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CRBio Conclama: “Dia Nacional de luta contra o PL do Ato Médico”

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O CRBio em nota enviada a esta Coordenação conclama para a manifestação, pacífica e pertinente, contra o Projeto de Lei a cerca do “ATO MÉDICO”:

“Dia 09 de março (terça-feira), seguindo agenda nacional, às 17 h, haverá um ato público na Cinelândia, no Centro do Rio de Janeiro, em repúdio ao Projeto de Lei do Ato Médico, que está em vias de ser aprovado no Senado. Conselhos da área da Saúde (Biologia, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Nutrição, Psicologia), bem como os Sindicatos, Associações e estudantes dessas categorias, estarão se unindo contra o Ato Médico.

Os Conselhos e o Movimento Sindical se posicionam contrários ao texto do PL 7703/06 aprovado recentemente. O PL, ao delegar ao médico funções que hoje são exercidas por outros profissionais preparados em suas respectivas áreas, nega a abordagem holística do paciente enquanto ser humano integral.

É um retrocesso na atenção primária, no âmbito da promoção e da proteção à saúde, que exigem a atuação multiprofissional. Submete toda a conduta terapêutica à visão de um único profissional, aumenta os custos do tratamento e pode provocar descontinuidade ou atrasos no início da terapia, com sérios prejuízos para a população. O SUS sofrerá enorme impacto, ao centralizar as ações de saúde somente na doença.

Neste sentido, os conselhos e entidades de classe entendem que o atual texto do PL 7703/2006 afronta não somente as profissões não médicas da saúde, mas também a saúde como um todo, a educação e o desenvolvimento social e econômico do nosso país, posto que, por exemplo, o Sistema Único de Saúde, a partir dos seus princípios de integralidade, acessibilidade e universalidade não seriam atendidos em sua plenitude pelo referido projeto de lei, uma vez que o mesmo centraliza praticamente todo o acesso à saúde por parte da população brasileira ao profissional médico.

A MANISFETAÇÃO visa justamente chamar a atenção da sociedade para as consequências negativas para as profissões da área da saúde e para a população, que é usuária de hospitais, clínicas e planos de saúde.

Na manifestação, os presentes promoverão um “apitaço” contra o PL do Ato Médico, uma distribuição panfletos e outras ações para conscientizar a população dos riscos que o projeto traz não só para as profissões de Saúde, mas para toda a sociedade”.


Ato Público contra o Ato Médico
Dia: 09 de março de 2010 (terça-feira)
Local: Praça Mahatma Ghandi (Cinelândia) Rio de Janeiro

Horários: a partir das 17h

Em Paralelo a manisfetação estaremos promovendo duas palestras com o objetivo de esclarecimentos sobre o PL.

Palestra 1

Saúde Ambiental - Dra Lygia Sanchez (Conselheira CRBio-02)

14 ás 15h

Palestra 2

Ato Médico - Dr. Newton Dias Lourenço (Conselheiro CRBio-02)

- Profissional Biólogo na área da Saúde ( Perspectivas, Atuação e Especialização)

15h30min às 16h

As inscrições serão feitas pelo telefone (21) 2142-5707 com a Sra. Wanessa Gama, o custo será uma lata de leite em pó (para doação a obras de caridade).

Obs: Será entregue declaração com carga horária.

Wanessa Gama
Assessora de Eventos
Conselho Regional de Biologia 2º Região RJ/ES
eventos@crbio-02.gov.br
(21) 2142-5707 / 2142-5700

O Caminho das “pedras”…

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Há pouco tempo atrás comentei sobre um artigo que estamos finalizando para enviar. Com tanta falta de tempo, quando isso acontece é sempre algo que me deixa contente. Mas além, disso, hoje (na verdade ontem pois já passa de meia-

noite) mesmo tive mais um momento de grande satisfação e faço questão compartilhar contigo pois sei que também te sentirás bem. Aconteceu hoje a defesa da 500ª Dissertação de Mestrado do Programa de Pós-graduação em Zoologia do Museu Nacional. Isso foi motivo de uma boa comemoração na qual encontrei duas alunas que estão fazendo estágio na Instituição e pelo menos uma delas já está convicta de que participará da próxima seleção. Legal não?

