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Ciência Itinerante - Arremata Edital FAPERJ…

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Vamos comemorar e parabenizar o grupo envolvido no Projeto Ciência Itinerante, que arrematou mais uma vitória, agora o Edital FAPERJ de Difusão e Popularização da Ciência e Tecnologia no Estado do Rio de Janeiro – 2010. Neste Edital, forram liberados R$50.000,00 que serão distribuidos nos Sub-Projetos em questão! Parabéns à todos por mais esta conquista…

Apoio a Projetos de Extensão e Pesquisa – EXTPESQ – 2010

Ciência Itinerante: a vivência da extensão e da educação gerando dados à pesquisa científica.

Prof. Dr. João Rodrigues Miguel (Coordenador do Projeto)


EQUIPE


Sub-Projeto 1 - Ciência Itinerante

Prof. Dr. João Rodrigues Miguel, B.Sc. Jaqueline Rose Alves de Oliveira

e B.Sc. Leandro Duarte da Silva

Sub-Projeto 2 - Herbário Didático da Unigranrio

Dr. João Rodrigues Miguel e M.Sc. Carlos Eduardo Jascone

Sub-Projeto 3 - Bionatrilha

M.Sc. Wellington R de Matos, M.Sc. Maria Luiza Ribeiro e M.Sc. Ricardo Vasquez

Sub-Projeto 4 – Biólogos em Ação

Dr. Carlos Henrique de Freitas Burity e B.Sc. Leandro Duarte da Cruz

Sub-Projeto 5 – Promovendo a Saúde, Educação e Meio Ambiente - PROSEMA

Dr. Sergian Vianna Cardozo e M.Sc. Roberta Rego.


Bactérias associadas às raízes de plantas podem remover óleo de derramamentos

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Por Débora Motta - Boletim FAPERJ

Divulgação

O projeto comprovou que bactérias associadas às raízes das
plantas podem ajudar a recuperar áreas poluídas com óleo

Um dos maiores vazamentos de óleo da história, que ocorreu recentemente no Golfo do México, no poço danificado da petrolífera britânica British Petroleum (BP), deixou no mar um desastroso legado de 4,9 milhões de barris, segundo dados do governo americano. Frente ao desafio de despoluir o meio ambiente em situações extremas como essa, uma alternativa natural aponta para o que pode vir a ser um aliado na limpeza de mares e vegetações costeiras. Um trabalho realizado no Laboratório de Microbiologia Marinha da Universidade Federal Fluminense (UFF), sob orientação da pesquisadora Mirian Crapez, com participação da graduanda Luciana Chequer, bolsista de Iniciação Científica da FAPERJ, avaliou a possibilidade de recuperar áreas de manguezais poluídas com óleo, utilizando a capacidade biodegradante de bactérias que vivem associadas, em simbiose, às raízes de plantas.

Trocando em miúdos, essas bactérias são capazes de “comer” o petróleo, transformando as moléculas de hidrocarboneto em outras bem mais simples e menos tóxicas ao meio ambiente (álcoois, ácidos, dióxido de carbono e água) e aproveitando-as em seu metabolismo como fonte de energia vital. “A utilização de micro-organismos associados às raízes de vegetais para ajudar a recuperar ambientes impactados por petróleo é conhecida como fitobiorremediação”, explica Luciana. Essa técnica ainda é pouco estudada no Brasil.

A preocupação de se estudar, especificamente nos manguezais, esse mecanismo de limpeza para minimizar os efeitos da poluição por óleo justifica-se pelo fato de a maioria das refinarias de petróleo do país estar localizada na região costeira, onde esse tipo de ecossistema, altamente sensível aos impactos dos vazamentos, está localizado. “Os manguezais fornecem habitat para uma grande variedade de plantas, animais e micro-organismos e são de grande importância na proteção de regiões litorâneas”, diz ela, lembrando que eles funcionam como uma espécie de filtro das impurezas presentes no mar, o que os torna mais suscetíveis em casos de vazamentos de óleo.

