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Ciências Biológicas - Unigranrio Aprova Trabalhos no II CBio RJ/ES

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II CBio - XVIII ENBio

O CRBio-02 realizará nos dias 14, 15 e 16 de setembro, no auditório da FIRJAN - Rio de Janeiro (RJ), a 18º Edição do seu evento anual, o II Congresso de Biólogos dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo (CBIO) e XVIII Encontro de Biólogos dos Estados do Rio de Janeiro e do Espirito Santo (ENBIO). Já estamos aceitando inscrições de trabalho para a 2º Edição do Prêmio Biólogo Antônio José Bianchi Nunes.

PROGRAMAÇÃO

Documentários contribuem para divulgar a ciência produzida no estado

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Máteria divulgada no Informativo da FAPERJ

Semana de 3 a 9 de setembro de 2009. Ano V. Nº 251

Vinicius Zepeda

Fotos: Reprodução

O mico estrela está entre espécies animais exóticas
invasoras registradas nos documentários

“Se nenhuma atitude for tomada para impedir o desmatamento das áreas de restingas de Mata Atlântica no Brasil, em mais dez anos, no ritmo em que estamos destruindo esta cobertura vegetal típica, elas podem se extinguir.” A afirmativa é do documentarista e artista multimídia Luiz Duarte, que há uma década vem produzindo e dirigindo documentários científicos com apoio da FAPERJ. Neste período, Duarte dirigiu três séries temáticas sobre pesquisas desenvolvidas por professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e relacionadas à fauna e à flora da Mata Atlântica e de áreas de restinga. Ao todo, foram produzidos 41 documentários científicos. Luiz Duarte é produtor e diretor há muitos anos e já dirigiu 391 documentários institucionais, educativos e científicos.

No caso dos filmes científicos, tudo começou por acaso, no ano de 1999. Na época, seu irmão – o professor e pesquisador do Departamento de Ecologia da Uerj, Carlos Frederico Rocha – estava preparando uma expedição com a participação de 20 pesquisadores e alunos da universidade para percorrer as principais áreas de restinga do País, do litoral fluminense até o litoral baiano. “Ele precisava de alguém para documentar a expedição e me convidou para viajar com eles. Durante um mês e meio filmei mamíferos, répteis, anfíbios e bromélias, animais e vegetais típicos do ambiente de restinga”, recorda Duarte. Foram 50 horas de imagens de material bruto, que roteirizados renderam 10 programas de televisão, que trazem 21 documentários científicos da série “Expedição Restingas Brasileiras”. De meia hora de duração cada, os registros foram exibidos pela TV Universitária, TV Senado e TV Brasil (antiga TV Educativa). “O trabalho registrado foi tão rico que até hoje, dez anos depois, os cientistas da Uerj ainda  publicam estudos com resultados colhidos naquela época”, acrescenta.

O documentarista destaca que, durante a expedição, o processo de degradação das restingas foi o que mais o impressionou. Duarte chama a atenção para a destruição da natureza movida pela ocupação desordenada e pela especulação imobiliária do litoral – considerada área nobre pela construção civil – e recorda dois episódios ocorridos durante a expedição. O primeiro foi quando os pesquisadores foram ameaçados por jagunços armados no meio da restinga da cidade de Setiba, Espírito Santo. “Constatamos que a degradação ambiental dali não é fruto somente da especulação imobiliária. Lá vivem poderosos empresários que se apossaram do espaço em interesse próprio, uma verdadeira máfia que destrói a natureza local para favorecer a exploração comercial de areia”, conta. O segundo fato foi quando estavam na Bahia, depois da restinga de Prado, a caminho de Ilhéus. “Antes de iniciarmos a viagem, tínhamos visto algumas fotos de satélite e ficamos empolgados com a área verde muito densa que vimos nas imagens. Mas quando chegamos ao local ficamos bastante frustrados. Toda extensão de restingas simplesmente não existia mais, era tudo coqueiro”, lamenta.