Mas isso não é tudo. Há alguns anos atrás, tive uma aluna (Juliana do Nascimento Ramos - Matrícula: 4302378) que me procurou para saber um pouco mais sobre Evolução e disse que queria fazer sua monografia com algo relacionado ao assunto. Além de gostar de Evolução, ela tinha uma grande paixão pelas aves. Foi a primeira aluna da Unigranrio que peguei para orientar na elaboração de sua Monografia (Bacharelado). Fizemos um bom trabalho, pois ela soube aproveitar cada oportunidade que teve. Nas saídas de campo da disciplina (na época [2005] era Paleontologia e Evolução) coletou dados preciosos principalmente por ter tido a oportunidade de conversar com um dos grandes especialistas em aves fósseis. Claro que antes disso, leu diversos artigos dele ainda sem saber que iria encontrar o autor em Taubaté.

Resumindo a história, ela ficou com a nota máxima tanto na Monografia 1 quanto na 2, amadureceu bastante e aprendeu mesmo sobre o assunto. Algum tempo depois ela foi procurar orientação de alguém que trabalhasse com aves vivas para estudar comportamento. Após isso, ela tentou entrar para o Mestrado três vezes. Isso é normal no museu, mas alguém que tenha passado nas provas três vezes, eu nunca tinha visto. É isso mesmo. Não se trata de um erro de digitação. Ela passou três vezes nas provas do Mestrado. A cada vez conversamos bastante, pois ela estava passando por inúmeras dificuldades…

Ontem recebi seu convite para a defesa. Foi apresentada uma proposta filogenética, para uma família de aves, baseada em caracteres comportamentais. O título de seu trabalho foi “Evolução do Comportamento Reprodutivo de Icteridae”. O que assisti foi excelente o que se confirmou em sua pontuação final. Cada um dos avaliadores deu a nota máxima. Tivemos então uma comemoração da 500ª Dissertação com uma aluna nota AAA. Tenho orgulho de saber este feito foi realizado por uma de nossas alunas!

Por Helder de Paula

Egresso e Docente de Ciências Biológicas

Unigranrio

Unigranrio em Parceria com a FIOCRUZ - Experimentação em Macroinvertebrados

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A Universidade UNIGRANRIO em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) realizou nos dias 18/01 e 02/02/2010 um teste para avaliar o “Manual de identificação de macroinvertebrados aquáticos do Estado do Rio de Janeiro” idealizado e desenvolvido pelo Professor e Doutorando Riccardo Mugnai, alocado no Laboratório de Avaliação e Promoção da Saúde Ambiental (LAPSA) do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

Para esta pesquisa, alunos do segundo fluxo acadêmico da Professora Luciana Leda foram convidados à participar. Ao final da pesquisa dois exemplares do Manual foram sorteados. Além disso, todos os participantes foram convidados pelo Professor Riccardo à realizar uma coleta nos moldes do Laboratório em questão.

Por Luciana Leda

Dia do Professor

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Ser professor é…

Ser professor é professar a fé e a certeza de que tudo terá valido a pena se o aluno sentir-se feliz pelo que aprendeu com você e pelo que ele lhe ensinou…

Ser professor é consumir horas e horas pensando em cada detalhe daquela aula que, mesmo ocorrendo todos os dias, a cada dia é única e original…

Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e, diante da reação da turma, transformar o cansaço numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender…

Ser professor é importar-se com o outro numa
dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que necessita de atenção, amor e cuidado.

Ser professor é ter a capacidade de “sair de cena, sem sair do espetáculo”.
Ser professor é apontar caminhos, mas deixar que o aluno caminhe com seus próprios pés…

Feliz dia dos Professores!

Autor desconhecido

fonte internet

Olha o “Quiz da Semana” aí!!!

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Está no ar, no Portal Unigranrio, mais um canal de interação com você, o Quiz da Semana. Publicaremos toda semana uma questão de interesse geral para estimular a reflexão e o debate, criar sinergia entre nossos cursos e, sempre que possível, preparar nossos alunos para o Enade, que acontece em novembro.

Às segundas-feiras, a melhor resposta será divulgada, sob a avaliação de um professor, e os autores ganham uma hora de atividade complementar atribuída à participação.

Vamos à pergunta desta semana?

