleo, Gás Natural, Planejamento.
Outras Informações: Funcionária de Carreira do IBAMA Diretora, substituta, de Controle e Fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA (1991-1992) Chefe do Departamento de Qualidade Ambiental do IBAMA (1991-1992) Assessora da Diretoria de Controle e Fiscalização do IBAMA (1989-1991) Coordenadora do Componente Proteção de Ecossistemas do Programa Nacional de Meio Ambiente - PNMA - Banco Mundial/IBAMA (1990-1992). Coordenadora do Projeto Mata Atlântica do Programa Nacional de Meio Ambiente - PNMA - Banco Mundial/IBAMA (1990-1992) Assessora Técnica do Departamento de Fiscalização do IBAMA (1989-1990). Coordenadora do Componente “Fiscalização” do Projeto Meio Ambiente e Comunidades Indígenas - PMACI-BID/IBAMA (1989-1990) Coordenadora no IBAMA do Componente “Ecossistemas” do Programa POLONOROESTE - Banco Mundial/IBAMA (1989-1990) Coordenadora de Cooperação Técnica Bilateral no Ministério da Habitação, Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (1986-1989) Subchefe de Gabinete da Secretaria Geral do Ministério do Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (1985-1986) Assessora Técnica da Secretaria Administrativa do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA/SEMA (1984-1985).
Maiores detalhes no Lattes da Ministra: http://lattes.cnpq.br/5315698807460369
Desejamos Boa Sorte a Ministra…
Outras informações:
http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=ascom.noticiaMMA&idEstrutura=8&codigo=5704
De hirsutos a glabros – A origem do macaco nu; a luz da morfofisiologia do tegumento
Ensino e Pesquisa Sem comentários »Se possuir pêlos é característica definidora de Classe, a dos mamíferos, você já se perguntou sobre a sua importância?; e a sua função?; indo além, a sua ausência?
É sabido que os mamíferos usam os pelos para se camuflar (ex.: onça, na mata), proteger (ex.: urso polar, do frio) e até se expressar quando eriçam demonstrando atitude ameaçadora ou de medo. E nós macacos nus como nós viramos?
Você já se pegou perguntando como perdemos os pêlos no corpo? Como nos adaptamos funcionalmente a isso?
Vamos recorrer a Evolução e a morfofisiologia, a luz do que se sabe hoje para dar algumas destas repostas.
Sabe-se que os Australopithecus (3,6 milhões de anos atrás) viviam em mata fechada com abundância de recursos alimentares, estes eram adaptados à vida semi-arborícola, onde éramos peludos e com pele clara. No entanto, o Homo ergaster (1,6 milhões de anos atrás), em decorrência das mudanças no planeta, àquela época, viu seu habitat mudar para savanas, onde este prescindiu de postura bípede, visão estereoscópica privilegiada, maior capacidade craniana e um caçador, já mostrando de perda de pelos corporais. Como esta mudança foi possível…
A resposta está no tegumento – a pele, órgão fundamental a termo regulação. Somente estando apto a termoregular a exposição ao sol e a produção de calor, durante as atividades físicas, tais como as caçadas, o homem conseguiu sucesso evolutivo em sua linhagem.
Ao compararmos a pele de um mamífero peludo com a de um homem moderno, verificamos os seguintes aspectos: tufos de pelos e suor mais oleoso nos primeiros, em detrimento de poucos pelos e suor menos gorduroso nos humanos. A pele de mamífero é rica em três tipos de glândulas: écrinas, apócrinos e holócrinas (sebáceas). A primeira é muito prevalente em humanos, respondendo por um suor menos gorduroso e facilitando assim que o biofilme de suor formado na pele evapore facialmente resfriando o homem. Contudo, em animais, o aumento de hastes de pelo, aumentam, por conseguinte as glândulas holócrinas, que geram um suor mais oleoso, que se emaranha, dificultando a evaporação.