Pesquisas desenvolvidas no Ceads
estudam a fauna nativa da Ilha Grande

Segundo ambientalistas, desde que Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil até os dias de hoje, da Mata Atlântica original no País restam apenas 3%. Desse total, 70% estão nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Luiz Duarte dirigiu duas séries de documentários sobre a fauna e a flora de uma das regiões menos impactadas do Rio de Janeiro: a Ilha Grande. Localizada no litoral sul do estado, a ilha reúne uma centena de praias, vegetação exuberante e o Centro de Estudos Ambientais e Desenvolvimento Sustentável (Ceads), da Uerj. Lançada em 2004, a Coleção Ceads – Série Pesquisa I apresenta 10 filmes de doze minutos sobre os estudos desenvolvidos pelos pesquisadores da Uerj no local. Ecologia de anfíbios, aves, bromélias e corais são alguns dos temas apresentados. “Todos os filmes desta série foram disponibilizados para que o público leigo possa acessá-los na internet por meio do You Tube. Desta forma, esperamos contribuir para maior difusão e divulgação de parte dos estudos desenvolvidos por pesquisadores fluminenses”, afirma Duarte. “O sucesso foi grande, o filme Ecologia de mamíferos de Ilha Grande foi o que teve maior repercussão, com mais de seis mil acessos”, acrescenta.

A filmagem desses trabalhos virou um projeto pessoal em parceria com a universidade. Este ano, foi lançada a Coleção Ceads – Série Pesquisa II, também com dez documentários de 12 minutos cada. Desta vez, os filmes buscaram focar os estudos sobre espécies exóticas existentes na ilha, como os caracóis africano e asiático, o mico estrela, o coral sol e outros animais e vegetais considerados invasores, merecedores de controle e erradicação da área.“A riqueza da Ilha Grande é tanta que a transforma numa espécie de laboratório vivo, pois reúne em seu entorno uma quantidade interminável de trabalhos a serem desenvolvidos”, explica Duarte.

Luiz Duarte recorda que há dez anos, quando começou a filmar documentários educativos, a tecnologia disponível no País ainda não permitia disponibilizar os vídeos na internet como hoje. Ele ressalta a importância do audiovisual como forma de documentar a ciência feita no estado e tornar seus resultados mais acessíveis ao público em geral. “É claro que os vídeos não tiram a importância de artigos pelos cientistas. Porém, os artigos, na maior parte das vezes ficam restritos ao conhecimento de outros pesquisadores, enquanto que os vídeos colocam o espectador dentro da pesquisa e apresentam uma visão bem variada de como a ciência é feita”, conclui.

Leia o Boletim na íntegra em: http://www.faperj.br/home-boletim83B.phtml?ctx_cod=1.6.296

© FAPERJ – Todas as matérias poderão ser reproduzidas, desde que citada a fonte.

XIII Semana de Biologia - Saúde, Prevenção e Vida

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Segue programação em banner em anexo das palestras e mini-cursos da
semana de biologia Caxias manhã e noite. Lembrando que as inscrições das
palestras tanto manhã quanto noite deverá ser realizada no PORTAL no
ícone EVENTOS, gerando um boleto que deverá ser pago no banco
.
Posteriormente o aluno com o boleto pago deverá fazer a opção do
mini-curso de sua preferencia (vagas limitadas), sendo um no dia 03/09 e
outro no dia 04/09, em frente ao Auditório Wilson Chagas, até 03/09.

Clique no link para versão de impressão:

banner-semana-de-biologia1

Comissão Organizadora XIII SBio

Fracionator - Não é “Tabajara”, mas uma ferramenta de quantificação neuronal

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Primatas Humano e Não-Humano uma visão antropocêntrica de animais da mesma Ordem, usando ferramentas modernas de quantificação!

Quando falamos em quantificação morfológica, não podemos deixar de mencionar a técnica da Estereologia. Tal técnica teve seus fundamentos aplicados em meados do século XIX, por um engenheiro de minas denominado Delesse. Contudo, foi com o advento da fundação da International Society of Stereology – ISS, na década de sessenta, em Stuttgart, que pesquisadores foram arregimentados pelas facilidades e resultados que tal método quantitativo pode oferecer.

No Brasil, temos como grande divulgador e usuário da metodologia o Prof. Dr. Mandarim-de-Lacerda, na UERJ. Onde, tive a oportunidade de trabalhar fazendo IC, Aperfeiçoamento, Mestrado e Doutorado.

