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De hirsutos a glabros – A origem do macaco nu; a luz da morfofisiologia do tegumento

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Se possuir pêlos é característica definidora de Classe, a dos mamíferos, você já se perguntou sobre a sua importância?; e a sua função?; indo além, a sua ausência?

É sabido que os mamíferos usam os pelos para se camuflar (ex.: onça, na mata), proteger (ex.: urso polar, do frio) e até se expressar quando eriçam demonstrando atitude ameaçadora ou de medo. E nós macacos nus como nós viramos?

Você já se pegou perguntando como perdemos os pêlos no corpo? Como nos adaptamos funcionalmente a isso?

Vamos recorrer a Evolução e a morfofisiologia, a luz do que se sabe hoje para dar algumas destas repostas.

Sabe-se que os Australopithecus (3,6 milhões de anos atrás) viviam em mata fechada com abundância de recursos alimentares, estes eram adaptados à vida semi-arborícola, onde éramos peludos e com pele clara. No entanto, o Homo ergaster (1,6 milhões de anos atrás), em decorrência das mudanças no planeta, àquela época, viu seu habitat mudar para savanas, onde este prescindiu de postura bípede, visão estereoscópica privilegiada, maior capacidade craniana e um caçador, já mostrando de perda de pelos corporais. Como esta mudança foi possível…

A resposta está no tegumento – a pele, órgão fundamental a termo regulação. Somente estando apto a termoregular a exposição ao sol e a produção de calor, durante as atividades físicas, tais como as caçadas, o homem conseguiu sucesso evolutivo em sua linhagem.

Ao compararmos a pele de um mamífero peludo com a de um homem moderno, verificamos os seguintes aspectos: tufos de pelos e suor mais oleoso nos primeiros, em detrimento de poucos pelos e suor menos gorduroso nos humanos. A pele de mamífero é rica em três tipos de glândulas: écrinas, apócrinos e holócrinas (sebáceas). A primeira é muito prevalente em humanos, respondendo por um suor menos gorduroso e facilitando assim que o biofilme de suor formado na pele evapore facialmente resfriando o homem. Contudo, em animais, o aumento de hastes de pelo, aumentam, por conseguinte as glândulas holócrinas, que geram um suor mais oleoso, que se emaranha, dificultando a evaporação.

Outro aspecto interessante trata-se da pigmentação. Se os chimpanzés são tão parecidos genéticamente conosco, o que difere para que estes tenham corpo peludo e pele rosa, se os humanos no berço da civilização são nus e de pele negra! Outra adaptação, pois a pigmentação se tornou necessária com vistas a grande exposição ao sol, sendo necessária a proteção do núcleo das células contra a exposição a radiação solar, na região equatorial. Já é sabido que da pequena diferença genética que temos com os chimpanzés, parte desta é expressa nas proteínas geneticamente codificadas na pele.

Com isso, pode-se dizer que tais adaptações morfofofuncionais foram cruciais a Evolução humana.

Para ler mais sobre, eu recomendo:

Scientific American, Ano 8, n. 94;

Skin: A natural history. Nina G. Jablonsky. Univ. of California Press, 2006.

Como anda o tempo em Duque de Caxias? Pergunte aos alunos de Gestão Ambiental e Ciências Biológicas…

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Neste último Sábado, 14 de Novembro, foi inaugurada a Estação Meteorologia da UNIGRANRIO, no Campus I. Na ocasião foi realizada palestra intitulada “Influência da Meteorologia nos Componentes Ambientais”, ministrada pela Meteorologista do Inea - Mariana Palagano. O evento contou com a participação de cerca de 50 alunos, docentes e a Gestão dos Cursos de Ciências Biológicas e Tecnólogo em Gestão Ambiental. A Estação Meteorológica representa um investimento da Universidade, com vistas a servir de instrumento e laboratório, para alunos e professores, no sentido de monitorar o clima na região central de Duque de Caxias. Soma-se a sua importância o fato desta ser a única estação deste tipo (Oregon, WMR-928NX) em funcionamento na região e seu entorno.

