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Feira sim! Mas de Ciências…

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Entre os dias 17 18 de junho de 2009 o Curso de Ciências Biológicas realizou mais um de seus Eventos “A Feira de Ciências: os 8º e 9º anos em questão”. A ação foi desenvolvida pelos acadêmicos do 3º fluxo do Curso, sob a batuta da Prof. Luciana Leda (Nossa docente e representante da área de Ensino junto ao Curso).

As Feiras de Ciências aconteceram nos Campi Duque de Caxias (turnos manhã e noite), Lapa e Silva Jardim (turno noite) e tiveram por objetivos ampliar e estimular a troca de conhecimentos e solidificar a prática docente dos graduandos do Curso de Ciências Biológicas. Nestes dias, os stands foram visitados por alunos e Professores da IES, além de moradores do entorno (no caso de Duque de Caxias) e alunos do ensino  médio, convidados das Escolas do entorno.

Tal feira faz parte da disciplina Instrumentação para o Ensino de Ciências II, ministrada pela  própria Luciana Leda, contando na organização do Evento com a colaboração do Prof. Gustavo Luna (Silva Jardim) e da Bióloga Preceptora Cristiane Machado (Duque de Caxias).

Por M.Sc. Luciana Ribeiro Leda

 

Opções aos Egressos - Ciências Biológicas e Tecnólogo em Gestão Ambiental

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Curso de Especialização “Lato Sensu” – Biologia Molecular e Celular

Coordenação: Prof. Dr. Emerson Moreira Reis

Segunda turma já em curso!

A biologia celular e a biologia molecular são as bases do conhecimento científico para o atual avanço nos procedimentos biotecnológicos. Esta é uma área considerada promissora atualmente pelo governo federal, com previsão de investimentos públicos da ordem de duzentos milhões de reais até 2010. Além disso, há aumento no investimento da iniciativa privada em empresas que trabalham com biotecnologia (Bioagri/SP e DF, Excellion/RJ, Genetic-ID/RS, Teçam/SP, Allelyx - Votorantim/SP), criando novas vagas para profissionais com especialização em nestas áreas. Todo este avanço gera também a necessidade de atualizar e ampliar os conhecimentos dos professores dos ensinos médio e superior neste campo da ciência.

Curso de Especialização “Lato Sensu” – Ciências Ambientais

Coordenação: Profas. Dr. Patrícia Domingos e M.Sc. Luciana Ribeiro Leda

Início em Agosto!

As Ciências ambientais estabeleceram-se, cada vez mais, como uma necessidade crescente face às problemáticas de meio ambiente que enfrentamos em nossa sociedade, assim como é necessário profissionais que estejam preparados para atuar nessa mesma realidade mutável e exigente de alternativas de desenvolvimento sem degradação. Tais profissionais precisam consolidar um perfil de atuação que vislumbre possibilidades sustentáveis para as atividades econômicas. Dessa forma, necessitam construir uma conduta criativa, investigativa e comprometida com os princípios de sustentabilidade social e ambiental, bem como estar atualizados com ferramentas atuais de gestão, análise e intervenção sobre o meio ambiente. Pretende-se proporcionar a formação aprofundada de pessoal qualificado para o exercício profissional na área ambiental que seja capaz de formular propostas e projetos de ordenamento, controle, recuperação e desenvolvimento sócio-ambiental. A formação em Ciências Ambientais pretende atualizar e aprofundar a formação e reflexão de profissionais para atuarem em meio ambiente no atual contexto socioambiental.

“No seu conjunto, as avaliações não deixam dúvidas: é possível aprender a distância” Por: Claudio de Moura Castro

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Muitas das vezes me pego repondendo algumas indagações, contestações e administrando até insatisfações dos nossos futuros Biólogos e seus mestres… Sou um intusiasta de novas ferramentas, velhos princípios e oportunidade para expandir os horizontes! Logo, após todas estas conjecturas e certezas, me deparei com a coluna do Claudio de Moura Castro na Veja (Edição 2108 em 15 de abril de 2009,  Editora Abril). Leiam a matéria na íntegra:

“Novidade incerta? Mais um conto do vigário? Ilustres filósofos e distinguidos educadores torcem o nariz para o ensino a distância (EAD).