Para testar o papel despoluente das bactérias em plantas atingidas por óleo diesel, foram escolhidas três espécies comuns no manguezal brasileiro: Rizophora mangle, Avicennia shauerianna e Laguncularia racemosa. As mudas (200 exemplares de cada uma dessas espécies) foram germinadas em viveiro e receberam a adição de consórcios bacterianos (10 milhões de células por cm³) capazes de usar os hidrocarbonetos de petróleo como fonte de carbono e energia, ou seja, de se alimentar deles.

As bactérias utilizadas no experimento foram isoladas do solo de manguezais localizados na Área de Proteção Ambiental de Guapimirim, na Baía de Guanabara. Depois, elas passaram por um processo de bioamplificação no laboratório, para aumentar sua concentração e facilitar o estudo dos efeitos bacterianos. Posteriormente, as mudas sofreram o impacto da poluição devido à adição de 0,5% de óleo diesel às suas raízes. A atividade do consórcio de bactérias e o desenvolvimento das mudas foram observados ao longo de 30 dias. “O objetivo era ver como as plantas reagiam ao impacto do poluente e se as bactérias realmente usavam o petróleo como fonte de alimento ”, conta.

Para isso, foram verificados aspectos do crescimento das plantas antes e depois da adição do poluente (tamanho do caule e número de folhas), as taxas de mortalidade das mudas e a massa orgânica (biomassa) das bactérias associadas às raízes. Entre os resultados, a pesquisa revelou que o processo de fitobiorremediação dos solos contaminados por óleo pode ter resultados diferentes de acordo com fatores ambientais. “Observamos que diferentes tipos de solo, teor de matéria orgânica, quantidade de água, disponibilidade de oxigênio e nutrientes, radiação solar e salinidade são variáveis que influenciam na eficácia da fitobiorremediação”, afirma.

A biomassa do consórcio bacteriano não variou durante o experimento. “Isso pode significar que as bactérias se alimentaram do hidrocarboneto ou utilizaram a matéria orgânica do ambiente”, diz Luciana. “Os parâmetros monitorados na biometria não apresentaram muitas diferenças no tratamento com óleo nas espécies de Rhizophora mangle. Porém, para as espécies de Laguncularia racemosa e Avicenia schaueriana, ocorreu uma redução no tamanho das plantas depois do tratamento com óleo”, completa.

A boa notícia é que parte do composto do óleo diesel foi “digerida” pelas bactérias e utilizada como fonte de energia. Testes realizados no Laboratório de Química Analítica da UFF constataram que alguns hidrocarbonetos tiveram redução em sua concentração. A despoluição, no entanto, está longe de ser um milagre. “Alguns hidrocarbonetos foram degradados, mas outros não”, ressalta, apontando a necessidade da realização de outras pesquisas para desenvolver a técnica e viabilizar a sua implementação no meio ambiente, além do laboratório. “É possível transportar esse estudo para os manguezais afetados, mas é um trabalho a longo prazo e que deve levar em conta os fatores ambientais”.

Em relação às técnicas de remoção de petróleo por meios mecânicos (barreira de contenção) e pela aplicação de produtos químicos, a fitobiorremediação apresenta vantagens econômicas e ecológicas. “A técnica é barata e dispensa a aplicação de tecnologias de ponta”, diz a pesquisadora. E prossegue: “Por utilizar bactérias do próprio ecossistema, ela preserva as características ambientais. Além disso, a remoção dos poluentes pela fitobiorremediação pode ocorrer tanto na superfície quanto em áreas mais profundas do solo, o que não ocorre com as outras técnicas, que são aplicadas na superfície da água, permitindo que os poluentes se alojem no fundo dos mares.”

© FAPERJ – Todas as matérias poderão ser reproduzidas, desde que citada a fonte.

ENCONTRO NACIONAL DO SISTEMA CFBio/CRBios COM COORDENADORES DE CURSOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

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Formação do Biólogo e o Exercício Profissional de 16 a 18 de setembro de 2010 - Brasília, DF

Local: Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio – CNTC - SGAS – 902 Bloco C - Estaremos lá participando do Encontro!!!!

OBJETIVOS

  • Promover maior interação e integração entre os cursos de Ciências Biológicas com o Sistema CFBio/CRBios.

  • Apresentar as atividades/áreas/áreas de atuação/atividades técnicas do Biólogo frente à Legislação vigente.