A Estereologia é ferramenta capaz de estimar parâmetros tridimensionais a partir de cortes histológicos bidimensionais. Para tal algumas premissas metodológicas têm de ser atendidas; um dos princípios mais importantes é a obtenção de cortes (de tecido) aleatórios e uniformemente isotrópicos. Logo, tecidos anisotrópicos (tal qual a córtex cerebral) necessitam de procedimentos mais específicos para atender tal premissa. Neste sentido, sem refutar os pressupostos da técnica Estereológica, a pesquisadora Suzana Carvalho Herculano-Houzel (UFRJ), preconizou em 2005 uma técnica que denominou de não esterológica, ora denominada “Isotropic Fracionator”. Neste método, a pesquisadora é capas de transformar regiões do córtex altamente anisotrópicas, em uma solução de núcleos celulares, os quais por imunocitoquímica podem ser identificados como neuronal ou não-neuronal. Tal técnica serviu para que fossem revistos os valores publicados na obra de Roberto Lent, entitulado “100 Bilhões de Neurônios”, conforme recentemente divulgado na revista da FAPERJ (Pesquisa Rio, AnoII,nº7, junho de 2009:52-54), pela Drº Suzana, onde afirma que são 86 Bilhões de neurônios e que estes são metade das células do nosso cérebro e não um décimo! Neste mesmo artigo a autora faz inferências interessantes para discutirmos morfometria, evolução e filogenia. Boa leitura…

Burity

CB - Unigranrio comtemplada em C&T na FAPERJ novamente!

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Fundação anuncia resultado de dois editais: 103 projetos contemplados

A Fundação anunciou, nesta quinta-feira, 13 de agosto, o resultado de dois editais: Apoio à Produção de Material Didático, que teve 63 propostas aprovadas, e Difusão e Popularização da Ciência e da Tecnologia, com 40 projetos contemplados. Ao todo, foram beneficiados 103 projetos.

Das 15 instituições beneficiadas no programa de Apoio à Produção de Material Didático, a que teve o maior número de propostas aprovadas foi a Universidade Federal do Rio de Janeiro, com 19. A segunda colocação coube à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), com 12, enquanto o terceiro lugar ficou com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com seis. A Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio) tiveram, cada uma, três propostas aprovadas, enquanto a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), teve três projetos contemplados. Foram ainda beneficiados o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), o Centro de Ciências do Rio de Janeiro (Cecierj), o Museu Espaço Ciência Viva (ECV), a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), a Faculdade de Filosofia Santa Dorotéia (FFSD), a Universidade do Grande Rio (Unigranrio), o Conservatório Brasileiro de Música (CBM), e o Centro Universitário de Volta Redonda (Unifoa), com um projeto aprovado, cada.

Carlos Henrique de F. Burity
Sergian Vianna Cardozo 
Rodrigo Alves

Atlas de morfologia comparada digital: uma abordagem ao ensino e pesquisa macroscópica, microscópica e histopatológica.

Com recursos da ordem de R$ 1,5 milhão, o edital apoia a produção de material didático para atividades de ensino e pesquisa em instituições fluminenses, sejam livros, coletâneas, apostilas, CDs, DVDs e jogos, entre outros, incluindo-se aqueles com conteúdo específico para a educação a distância.

No programa de Difusão e Popularização da Ciência e da Tecnologia, nove instituições foram contempladas e, entre elas, a que teve o maior número de projetos beneficiados foi a UFRJ, com 18. Segunda colocada, a Uerj teve seis propostas aprovadas, enquanto Uenf, UFF e Fiocruz tiveram, cada, quatro projetos beneficiados. PUC, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP) e Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet) aprovaram, cada, uma proposta.

Também com recursos de R$ 1,5 milhão, o programa, criado em 2007,  apóia a promoção de iniciativas em difusão e popularização da ciência e tecnologia, destinadas a democratizar a produção de conhecimento e que possam ser operacionalizadas em políticas e medidas a serem adotadas no estado.

Confira abaixo a listagem completa dos contemplados:

Apoio à Produção de Material Didático para Atividades de Ensino e/ou Pesquisa

Difusão e Popularização da C&T no Estado do RJ – 2009

© FAPERJ – Todas as matérias poderão ser reproduzidas, desde que citada a fonte.

Aluno de CB - Unigranrio é 3º Colocado no Mestrado do Museu Nacional (UFRJ)

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Olá pessoal,

Sou o Rodrigo Lula, to mandando esse e-mail pra dizer q consegui passar no mestrado de zoologia do Museu Nacional/UFRJ em 3ª colocação. Obrigado a todos vocês que me deram a maior força durante o desenvolvimento dos dois projetos de inciação científica que fiz na UNIGRANRIO, e conforme prometido, deixei um depoimento lá no portal, afinal temos q fazer propaganda da nossa faculdade de origem rs rs

Um abç bem grande a todos e obrigado novamente

Rodrigo Salles”

Caro Rodrigo,

Nós da Unigranrio nos orgulhamos do seu sucesso! O Mestrado PPGZoo-MN-UFRJ, funciona desde 1972, é extremamente concorrido e de nível 5 da CAPES; parabéns!