Logo após a criação dos selos de correio, os novidadeiros correram a inventar um ensino por correspondência. Isso foi na Inglaterra, em meados do século XIX. No limiar do século XX, os Estados Unidos já ofereciam cursos superiores pelo correio. Na década de 30, três quartos dos engenheiros russos foram formados assim. Ou seja, novo não é.

EAD significa que alunos e professores estão espacialmente separados – pelo menos boa parte do tempo. O modo como vão se comunicar as duas partes depende da tecnologia existente. No começo, era só por correio. Depois apareceu o rádio – com enorme eficácia e baixíssimo custo. Mais tarde veio a TV, área em que Brasil e México são líderes mundiais (com o Telecurso e a Telesecundaria). Com a internet, EAD vira e-learning, oferecendo, em tempo real, a possibilidade de ida e volta da comunicação. Na prática, a tecnologia nova se soma à velha, não a substitui: bons programas usam livros, o venerando correio, TV e internet. Quando possíveis, os encontros presenciais são altamente produtivos, como é o caso do nosso ensino superior que adota centros de recepção, com apoio de professores “ao vivo” para os alunos.

Há embromação, como seria esperado. Há apostilas digitalizadas vendidas como cursos de nomes pomposos. Mas e daí? Que área escapa dos vigaristas? Vemos no EAD até cuidados inexistentes no ensino presencial, como a exigência de provas presenciais e fiscalização dos postos de recepção organizada (nos cursos superiores).

Nos cursos curtos, não há esse problema. Mas, no caso dos longos, o calcanhar de aquiles do EAD é a dificuldade de manter a motivação dos alunos. Evitar o abandono é uma luta ingente. Na prática, exige pessoas mais maduras e mais disciplinadas, pois são quatro anos estudando sozinhas. As telessalas, que reúnem os alunos com um monitor, têm o papel fundamental de criar um grupo solidário e dar ritmo aos estudos. E, se o patrão paga a conta, cai a deserção, pois abandonar o curso atrapalha a carreira. Também estimula a persistência se o diploma abre portas para empregos e traz benefícios tangíveis – o que explica o sucesso do Telecurso.

Mas falta perguntar: funciona? Prestam os resultados? Felizmente, houve muita avaliação. Vejamos dois exemplos bem diferentes. Na década de 70, com Lúcia Guaranys, avaliei os típicos cursos de radiotécnico e outros, anunciados nas mídias populares. Para os que conseguiam se graduar, os resultados eram espetaculares. Em média, os alunos levavam menos de um ano para recuperar os gastos com o curso. Em um mestrado de engenharia elétrica de Stanford, foi feito um vídeo que era, em seguida, apresentado para engenheiros da HP. Uma pesquisa mostrou que, no final do curso, os engenheiros da HP tiravam notas melhores do que os alunos presenciais. Os efeitos do Telecurso são também muito sólidos.

Para os que se escandalizam com a qualidade do nosso ensino superior, sua versão EAD é ainda mais nefanda. Contudo, o Enade (o novo Provão) trouxe novidades interessantes. Em metade dos cursos avaliados, os programas a distância mostram resultados melhores do que os presenciais! Por quê? Sabe-se que a aprendizagem “ativa” (em que o aluno lê, escreve, busca, responde) é superior à “passiva” (em que o aluno apenas ouve o professor). Na prática, em boa parte das nossas faculdades, estudar é apenas passar vinte horas por semana ouvindo o professor ou cochilando. Mas isso não é possível no EAD. Para preencher o tempo legalmente estipulado, o aluno tem de ler, fazer exercícios, buscar informações etc. Portanto, mesmo nos cursos sem maiores distinções, o EAD acaba sendo uma aprendizagem interativa, com todas as vantagens que decorrem daí.

No seu conjunto, as avaliações não deixam dúvidas: é possível aprender a distância. Cada vez mais, o presencial se combina com segmentos a distância, com o uso da internet, e-learning, vídeos do tipo YouTube e até com o prosaico celular. A educação presencial bolorenta está sendo ameaçada pelas múltiplas combinações do presencial com tecnologia e distância”.