Outro aspecto interessante trata-se da pigmentação. Se os chimpanzés são tão parecidos genéticamente conosco, o que difere para que estes tenham corpo peludo e pele rosa, se os humanos no berço da civilização são nus e de pele negra! Outra adaptação, pois a pigmentação se tornou necessária com vistas a grande exposição ao sol, sendo necessária a proteção do núcleo das células contra a exposição a radiação solar, na região equatorial. Já é sabido que da pequena diferença genética que temos com os chimpanzés, parte desta é expressa nas proteínas geneticamente codificadas na pele.
Com isso, pode-se dizer que tais adaptações morfofofuncionais foram cruciais a Evolução humana.
Para ler mais sobre, eu recomendo:
Scientific American, Ano 8, n. 94;
Skin: A natural history. Nina G. Jablonsky. Univ. of California Press, 2006.
O CRBio em nota enviada a esta Coordenação conclama para a manifestação, pacífica e pertinente, contra o Projeto de Lei a cerca do “ATO MÉDICO”:
“Dia 09 de março (terça-feira), seguindo agenda nacional, às 17 h, haverá um ato público na Cinelândia, no Centro do Rio de Janeiro, em repúdio ao Projeto de Lei do Ato Médico, que está em vias de ser aprovado no Senado. Conselhos da área da Saúde (Biologia, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Nutrição, Psicologia), bem como os Sindicatos, Associações e estudantes dessas categorias, estarão se unindo contra o Ato Médico.
Os Conselhos e o Movimento Sindical se posicionam contrários ao texto do PL 7703/06 aprovado recentemente. O PL, ao delegar ao médico funções que hoje são exercidas por outros profissionais preparados em suas respectivas áreas, nega a abordagem holística do paciente enquanto ser humano integral.
É um retrocesso na atenção primária, no âmbito da promoção e da proteção à saúde, que exigem a atuação multiprofissional. Submete toda a conduta terapêutica à visão de um único profissional, aumenta os custos do tratamento e pode provocar descontinuidade ou atrasos no início da terapia, com sérios prejuízos para a população. O SUS sofrerá enorme impacto, ao centralizar as ações de saúde somente na doença.
Neste sentido, os conselhos e entidades de classe entendem que o atual texto do PL 7703/2006 afronta não somente as profissões não médicas da saúde, mas também a saúde como um todo, a educação e o desenvolvimento social e econômico do nosso país, posto que, por exemplo, o Sistema Único de Saúde, a partir dos seus princípios de integralidade, acessibilidade e universalidade não seriam atendidos em sua plenitude pelo referido projeto de lei, uma vez que o mesmo centraliza praticamente todo o acesso à saúde por parte da população brasileira ao profissional médico.
A MANISFETAÇÃO visa justamente chamar a atenção da sociedade para as consequências negativas para as profissões da área da saúde e para a população, que é usuária de hospitais, clínicas e planos de saúde.
Na manifestação, os presentes promoverão um “apitaço” contra o PL do Ato Médico, uma distribuição panfletos e outras ações para conscientizar a população dos riscos que o projeto traz não só para as profissões de Saúde, mas para toda a sociedade”.
Ato Público contra o Ato Médico
Dia: 09 de março de 2010 (terça-feira)
Local: Praça Mahatma Ghandi (Cinelândia) Rio de Janeiro
Horários: a partir das 17h
Em Paralelo a manisfetação estaremos promovendo duas palestras com o objetivo de esclarecimentos sobre o PL.
Palestra 1
Saúde Ambiental - Dra Lygia Sanchez (Conselheira CRBio-02)
14 ás 15h
Palestra 2
Ato Médico - Dr. Newton Dias Lourenço (Conselheiro CRBio-02)
- Profissional Biólogo na área da Saúde ( Perspectivas, Atuação e Especialização)
15h30min às 16h
As inscrições serão feitas pelo telefone (21) 2142-5707 com a Sra. Wanessa Gama, o custo será uma lata de leite em pó (para doação a obras de caridade).
Obs: Será entregue declaração com carga horária.
Wanessa Gama
Assessora de Eventos
Conselho Regional de Biologia 2º Região RJ/ES
eventos@crbio-02.gov.br
(21) 2142-5707 / 2142-5700








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