O equipamento é composto de três partes principais: sensores, painel receptor, computador com software e datalogger. O conjunto de sensores, movidos por energia solar, que estão instalados em um tripé sobre grama sintética, em anexo no 3º Andar do Bloco B. Estes sensores recolhem continuamente informações como: precipitação pluviométrica, temperatura interna e externa, umidade relativa do ar, velocidade e direção do vento e pressão barométrica. Estas informações são enviadas via rede sem fio (wireless) para o painel receptor, instalado na secretaria da Escola de Ciências da Saúde. O painel é conectado a um equipamento denominado datalogger, que armazena cerca de 3000 leituras, com frequência de até 1 minuto da leitura. Assim sendo, ao lançarmos tais dados no computador, através de cabo serial com o datalogger, estaremos aptos a armazenar e fornecer tais informações para a comunidade acadêmica e a sociedade em geral. Em breve, estaremos dispondo na página inicial da Universidade, estes dados para o público em geral. Contudo, desde a sua inauguração estes dados já estão sendo armazenados.

Neste sentido, estamos concretizando mais um Projeto conjunto entre os Cursos de Ciências Biológicas e Gestão Ambiental, de outros que lançaremos no próximo ano.

Burity, Wellington, Mª Isabel, Rogério e André

 

A INCLUSÃO DA DISCIPLINA LIBRAS NOS CURSOS DE LICENCIATURA DA UNIVERSIDADE DO GRANDE RIO - UNIGRANRIO

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No último dia 25, a Professora Ana Paula Oppenheimer (Escola de Educação), que atua nas nossas turmas de Libras da Licenciatura, nos solicita a divulgação de que apresentou trabalho no VIII Congresso Internacional/XIV Seminário Nacional do INES.Trata-se de evento de caráter técnico-científico dirigido a pessoas surdas e ouvintes, e tem como público-alvo, principalmente profissionais de nível superior, ligados ao campo da educação de surdos em trabalho de atendimento ou de pesquisa - pedagogos, professores, linguistas, fonoaudiólogos, psicólogos, psicanalistas, assistentes sociais, sociólogos, entre outros.Também constituem público natural do Evento os instrutores e intérpretes de Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, os gestores e técnicos da esfera educacional nos diferentes níveis de governo, os representantes de entidades de surdos e de instituições especializadas, bem como os estudantes de graduação e pós-graduação.
Vejam abaixo o resumo do trabalho da Prof. Ana Paula:

O presente estudo sobre a Inclusão da Disciplina Língua Brasileira de Sinais nos cursos de Licenciaturas da Universidade do Grande Rio - UNIGRANRIO teve como objetivo relatar as atitudes dos 233 alunos participantes desse processo de inclusão e em termos específicos, procurar (1) analisar as concepção dos discentes acerca da disciplina LIBRAS; (2) levantar as dificuldades e os problemas com a inclusão da disciplina; (3) analisar as representações dos discentes sobre a disciplina; (4) identificar fatores que contribuem para a aprendizagem do ensino da Língua Brasileira de Sinais. Este contato com os alunos permitiu aspectos até então desconhecidos por nós quanto ao processo de inclusão de uma nova disciplina em matrizes curriculares consolidadas. O sentido dado a essas experi|ências constituiu a realidade, ou seja, um cenário “socialmente constrído” estruturado em três fases: Percepção, Reconhecimento e Valorização Crítica. É importante ressaltar que o estudo possibilitou aos futuros profissionais de diversas áreas a reflexão sobre a importãncia do reconhecimento da pessoa surda. Espera-se que, através da inclusão da disciplina LIBRAS nos cursos de licenciaturas, os futuros profissionais em ampla articulação com diversos setores da sociedade civil tornem a Língua de Sinais uma Língua presente na vida social, política e econômica brasielira, favorecendo a construção da sociedade inclusiva.

 

Parabéns a Prof. Ana Paula e seus alunos.