  • Instrumentalizar os atores envolvidos no processo de formação técnico - científico e legal do futuro profissional.

  • Contribuir para analise e construção de um projeto político pedagógico adequado ao perfil das IES, ao mercado profissional, e as demandas da sociedade.

Discutir uma nova abordagem para construção de um projeto político pedagógico, com base na atuação técnico-legal dos profissionais Biólogos, para que atendam com qualidade as demandas tecnológicas, políticas e sociais vigentes.

Veja a Programação:

16 de setembro de 2010 (quinta-feira)

Horário

Programação

Local

CNTC

11h - 13h30

Credenciamento

Secretaria


14h

ABERTURA

Coordenação: Maria do Carmo Brandão Teixeira Presidente do CFBio

Auditório

14h45 - 16h15

CONFERÊNCIA: Referenciais dos Cursos de Ciências Biológicas - Bacharelado e Licenciatura e a qualidade na formação profissional. Projeto Político Pedagógico de Qualidade.

Conferencista: Paulo Roberto Wollinger - Diretor de Regulação e Supervisão da Educação Superior/ MEC

Auditório

16h15 – 16h45

COFFEE BREAK

16h45 - 19h

PAINEL: Atuação profissional com qualidade e competitividade: Desafios da formação e do mercado de trabalho do Biólogo nas áreas de Meio Ambiente e Biodiversidade, Saúde e Biotecnologia e Produção.

Coordenação: Sistema CFBio/CRBios

Mediação: Jornalista Mara Régia Di Perna

Painelista: Jorge Augusto Callado Afonso - Secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná

Painelista: Ana Estela Haddad - Diretora do Departamento de Gestão da Educação na Saúde, Ministério da Saúde

Painelista: Mauro Carneiro - Chefe Geral de Recursos Genéticos e Biotecnologia da EMBRAPA

Auditório

17 de setembro de 2010 (sexta-feira)

Horário

Atividades

Local

8h30 – 9h15

O Registro e inserção do Biólogo no mercado do trabalho frente à Legislação Profissional

Responsável: Sistema CFBio/CRBios


Auditório

9h30-10h45

Apresentação das Áreas de atuação e formação do profissional Biólogo

Responsável: Sistema CFBio/CRBios

· Meio Ambiente e Biodiversidade

· Saúde

· Biotecnologia e Produção

Auditório

12h30 - 14h

ALMOÇO

14h - 19h

Áreas de atuação e formação do profissional Biólogo – Revisitando os Projetos Políticos Pedagógicos

Atividades com os Coordenadores de Curso

Salas

1, 2, 3

18 de setembro de 2010 (sábado)

Horário

Programação

Local

8h30 - 12h30

Áreas de atuação e formação do profissional Biólogo – Revisitando os Projetos Políticos Pedagógicos

· Atividades com os Coordenadores de Curso

· Atividades de Integração

Foyer

13h

Homenagem à Excelentíssima Sra. Ministra de Estado do Meio Ambiente – Bióloga Izabella Mônica Vieira Teixeira

- Destaque Especial Profissional Biólogo.

Momento de Confraternização

Foyer

XIV SEMANA DE BIOLOGIA…

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Caros Alunos,

Nestes dias 2 e 3 de Setembro estaremos realizando mais uma Semana e Biologia, em comemoração ao dia do Biólogo. Assim sendo, alertamos que os docentes acordaram em colegiado que nestes dias estarão com vocês participando do Evento. Nestas datas, seus planos de ensino contemplarão esta atividade. Logo, se inscreva e participe, seus docentes lá estarão, com vocês!

https://sga.unigranrio.edu.br/sgp/Principal?alias=inscricao_on_line_evento

A Sexta é 13, mas é dia de encontar o Coordenador…

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Vejá os diferenciais de nossos Cursos em detalhes:

Ciências Biológicas e Tecnólogo em Gestão Ambiental

Política Nacional de Resíduos Sólidos - Falta a regulamentação…

Conservação & Ambiente 1 Comentário »

Imagem Copyright © 2009 Bio Aula

Nova lei proíbe os lixões e determina que as indústrias sejam responsáveis pela destinação dos resíduos. Para isso oferece instrumentos como a possibilidade de consórcios entre municípios, estados e empresas privadas. Leia na íntegra no site do MMA.