Por Claudio de Moura Castro - Economista.

Museu de Ciência e Vida; da Baixada Fluminense para o Brasil

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Vejam na íntegra a matéria divulgada através do Boletim da FAPERJ, apontando para mais este ganho da Baixada Fluminense, em relação à inauguração do MUSEU DE CIÊSCIA E VIDA.

Até o final deste ano, o município de Caxias, na Baixada Fluminense, deverá ganhar o maior museu interativo do Brasil. O anúncio foi feito pelo secretário de Estado de C&T, Alexandre Cardoso, no começo desta semana, na manhã de segunda-feira, 30 de março, durante solenidade de início das obras do Museu Ciência e Vida. Composto por três exposições permanentes, um planetário com tecnologia 3D, auditório destinado a exibições de cinema ou teatro, além de exposições temporárias, o museu terá quatro andares. Segundo Cardoso, o projeto já conta com as verbas empenhadas para a execução de suas obras e deve ser inaugurado no dia 25 de dezembro deste ano. O projeto é o resultado de uma parceria da Secretaria de C&T, FAPERJ, Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cecierj) e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

A solenidade de início das obras foi realizada no auditório do prédio do antigo Fórum de Caxias, local onde será construído o novo museu. Além de Alexandre Cardoso, o evento contou com a presença do governador Sérgio Cabral; do vice-governador e secretário de Obras, Luiz Fernando Pezão; da secretária de estado de Ação Social, Benedita da Silva; do prefeito de Caxias, José Camilo Zito; da vice-presidente de divulgação científica do Cecierj, Mônica Damouche, do presidente do Museu da Vida/Fiocruz, Pedro Paulo Soares; do diretor da Empresa Municipal de Obras Públicas (Emop), Ícaro Moreno; do reitor do Centro Universitário da Zona Oeste (Uezo), Roberto Soares de Moura; do presidente da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Rio de Janeiro (Faetec), Celso Pansera, e diversas outras autoridades.

O evento lotou o auditório do antigo Fórum com a presença de mais de 200 pessoas. Na ocasião, Sérgio Cabral destacou a importância do futuro museu como um espaço para estimular a educação de jovens e o turismo na região. “Neste espaço, os jovens poderão aprender num local equipado com o que há de mais moderno em termos de interatividade em todo o mundo”, afirmou. “Além disso, pela qualidade do novo espaço não só os moradores da Baixada e de Duque de Caxias, mas turistas de todo o Brasil e até mesmo do exterior deverão visitar o local”, acrescentou.

Já o secretário de C&T, Alexandre Cardoso, destacou o papel do museu em trazer ao conhecimento do público uma parte da história da Baixada que poucos conhecem. “O local mostrará as características ambientais e riquezas da região. Temos uma refinaria em Duque de Caxias, mas quase ninguém sabe como funciona. Por isso, aqui no museu, haverá uma réplica da refinaria e exposições sobre geração de energia”, afirmou Cardoso.

O vice-governador e secretário de Obras, Luiz Fernando Pezão destacou os investimentos feitos na região. “Estamos realizando muitas obras voltadas para educação de jovens e adultos, como a construção de CVTs (Centro de Vocação Tecnológica, destinados à formação de técnicos) e de polos de educação a distância em Caxias e nos municípios da Baixada. Além disso, estamos desenvolvendo uma obra de dragagem no rio Sarapuí e a criação de um arco metropolitano no local, o que contribuirá para melhorar as condições de vida da população e para trazer crescimento econômico no local”, explicou Pezão.

Por último, a vice-presidente de divulgação científica do Cecierj, Mônica Damouche, destacou a importância dos investimentos em museu no crescimento do país. “Apenas 18% dos municípios do Brasil possuem museus e este é um presente do estado para a Baixada. Hoje em dia, estes espaços são altamente rentáveis para a economia local: a cada um real investido pelos governos na criação de um museu, o próprio espaço consegue captar por meio de cobrança de bilheteria, exposições e outras atividades”, disse Mônica.