“Este fim de semana eu fui visitar minha tia que mora na Gávea. Lá chegando, eu reparei que ela alimentava e brincava na varanda do apartamento com um grupo de micos-estrela (Callithrix sp.). Que implicações geram tal atitude da minha tia? Como contornar tal situação, do ponto de vista do morador (saúde pública) e do animal (Conservação)?”

As respostas devem ser postadas na área de comentários.

Participe!

Caros ALunos Agradeço a participação de todos, mas tinha que escolher uma resposta. Neste sentido, a que melhor abordou a questão, ao meu ver, foia a da aluna Viviane. Vejam:

  1. Viviane de S. Nuñez disse: setembro 16th, 2009 at 17:50 Infelizmente, a atitude da sua tia é totalmente errada, porque alimentando os micos, eles vão se proliferar cada vez mais, e a aproximação com animais silvestres é sempre perigosa, devido as doenças que eles podem nos transmitir, como a raiva, hepatites e até herpes. Como são animais que se adaptam bem ao meio urbano, podem também desenvolver outros hábitos como roubar alimentos das mãos das pessoas. Outro aspécto importante da presença desses micos, é o desequilíbrio que eles podem causar a avifauna, já que são predadores vorazes e expulsam outras espécies como o sagui-da serra-escuro e o mico-leão-dourado, que são espécies nativas da Mata Atlântica Fluminense. O correto é não alimentar os micos, quando for observado um grande bando em determinada áres urbana, chamar autoridades competentes para recolher esses animais, até mesmo para protege-los e dar continuidade ao programa de esterilização que já existe desde 2008.

Destaco a questão de saúde pública em relação as doenças passíveis de transmissão; não recomendar o contato ou a alimentação; tratar com espécies invasora, (em particulau digo: “fauna silvetre alóctone”); comenta a extinção por superposição de nicho (exclusão competitiva) com outras formas de primatas endêmicos, e desequilíbrio ecológico na avifauna por predação aumentada, etc.

Achei ótima! Parabéns a Viviane, nossa aluna de Bacharelado da Noite, do Campus Caxias, e aos demais que também passaram perto.

Burity

Documentários contribuem para divulgar a ciência produzida no estado

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Máteria divulgada no Informativo da FAPERJ

Semana de 3 a 9 de setembro de 2009. Ano V. Nº 251

Vinicius Zepeda

Fotos: Reprodução

O mico estrela está entre espécies animais exóticas
invasoras registradas nos documentários

“Se nenhuma atitude for tomada para impedir o desmatamento das áreas de restingas de Mata Atlântica no Brasil, em mais dez anos, no ritmo em que estamos destruindo esta cobertura vegetal típica, elas podem se extinguir.” A afirmativa é do documentarista e artista multimídia Luiz Duarte, que há uma década vem produzindo e dirigindo documentários científicos com apoio da FAPERJ. Neste período, Duarte dirigiu três séries temáticas sobre pesquisas desenvolvidas por professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e relacionadas à fauna e à flora da Mata Atlântica e de áreas de restinga. Ao todo, foram produzidos 41 documentários científicos. Luiz Duarte é produtor e diretor há muitos anos e já dirigiu 391 documentários institucionais, educativos e científicos.

No caso dos filmes científicos, tudo começou por acaso, no ano de 1999. Na época, seu irmão – o professor e pesquisador do Departamento de Ecologia da Uerj, Carlos Frederico Rocha – estava preparando uma expedição com a participação de 20 pesquisadores e alunos da universidade para percorrer as principais áreas de restinga do País, do litoral fluminense até o litoral baiano. “Ele precisava de alguém para documentar a expedição e me convidou para viajar com eles. Durante um mês e meio filmei mamíferos, répteis, anfíbios e bromélias, animais e vegetais típicos do ambiente de restinga”, recorda Duarte. Foram 50 horas de imagens de material bruto, que roteirizados renderam 10 programas de televisão, que trazem 21 documentários científicos da série “Expedição Restingas Brasileiras”. De meia hora de duração cada, os registros foram exibidos pela TV Universitária, TV Senado e TV Brasil (antiga TV Educativa). “O trabalho registrado foi tão rico que até hoje, dez anos depois, os cientistas da Uerj ainda  publicam estudos com resultados colhidos naquela época”, acrescenta.