Na imprensa…

Ivan Richard - Agência Brasil - Publicado no ESTADÃO

Durante a sanção do projeto de lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos (lixo) no país, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a lei é uma revolução em termo ambientais no Brasil. O presidente ressaltou ainda que a nova lei simboliza a vitória dos catadores de lixo.

(…)

O presidente cobrou da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, que trabalhe para que a regulamentação da lei ocorra antes de 90 dias. “Para que fazermos uma lei, se ela não é sancionada?” perguntou Lula.


O representante do Movimento Nacional dos Catadores de Lixo, Severino Lima Junior, disse que a nova lei ajudará na valorização da profissão dos catadores. Para ele, a medida deve ser cuidada “como uma menina” para que a sua regulamentação ocorra de modo célere. “Queremos uma vida mais digna. Queremos ser reconhecidos como catadores de materiais recicláveis e não como catadores de lixo”, afirmou.


A ministra do Meio Ambiente disse que a sanção da Política Nacional de Resíduos Sólidos trará mais responsabilidade para os gestores públicos. “A nova lei traz para o presente a responsabilidade para os gestores públicos de acabar com os lixões. Não é possível que ainda tenhamos lixões. É possível avançar, sim”, afirmou Izabella Teixeira.


Com a sanção da lei, o Brasil passa a ter um marco regulatório na área de resíduos sólidos. A lei faz a distinção entre resíduo (lixo que pode ser reaproveitado ou reciclado) e rejeito (o que não é passível de reaproveitamento). A lei se refere a todo tipo de resíduo: doméstico, industrial, construção civil, eletroeletrônico, lâmpadas de vapores mercuriais, agrosilvopastoril, da área de saúde, perigosos etc.


A Política Nacional de Resíduos Sólidos reúne princípios, objetivos, instrumentos e diretrizes para a gestão dos resíduos sólidos. O projeto de lei, que tramitou por mais de 20 anos no Congresso Nacional até que fosse aprovada, responsabiliza as empresas pelo recolhimento de produtos descartáveis (logística reversa), estabelece a integração de municípios na gestão dos resíduos e responsabiliza toda a sociedade pela geração de lixo.

Em paralelo…

Por ASCOM - INEA

O INEA - Instituto Estadual do Ambiente, órgão executivo da Secretaria Estadual do Ambiente (SEA), promove nos dias 9 e 10 de agosto o Seminário sobre Gerenciamento de Áreas Contaminadas. O objetivo é promover a troca de experiências entre os diversos agentes que atuam no gerenciamento em âmbito federal, estadual e municipal, o que contribuirá para o estabelecimento de uma política estadual efetiva para o controle dos problemas ambientais gerados pela contaminação do solo e da água.

Problemática esta que perpassa pelo nosso Município (Duque de Caxias) de maneira premente!!! A discussão da Resolução CONAMA 420/09 estará em pauta…

As palestras acontecem no auditório 11 da Uerj (Rua São Francisco Xavier, 524 – Maracanã – Rio de Janeiro), das 9 às 18h. As inscrições gratuitas vão até 5 de agosto, através do e-mail seminarioac.inea@gmail.com. É necessário informar nome completo, identidade, empresa/instituição e telefones de contato na mensagem. Não serão aceitas inscrições no dia do evento. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato com o Inea através do telefone (21)2334-8400/8401.

Participe e cobre a regulamentação…

Acesse ainda as Resoluções vigentes publicadas entre julho de 1984 a novembro de 2008.

Nova Pós-Graduação - Ciências do Laboratório Clínico e Diagnóstico in vitro

Ciências & Saúde 1 Comentário »

O profissional que atua em Laboratório de Análises Clínicas necessita de aprimoramento constante frente às frequentes renovações dos métodos diagnósticos, que visam uma maior especificidade, sensibilidade e rapidez. A Especialização em Ciências do Laboratório Clínico e Diagnóstico in vitro visa à capacitação de profissionais que atuam nesta área, para que melhor possam atender às exigências do mercado.