A visita ao museu será iniciada pelo último andar, com acesso feito por elevador, destinado a portadores de deficiência física ou por rampa. Ali, ficará montada permanentemente a exposição “A energia que move o mundo”, criada em parceria com a Petrobras. Nela, o visitante entrará em contato com os métodos mais modernos de obtenção de energia e poderá entender melhor como é feita a extração do petróleo, observando um simulador usado no treinamento para operadores de plataformas. No térreo, haverá um planetário, onde uma cúpula de oito metros de diâmetro possibilitará a projeção de aproximadamente seis mil estrelas.

No terceiro andar, o visitante aprenderá um pouco mais sobre seu próprio corpo. A exposição “Viagem pelo corpo humano” mostrará o funcionamento de órgãos vitais e como o organismo reage às doenças que mais acometem os moradores da Baixada. Uma área dessa exposição será destinada às crianças, “Corpinho humano”. No segundo andar do museu, “Da gota d’água ao meu ambiente” mostrará todas as riquezas da Baixada e o papel do homem na degradação do meio ambiente. No primeiro andar, a Sala de Aquários convidará o público a ver e interagir, nos tanques de contato, com a fauna marinha que existe e a que já habitou a Baía de Guanabara.

© FAPERJ – Todas as matérias poderão ser reproduzidas desde que citada a fonte.

A palavra é: empreendedorismo; as siglas são: PRIME, FINEP, COPPE e SEBRAE…

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A FINEP reuniu, na quinta-feira, 17/04, representantes das 18 incubadoras selecionadas pelo Programa Primeira Empresa Inovadora (Prime), projeto de subvenção econômica para empresas nascentes de caráter inovador. No encontro, o Diretor de Inovação da Financiadora, Eduardo Costa, apresentou as propostas do Prime, que deve ser lançado até julho. Até 2011, a FINEP planeja liberar R$ 1,3 bilhão para cerca de 1.800 empresas por meio das incubadoras, que ficarão responsáveis pela seleção dos empreendimentos e repasse direto da verba estatal. “Esta é uma idéia ousada e inovadora que pode se transformar em um dos maiores programas da história desta casa”, disse o diretor.

No primeiro ano, os recursos serão repassados em forma de bolsa e, por isso, estarão livres de taxação. “No começo do processo, o dinheiro (R$ 120 mil) será, literalmente, dado para cada empresa. Com esse dinheiro, será possível a contratação de técnicos, administrador e consultoria de mercado”, revelou Costa. Já a outra metade dos recursos, financiada no segundo ano por meio do Programa Juro Zero, será devolvida em 100 vezes sem juros.

Segundo Gina Paladino, Superintendente da Área de Pequenas Empresas Inovadoras da FINEP, “o Prime irá trabalhar para o desenvolvimento regional, a inovação tecnológica e a ascensão das pequenas empresas no país”. Antes de assinar o programa, os novos empreendedores passarão por um curso obrigatório de imersão em negócios, com duração de nove dias. Nele, decidirão se, realmente, estão aptos a receber investimentos – R$ 240 mil, no final de dois anos.

Retirado do site da FINEP (30/03/09 às 21h)

Neste sentido, a COPPE-UFRJ, como uma das incubadoras divulga…

Incubadora da Coppe coordena décima edição do Desafio Sebrae

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Estão abertas as inscrições para a décima edição do Desafio Sebrae. Desenvolvido pela Incubadora de Empresas da COPPE/UFRJ, o jogo incentiva universitários a se tornarem futuros empreendedores. Estudantes de cursos superiores de todo o país podem se inscrever pelo site www.desafio.sebrae.com.br até o dia 13 de maio. A expectativa é que cem mil alunos se inscrevam nesta edição.

O objetivo do Desafio Sebrae é difundir a cultura do empreendedorismo no meio universitário, estimulando o interesse dos futuros profissionais pela abertura de novos negócios. O jogo simula o dia-a-dia de uma empresa, exigindo dos estudantes rapidez e eficiência na tomada de decisões gerenciais. Nesta edição, o desafio dos alunos será administrar uma indústria de brinquedos artesanais.