O Rodrigo de Oliveira Lula Salles foi nosso aluno (mat.4304489), no período de 25/02/2005 até 24/07/2008, onde Cursou a Habilitação de Licenciatura, se formou com um CR 8,57 e nunca teve uma reprovação. Rodrigo logo se identificou com os trabalhos do Prof. Luiz Weber (Professor de Zoologia, hoje na Universidade Federal da Bahia), na área de Herpetologia. Teve oportunidade de participar de trabalhos de IC com anfíbios no Parque Natural da Taquara e no PARNASO, resultando em duas publicações no peródico Check list (UNESP).

Tai, Rodrigo é um bom exemplo a ser seguido pelo nossos acadêmicos…

Burity

Feira sim! Mas de Ciências…

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Entre os dias 17 18 de junho de 2009 o Curso de Ciências Biológicas realizou mais um de seus Eventos “A Feira de Ciências: os 8º e 9º anos em questão”. A ação foi desenvolvida pelos acadêmicos do 3º fluxo do Curso, sob a batuta da Prof. Luciana Leda (Nossa docente e representante da área de Ensino junto ao Curso).

As Feiras de Ciências aconteceram nos Campi Duque de Caxias (turnos manhã e noite), Lapa e Silva Jardim (turno noite) e tiveram por objetivos ampliar e estimular a troca de conhecimentos e solidificar a prática docente dos graduandos do Curso de Ciências Biológicas. Nestes dias, os stands foram visitados por alunos e Professores da IES, além de moradores do entorno (no caso de Duque de Caxias) e alunos do ensino  médio, convidados das Escolas do entorno.

Tal feira faz parte da disciplina Instrumentação para o Ensino de Ciências II, ministrada pela  própria Luciana Leda, contando na organização do Evento com a colaboração do Prof. Gustavo Luna (Silva Jardim) e da Bióloga Preceptora Cristiane Machado (Duque de Caxias).

Por M.Sc. Luciana Ribeiro Leda

 

O “Revendo o Verde” no 39º Aniversário da Unigranrio

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O Programa Ciência Itinerante, cadastrado junto à PROCE, visa divulgar e promover ações e projetos na área das Ciências Biológicas, buscando o ensino, promoção de saúde e desenvolvimento sustentável, sem perder o foco no empeendedorismo. Este programa abriga diferentes Projetos entre eles o “Revendo o Verde“. Tal Projeto realiza atividades com os acadêmicos para praticar técnicas de jardinagem e paisagismo, para reconhecer os principais vegetais e seus cuidados na formação e manutenção de áreas verdes, canteiros e vasos, sob orientação de professores e monitores do Curso de Ciências Biológicas.

Nas recentes comemorações do 39º Aniversário da Unigranrio, nós contamos com a participação da nossa Chanceler Nilza Cordeiro Herdy, que após o término da solenidade, junto a alguns dos participantes se dirigiu a um dos locais de plantio dessa Universidade, onde plantou uma muda de árvore e inaugurou o sistema de identificação biológico (Nome científico, comum e taxionomia), dos exemplares arbóreos já plantados, como símbolo do trabalho edificado por aqueles que passaram e ainda passarão por esse Campus.

Outro incentivador de nossas ações é o jardineiro Pernambuco que não pensa em parar - Nosso mais antigo funcionário é conhecido de todos por Pernambuco. Ele é jardineiro, está com 71 anos, dos quais 25 dedicados à Unigranrio, e não pensa em parar, de jeito algum. “Aqui aprendi a fazer amigos e acho que a vida é boa para quem ajuda os outros”, ensina o sábio Pernambuco.

Os Alunos e professores de Ciências Biológicas que atuam no projeto estiveram presentes - Os biólogos egressos do Curso Gisele de Almeida Chaves, José Thiago Barbosa, Tatiana Fernandes e Rodrigo Navarro, além dos acadêmicos Aurimar Silva, Tiago Lima e Amanda Rodrigues estão dando um novo visual na área de paisagismo da Unigranrio, sob orientação do Biólogo Leandro Duarte da Cruz (Coordenador do Projeto) e colaboração da Gestão do Curso professores Wellington Rodrigues Matos e Carlos Burity. Leandro lembra que tais ações se concentrarão tanto na área central do Campus I, como no entorno; a prática é que norteia esses biólogos. Só para se ter uma idéia, foram plantadas no estacionamento mudas de pau-ferro, ipê amarelo, ipê roxo e falso cacau.