O documentarista destaca que, durante a expedição, o processo de degradação das restingas foi o que mais o impressionou. Duarte chama a atenção para a destruição da natureza movida pela ocupação desordenada e pela especulação imobiliária do litoral – considerada área nobre pela construção civil – e recorda dois episódios ocorridos durante a expedição. O primeiro foi quando os pesquisadores foram ameaçados por jagunços armados no meio da restinga da cidade de Setiba, Espírito Santo. “Constatamos que a degradação ambiental dali não é fruto somente da especulação imobiliária. Lá vivem poderosos empresários que se apossaram do espaço em interesse próprio, uma verdadeira máfia que destrói a natureza local para favorecer a exploração comercial de areia”, conta. O segundo fato foi quando estavam na Bahia, depois da restinga de Prado, a caminho de Ilhéus. “Antes de iniciarmos a viagem, tínhamos visto algumas fotos de satélite e ficamos empolgados com a área verde muito densa que vimos nas imagens. Mas quando chegamos ao local ficamos bastante frustrados. Toda extensão de restingas simplesmente não existia mais, era tudo coqueiro”, lamenta.

Pesquisas desenvolvidas no Ceads
estudam a fauna nativa da Ilha Grande

Segundo ambientalistas, desde que Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil até os dias de hoje, da Mata Atlântica original no País restam apenas 3%. Desse total, 70% estão nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Luiz Duarte dirigiu duas séries de documentários sobre a fauna e a flora de uma das regiões menos impactadas do Rio de Janeiro: a Ilha Grande. Localizada no litoral sul do estado, a ilha reúne uma centena de praias, vegetação exuberante e o Centro de Estudos Ambientais e Desenvolvimento Sustentável (Ceads), da Uerj. Lançada em 2004, a Coleção Ceads – Série Pesquisa I apresenta 10 filmes de doze minutos sobre os estudos desenvolvidos pelos pesquisadores da Uerj no local. Ecologia de anfíbios, aves, bromélias e corais são alguns dos temas apresentados. “Todos os filmes desta série foram disponibilizados para que o público leigo possa acessá-los na internet por meio do You Tube. Desta forma, esperamos contribuir para maior difusão e divulgação de parte dos estudos desenvolvidos por pesquisadores fluminenses”, afirma Duarte. “O sucesso foi grande, o filme Ecologia de mamíferos de Ilha Grande foi o que teve maior repercussão, com mais de seis mil acessos”, acrescenta.

A filmagem desses trabalhos virou um projeto pessoal em parceria com a universidade. Este ano, foi lançada a Coleção Ceads – Série Pesquisa II, também com dez documentários de 12 minutos cada. Desta vez, os filmes buscaram focar os estudos sobre espécies exóticas existentes na ilha, como os caracóis africano e asiático, o mico estrela, o coral sol e outros animais e vegetais considerados invasores, merecedores de controle e erradicação da área.“A riqueza da Ilha Grande é tanta que a transforma numa espécie de laboratório vivo, pois reúne em seu entorno uma quantidade interminável de trabalhos a serem desenvolvidos”, explica Duarte.

Luiz Duarte recorda que há dez anos, quando começou a filmar documentários educativos, a tecnologia disponível no País ainda não permitia disponibilizar os vídeos na internet como hoje. Ele ressalta a importância do audiovisual como forma de documentar a ciência feita no estado e tornar seus resultados mais acessíveis ao público em geral. “É claro que os vídeos não tiram a importância de artigos pelos cientistas. Porém, os artigos, na maior parte das vezes ficam restritos ao conhecimento de outros pesquisadores, enquanto que os vídeos colocam o espectador dentro da pesquisa e apresentam uma visão bem variada de como a ciência é feita”, conclui.

Leia o Boletim na íntegra em: http://www.faperj.br/home-boletim83B.phtml?ctx_cod=1.6.296

© FAPERJ – Todas as matérias poderão ser reproduzidas, desde que citada a fonte.