Cada equipe deverá reunir de três a cinco participantes. Este ano, o jogo contará com uma plataforma mais sofisticada, que proporcionará grande interatividade com vídeos trazendo notícias atualizadas a cada rodada e outros recursos tecnológicos que darão a sensação de realidade. Outra novidade é que os participantes deverão fazer download do jogo pela internet. Não haverá mais envio de manuais e CDs pelo correio.

Os vencedores nas etapas estaduais são premiados com notebooks, viagens e cursos no Sebrae. Já a equipe campeã nacional ganha uma viagem internacional para conhecer centros empreendedores — em 2008, o destino foi Barcelona, na Espanha. Ao longo de seus dez anos de existência, a edição nacional do Desafio Sebrae já registrou mais de 500 mil participantes.

Mais informações:

Assessoria de Imprensa da Incubadora da COPPE/UFRJ
Danielle Ritton – danielle@caja.com.br
Júlia Caminha – julia@caja.com.br
Rita Fernandes – rita.fernandes@caja.com.br

Retirado do site da FINEP (30/03/09 às 21h)

Programa Meu Primeiro Estágio

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Foi realizado em 19/03/09 o processo seletivo para o Programa de Capacitação Laboratorial a ser realizado no Laboratório Multidisciplinar. O processo seletivo contou com 63 alunos inscritos, todos exclusivamente do curso de Ciências Biológicas (1º ao 3º período). Todos os inscritos passaram por uma dinâmica de grupo, liderada pela Bióloga Preceptora/Supervisora do Curso Cristiane Machado Mendes, onde se contou com a participação e apoio das funcionárias do Laboratório Multidisciplinar, Suelen e Alessandra. Após o término desta dinâmica, os alunos foram submetidos a uma redação cujo tema foi “Ser Biólogo, o que esperar? Minhas expectativas e angústias”.

Este programa de capacitação tem como objetivo inserir nossos alunos, dos 3 primeiros fluxos acadêmicos, no primeiro contexto laboratorial, onde realizarão atividades, sob a minha supervisão, no setor que lhes desenvolverão competências e habilidades, assim como agregarão valor a sua formação acadêmica.

Os alunos passarão por treinamentos em biossegurança laboratorial, uso de EPI e EPC, símbolos e sinalização de risco biológico, técnicas de lavagem e esterilização de vidrarias laboratoriais entre outras atividades desenvolvidas no setor. O programa terá um período de 3 meses com início em 25/03 e os alunos participantes passarão por avaliações quinzenais (teóricas e práticas) que lhes garantirão um certificado ao final do programa.

Vejam os  Selecionados:

Beatriz Soares do Nascimento - 4307226 (Caxias)

Nathália Madeira - 4307555 (Caxias)

Fernando Bianelli Júnior - 4306319 (Lapa)

Israel Alves da Silva - 4306839 (Caxias)

Hugo Ferreira Henrique - 4307530 (Caxias)

Juliana V. Alcântara - 4306895 (Caxias)

Erika Carolina da Silva Marques - 4307523 (Caxias)

Postado Por:

Bióloga Cristiane M. Mendes

Ciências Biológicas - Unigranrio

Ciências Biológicas da UNIGRANRIO no 60º. Congresso Nacional de Botânica

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O trabalho intitulado “LEVANTAMENTO DAS PLANTAS MEDICINAIS COMERCIALIZADAS NA FEIRA LIVRE DO MUNICÍPIO DE DUQUE DE CAXIAS, RJ” foi aprovado para participar da seção de trabalhos da área de Etnobotânica, no próximo Congresso Nacional de Botânica, que será realizado em Junho na cidade de Feira de Santana, Bahia. Esse trabalho foi elaborado pelos alunos Eduardo Pereira R. Lima e Mônica Maia sobre a orientação do Prof. Wellington R. Matos. A etnobotânica ainda é uma área pouco conhecida da botânica, sendo seu principal objetivo investigar as relações entre o homem e as plantas, principalmente no que se refere ao resgate da cultura e a sustentabilidade das atividades econômicas de populações tradicionais. A feira livre de Duque de Caxias é uma das maiores e mais antigas da Baixada Fluminense, as plantas nelas comercializadas fornecem dados importantes sobre a história e cultura regional. Nesse trabalho os alunos aceitaram o desafio feito em sala de aula, trabalharam com um tema para novo, empreenderam e literalmente foram “além da sala de aula”.