Vejam também a matéria na íntegra das comemorações do 39º Aniversário da Unigranrio.

Burity

Educar é contar história ou estória…

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Mais uma vez me reporto ao colunista de Veja, Claudio de Moura Castro, que em sua última matéria (veja, edição 2116 de 10 de junho), discute e distingue ensinar “by the book” seguindo as correntes de pensadores, ou adequar estas correntes ao nosso cotidiano, nessa linha cita:

A ciência e a arte de ensinar são ingredientes críticos no ensino, constituindo-se em processos chamados de pedagogia ou didática. Mas esses nomes ficaram poluídos por ideologias e ruídos semânticos. Perguntemos quem foram os grandes educadores da história. A maioria dos nomes decantados pelos nossos gurus faz apenas “pedagogia de astronauta”. Do espaço sideral, apontam seus telescópios para a sala de aula. Pouco enxergam, pouco ensinam que sirva aqui na terra”.

Logo, percebemos que se não contextualizarmos, estamos distanciando nossos alunos do aprender… Eu fico me lembrando da expressão dos alunos, de primeiro período, quando em sala, lá no início da minha atuação como docente - não tem tanto tempo assim… – eu iniciava “Este aqui é o micrótomo, ele é quem corta o tecido que vocês estão vendo aqui nestas lâminas”. Após algum tempo me ocorreu… Vocês sabem o que é um micrótomo? Seguia o silêncio sepulcral… Em um segundo momento, tentei “Quem aqui costuma comprar mortadela fatiada na padaria?” Continuei: “Pois é, o cortador de mortadela da padaria e o parente do Micrótomo, sendo que ele corta fatias grossas de frios e o micrótomo fatias em micrômetros de tecido” Aí escutei “Ah agira sim professor” Logo, contextualizar é preciso. Nesta linha de raciocínio busco ratificar com as colocações do colunista:

“Abundante pesquisa mostra que a maioria dos alunos só aprende quando o assunto é contextualizado. Quando falamos em analogias e metáforas, estamos explorando o mesmo filão. Histórias e casos reais ou imaginários podem ser usados na aula. Para quem vê uma equação pela primeira vez, compará-la a uma gangorra pode ser a melhor porta de entrada”.

E aí fico me lembrando dos meus mestres de Biologia que se esmeravam em cunhar frases, preparar paródias de músicas usando o conteúdo de Biologia e contando estórias… Com isso, o Cláudio de Moura Castro finaliza:

É preciso garimpar as boas narrativas que permitam empacotar habilmente a mensagem. Um dos maiores absurdos da doutrina pedagógica vigente é mandar o professor “construir sua própria aula”, em vez de selecionar as ideias que deram certo alhures. (…) Preparar aulas é buscar as boas narrativas, exemplos e exercícios interessantes, reinterpretando e ajustando (é aí que entra a criatividade). Se “colando” dos melhores materiais disponíveis ele conseguir fazer brilhar os olhinhos de seus alunos, já merecerá todos os aplausos”.

Pensemos nisso para o nosso dia-a-dia em sala…

Burity

Praticas Ambientais em Picinguaba - 11ª Ediçao

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Entre os dias 30 de Abril e 3 de Maio de 2009, foram realizadas as Práticas Ambientais em Picinguaba (Projeto que acontece a 11 anos no Curso de Ciências Biológicas). Durante quatro dias, discentes do Curso de Ciências Biológicas da UNIGRANRIO realizam diversas práticas no Parque Estadual da Serra do Mar, no Núcleo Picinguaba. Localizado no Município de Ubatuba, no estado de São Paulo o núcleo Picinguaba destaca-se por ser muito bem preservado, além de possuir diversos Biomas. A biodiversidade local e a riqueza de cenários possibilitam a realização de várias práticas em diferentes ambientes. Além disso, os alunos podem experimentar como é atuar na área ambiental. Atualmente organizado pelo Biólogo Preceptor Leandro Duarte o evento contou também com a participação dos professores João Miguel, Sula Salani, Helder de Paula, Wellington Matos e do professor convidado Vagner Reis. Neste período as atividades contaram com a participação de 49 alunos, dos Campi Caxias, Lapa e Silva Jardim.

Por: Biólogo Leandro Duarte