Educar é contar história ou estória…

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Mais uma vez me reporto ao colunista de Veja, Claudio de Moura Castro, que em sua última matéria (veja, edição 2116 de 10 de junho), discute e distingue ensinar “by the book” seguindo as correntes de pensadores, ou adequar estas correntes ao nosso cotidiano, nessa linha cita:

A ciência e a arte de ensinar são ingredientes críticos no ensino, constituindo-se em processos chamados de pedagogia ou didática. Mas esses nomes ficaram poluídos por ideologias e ruídos semânticos. Perguntemos quem foram os grandes educadores da história. A maioria dos nomes decantados pelos nossos gurus faz apenas “pedagogia de astronauta”. Do espaço sideral, apontam seus telescópios para a sala de aula. Pouco enxergam, pouco ensinam que sirva aqui na terra”.

Logo, percebemos que se não contextualizarmos, estamos distanciando nossos alunos do aprender… Eu fico me lembrando da expressão dos alunos, de primeiro período, quando em sala, lá no início da minha atuação como docente - não tem tanto tempo assim… – eu iniciava “Este aqui é o micrótomo, ele é quem corta o tecido que vocês estão vendo aqui nestas lâminas”. Após algum tempo me ocorreu… Vocês sabem o que é um micrótomo? Seguia o silêncio sepulcral… Em um segundo momento, tentei “Quem aqui costuma comprar mortadela fatiada na padaria?” Continuei: “Pois é, o cortador de mortadela da padaria e o parente do Micrótomo, sendo que ele corta fatias grossas de frios e o micrótomo fatias em micrômetros de tecido” Aí escutei “Ah agira sim professor” Logo, contextualizar é preciso. Nesta linha de raciocínio busco ratificar com as colocações do colunista:

“Abundante pesquisa mostra que a maioria dos alunos só aprende quando o assunto é contextualizado. Quando falamos em analogias e metáforas, estamos explorando o mesmo filão. Histórias e casos reais ou imaginários podem ser usados na aula. Para quem vê uma equação pela primeira vez, compará-la a uma gangorra pode ser a melhor porta de entrada”.

E aí fico me lembrando dos meus mestres de Biologia que se esmeravam em cunhar frases, preparar paródias de músicas usando o conteúdo de Biologia e contando estórias… Com isso, o Cláudio de Moura Castro finaliza:

É preciso garimpar as boas narrativas que permitam empacotar habilmente a mensagem. Um dos maiores absurdos da doutrina pedagógica vigente é mandar o professor “construir sua própria aula”, em vez de selecionar as ideias que deram certo alhures. (…) Preparar aulas é buscar as boas narrativas, exemplos e exercícios interessantes, reinterpretando e ajustando (é aí que entra a criatividade). Se “colando” dos melhores materiais disponíveis ele conseguir fazer brilhar os olhinhos de seus alunos, já merecerá todos os aplausos”.

Pensemos nisso para o nosso dia-a-dia em sala…

Burity

Praticas Ambientais em Picinguaba - 11ª Ediçao

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Entre os dias 30 de Abril e 3 de Maio de 2009, foram realizadas as Práticas Ambientais em Picinguaba (Projeto que acontece a 11 anos no Curso de Ciências Biológicas). Durante quatro dias, discentes do Curso de Ciências Biológicas da UNIGRANRIO realizam diversas práticas no Parque Estadual da Serra do Mar, no Núcleo Picinguaba. Localizado no Município de Ubatuba, no estado de São Paulo o núcleo Picinguaba destaca-se por ser muito bem preservado, além de possuir diversos Biomas. A biodiversidade local e a riqueza de cenários possibilitam a realização de várias práticas em diferentes ambientes. Além disso, os alunos podem experimentar como é atuar na área ambiental. Atualmente organizado pelo Biólogo Preceptor Leandro Duarte o evento contou também com a participação dos professores João Miguel, Sula Salani, Helder de Paula, Wellington Matos e do professor convidado Vagner Reis. Neste período as atividades contaram com a participação de 49 alunos, dos Campi Caxias, Lapa e Silva Jardim.

Por: Biólogo Leandro Duarte

Uma visão da práxis do Biólogo e o Universo do trabalho.

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Vale observar que a cada semestre que passamos estamos colocando no universo de trabalho, biólogos recém-formados, cuja grande maioria com dúvidas na colocação profissional. Uma enquête realizada no ano passado, à pedido do Coordenador do Curso de Ciências Biológicas, verificamos que parte dos egressos não atuam como biólogos ou estão exercendo atividades que não condizem com sua formação profissional.