INSCREVA-SE JÁ

Saúde & Ambiente em Revista (SARE) vaí a Encontro Nacional

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Foto creditada ao site do IEUSEER

De 14 a 16 de julho, em Florianópolis (UFSC), se realizou o I Encontro Nacional de Usuários do SEER – IEUSEER. O Encontro teve como objetivo promover o intercâmbio de informações e experiências entre os usuários do programa SEER (Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas), de modo a conhecer e divulgar as atualizações do sistema, trocar experiências, verificar possibilidades de novos serviços oferecidos pelo sistema. Trata-se de um evento de capacitação profissional, com ênfase na troca de experiências e criação de relações interpessoais de trabalho.

Conforme consta do site do IBICT (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia):

O Sistema de Eletrônico de Editoração de Revistas (SEER) é resultado da prospecção tecnológica realizada pelo IBICT para identificar aplicativos que possibilitassem o tratamento e a disseminação da produção científica brasileira na Web. O sistema SEER surgiu, assim, em 2003, a partir da customização do Open Journal Systems (OJS), software de gerenciamento e publicação de revistas eletrônicas desenvolvido pelo Public Knowledge Project (PKP), da University of British Columbia. Trata-se de uma inovadora iniciativa do IBICT que, imediatamente após a tradução do software OJS para o português, publicou na Web o primeiro periódico brasileiro utilizando essa tecnologia, a revista Ciência da Informação. A partir de então, o IBICT iniciou o processo e distribuição do SEER a editores brasileiros interessados em publicar revistas científicas de acesso livre na Web e a promover a capacitação técnica no uso dessa ferramenta, em treinamentos sistemáticos realizados a partir de novembro de 2004 em várias regiões do País. Com apenas 5 anos de existência, o SEER propiciou a criação de mais de 1.000 periódicos científicos brasileiros na Web.

O Evento contou com cerca de 200 participantes, em maioria do Sul e do Sudeste, seguido do Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Nos primeiro dia do evento ocorreu a sessão de banners onde foram feitas 42 exibições entre elas o da nossa Revista Eletrônica – Saúde & Ambiente em Revista - SARE.

Caso tenham interesse, verifiquem na íntegra os banners que foram apresentados no IEUSEER.

Neste Evento tivemos a oportunidade de trocar experiências com outros Editores de revistas Nacionais e buscamos aprimorar a utilização da plataforma SEER, elevando também o nome da Unigranrio ao cenário da Edição Científica de revistas, onde o primeiro passo foi dado quando fomos apresentados à ABEC pelo então Diretor do IBC, Prof. Wilson Chagas de Araújo, nosso Editor Emérito. Em seguida, fomos treinados pelo IBICT na plataforma SEER e então implantamos a Revista nesta plataforma, com todo o apoio e atuação técnica do corpo de técnicos do DTI – Unigranrio.

Por Carlos Burity

III Rally Fotográfico BioNaTrilha…

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Dezenas de clicks encerraram no último Domingo o calendário de evento do BIONATRILHA deste semestre, durante o III Rally Fotográfico do BIONATRILHA. Durante o evento os participantes precisavam realizar uma serie de fotografias sobre temas pré-estabelecidos num determinado tempo, aquele que consegue realizar o maior número de fotos é considerado vencedor do Rally. Nessa edição o ganhador do Rally foi o acadêmico Rommel Ramos Coutinho, que recebeu como brinde o livro CONHECENDO O MAR DO BRASIL, também foi sorteado o livro TERRA FRÁGIL, cujo sorteado foi João Antonio Pereira Rodrigues. Destacamos ainda a participação do fotografo e aluno do curso de Ciências Biológicas Anderson Araújo, que passou técnicas básicas de fotografia aos participantes do Rally. Neste período todas as atividades tiveram recordes de participação. A maioria dos participantes foram acadêmicos dos Cursos de Ciências Biológicas e Tecnólogo em Gestão Ambiental, mas também tivemos a presença de alunos de outros curso como Enfermagem, Administração e Informática. Agradecemos a todos que participaram do Projeto BIONATRILHA deste período e esperamos reencontrá-los no próximo período.

Por M.Sc. Wellington R. Matos

Carlos Minc na Unigranrio e os rumos da política ambiental

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