Confira mais detalhes em: http://www.60cnbot.com.br

Postado por:

Prof. M.Sc. Wellington Rodrigues de Matos

Assistente de Coordenação
Curso de Ciências Biológicas
UNIGRANRIO

Quem quer ser virologista??? EU…

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É de fato foi uma pergunta que me fiz ao longo do fim de semana, após ler algumas das revitas semanais tais como: Época e Veja. Veja só que relação tem a virologia com o Zoo de São Paulo, o aniversário de Darwin (12 de Fevereiro) e a dengue!!! Explico…

No Zoo de São Paulo uma veterinária, entre outros funcionários, tiveram suas carreiras ameaçadas e comprometidas nos idos de 2004 e 2005. Estes teriam sido relacionados a um suposto serial killer de mamíferos e em ordem alfabética, através do uso de um raticida, cujo o princípio ativo  é o Monofluoracetato de sódio, MFA. Hoje as investigações apotam para nada mais nada memos que encefalomiocardite, virose que afeta prioritariamente mamíferos (claro que não em ordem alfabética, rsrsrs…). Parece que a justiça será feita e o caso esclarecido. Parece que a virose é considerada uma zoonose, a qual comprometria o funcionamento do Zoo???

Leia mais em:

Boletim da ANCLIVEPA, N.33 - 2004.

Revista Época, n.560, 9/02/09

Tá e o Darwin… Desde 1837 quando do famoso esboço da árvore da vida, Darwin explicava a derivação de novas espécies, a extinção de outras através do “ramos” de parentesco! Aí surgiram os achados gênicos relatados no ano passado: segmentos de DNA idênticos em espécies distantes, i.e. de “ramos” distantes? Aí vai o principal suspeito deste feito - o vírus! Postula-se que o vírus  inocula material genético em seres vivos distintos, podendo gerar variabilidade e oportunidades evolutivas a estes seres vivos! Daía a idéia de teia ao invés de árvore, pela complexidade das interações genéticas dos seres vivos…

Darwin no Brasil

Revista Época, n. 560, 09/02/09.

Ufa… Só falta a Dengue!

Será que o vírus da dengue e ou o vetor é bairrista?! Autoridades sanitárias averiguam o porquê das discrepâncias epidemiológicas da dengue na fronteira RJ/SP. Isto indica que precisamos estudar mais um pouco sobre tal virose, bem como discutir um pouco mais as políticas públicas, em se tratando de tal situação. Autoridades supõem erros nos dados epidemiológicos e iatrogenias nos disgnósticos de moléstias com quadro clínico semelhantes… Daí podemos estar superestimando os casos no RJ ou subestimando-os em SP! Vale a leitura: Revista Época n. 560, 09/02/09.

Viu, quem disse que a virologia não orbita diferentes áreas da biologia, com diferentes aspectos. Vale ou não ser virologista??

Burity

Saúde & Ambiente em Revista - SARE

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Após dois anos em ambiente HTML (on line) a Revista devotada a Saúde e Ambiente, nascida no Instituto de Biociências, hoje na Escola de Ciências da Saúde (CSE), tornou-se de fato eletrônica… Agora estamos na plataforma SEER. Software livre, internacional (PKP), para editoração eletrônica de revistas, desenvolvido no país pelo IBICT (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia).

A Revista é uma publicação científica periódica semestral, que publica resultados de pesquisa básica ou aplicada, relacionados à grande área de Biociência, com uma abordagem voltada para as diferentes vertentes da saúde e do meio ambiente. Se direciona a pesquisadores,pós-graduandos, estudantes e o público em geral.

Já estamos indexados em diferntes sistemas nacionais e internacionais. Acesse-nos e confira!

Saúde & Ambiente em Revista - SARE, Unigranrio.