Pensando nisto e com o intuito de melhorar direcionar nossos egressos, criamos o Projeto de Extensão do Curso de Ciências Biológicas “O Mercado Profissional & o Profissional no Mercado”. Este tem por finalidade trazer a cada semestre profissionais biólogos, preferencialmente egressos da Inigranrio, das áreas de Saúde, Educação e Meio Ambiente, para falarem sobre a situação do universo do trabalho, de acordo com sua área de atuação.

Em 7 de maio, o Evento reuniu no Auditório do Campus I - Wilson Chagas de Araújo, cerca de 186 acadêmicos, para a paletra de 2 profissionanis 1 Biólogos e 1 Químico, convidados pela equipe organizadora  (Os Biólogos Preceptores), cujo foco central foi: O profissional biólogo e o Universo do trabalho Hoje”.

O Evento contou com a seguinte programação:

9:00 – Abertura do Evento / Profº Carlos Burity (Coordenador do Curso de Ciências Biológicas e  Tecnólogo em Gestão Ambiental)

9:00 às 10:30 – Marcos Antônio da Silva (Biólogo – Egresso Unigranrio)

Marcelo Barboza Toste (Químico – Egresso Unigranrio) – ambos da empresa ambiental M&M Dinâmic LTDA.

10:30 às 12:00 – Creuza Viana dos Santos (Bióloga – Faculdade Mª Tereza) – Especialista em Análises Clínicas e Inspetora Sanitária da ANVISA.

Durante as palestras, os alunos tiveram a oportunidade de obter informações importantes sobre as exigências do mercado profissional atual, dicas importantes de como proceder durante uma entrevista de trabalho, em dinâmicas de grupo, sobre a atuação do biólogo em laboratórios clínicos, a questão da responsabilidade técnica do profissional biólogo, enfim, foram momentos de trocas de experiências que serviram para agregar a formação dos nossos alunos.

Por: Biólogos Cristiane Mendes, Jaqueline Rose e Lenadro Duarte.

Projeto BioNaTrilha

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O projeto BioNaTrilha reúne alunos do curso de Ciências Biológicas que participam de atividades de campo nos finais de semana. As atividades são realizadas em trilhas da Cidade do Rio de Janeiro. Elas proporcionam aos acadêmicos do curso a oportunidade de vivenciar as teorias e também de divulgar os conhecimentos científicos e de educação ambiental aos demais freqüentadores desses lugares. Em meio aos belos cenários que só as Florestas Urbanas do Rio de Janeiro podem proporcionar os alunos têm contato com diversos elementos da fauna e flora. Não é raro que amigos e parentes dos alunos venham participar dos eventos. Essas experiências contribuem para a divulgação das Ciências Biológicas, bem com para a importância da preservação ambiental. O projeto hoje conta com a coordenação do Professor M.Sc. Wellington R Matos e participação de outros professores, além quatro alunos que participam como monitores das atividades.

Imagens da esquerda para a direita: Animais e plantas encontrados nas trilhas.

Desde que o projeto foi implantado já foram realizadas varias atividades, entre elas destacam-se Trilha do Pico da Tijuca no Parque Nacional da Tijuca, Trilha da Urca, Forte do Leme, Trilha no Jardim Botânico, Trilha da Catacumba. Além de um mini-curso de Técnicas de Campo. O ultimo evento realizado na Urca reuniu mais de 40 alunos de vários períodos do Campus Caxias e Lapa.

Acadêmicos do Curso de Ciências Biológicas da UNIGRANRIO em atividades do Projeto BioNaTrilha.

Próximos Eventos:

31 de Maio - Wellington

PARQUE DA CATACUMBA

7 de Junho -Rick

Pico do Telegrafo (Grumari)

14 de Junho - Wellington

PICO DA TIJUCA.

20 de Junho – Maria Luiza

ITACOATIARA

21 DE JUNHO – Wellington

RALLY FOTOGRÁFICO – JARDIM BOTÂNICO

Aviso: As atividades estarão sujeitas a confirmação.

Por: Prof. M.Sc. Wellington Matos