Burity

II Congresso de Biólogos dos Estados RJ/ES e o XVIII ENBIO

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Conforme divulgamos em nosso BLOG, aconteceu nos dia 14 a 16 de setembro de 2009, no Auditório da FIRJAN, na Tijuca – RJ, o II Congresso de Biólogos dos Estados RJ/ES e o XVIII ENBIO, onde comemoramos os 30 anos de regulamentação da profissão, homenageando aos que direta e indiretamente participaram dessa realização.

A UNIGRANRIO comemora e MUITO!!!! Estivemos representados pela Bióloga Jaqueline Oliveira e por acadêmicos de Ciências Biológicas, que expuseram seus trabalhos no II CBio e, em Evento paralelo, o Fórum Anual de Coordenadores de Cursos de Ciências Biológicas, onde foram discutidas as áreas de atuação do Biólogo, contou com a participação do nosso Coordenador Geral Prof. Carlos Burity.

Foto gentilmente cedida pelo CRBio do almoço de confraternização entre Coordenadores

Destaque seja dado aos resultados que auferimos com nossos acadêmicos e docentes, dentre os diferentes trabalhos de Universidades Públicas ou Privadas apresentados. Nossos alunos, sob orientação de nossos docentes, tiveram um desempenho excelente! Vejam abaixo:

* 2º Lugar - Nathália Carina dos Santos Silva, et al. – “Mapa da trilha interpretativa no Parque Natural Municipal da Taquara em Duque de Caxias – RJ”.

* 3º Lugar - Alexandre Takio Kitagawa, et al. - Alimentação do Listrura nematopteryx de Pinna, 1988 em cativeiro e ecologia do habitat natural (Trichomycteridae, Glanapteryginae).

Alexandre Takio Kitagawa, et al. – “Levantamento preliminar de espécies exóticas da ictiofauna do Rio da Taquara, Duque de Caxias, Rio de Janeiro, Brasil”.

Alexandre Takio Kitagawa, et al. – “Mapeamento do entorno do Parque Natural Municipal da Taquara, Duque de Caxias, Rio de Janeiro, Brasil”.

Vera Telma Macedo da Rocha, et al. Ciência Itinerante: “Mobilidade a favor da ciência, tecnologia e informação.”

* Prêmio Biólogo Antônio José Bianchi Nunes. Serão oferecidos pela Família Torres Nunes (do nosso saudoso colega Bianchi) para os melhores trabalhos classificados conforme a ordem: R$ 100,00 (cem reais) para o quarto colocado, R$200,00 (duzentos reais) para o terceiro colocado; R$300,00 (trezentos reais) para o segundo colocado e R$500,00 (quinhentos reais) para o primeiro colocado, perfazendo um total de R$1.100,00 (um mil e cem reais). Em caso de empate o Presidente da Comissão dará o seu voto. Todos os Orientadores (se houver) dos trabalhos serão contemplados com Menções Honrosas, e se forem Biólogos deverão estar em dia com o CRBio-02.

Parabéns a todos os participantes, o Curso de Ciências Biológicas tem orgulho de mostrar que nossos alunos, sob orientação de nossos docentes, continuam produzindo e se destacando no meio acadêmico, científico e tecnológico do nosso Estado.

Por Biólogos Jaqueline Oliveira e Carlos Burity

Ciências Biológicas - Unigranrio Aprova Trabalhos no II CBio RJ/ES

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II CBio - XVIII ENBio

O CRBio-02 realizará nos dias 14, 15 e 16 de setembro, no auditório da FIRJAN - Rio de Janeiro (RJ), a 18º Edição do seu evento anual, o II Congresso de Biólogos dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo (CBIO) e XVIII Encontro de Biólogos dos Estados do Rio de Janeiro e do Espirito Santo (ENBIO). Já estamos aceitando inscrições de trabalho para a 2º Edição do Prêmio Biólogo Antônio José Bianchi Nunes.

PROGRAMAÇÃO

Fracionator - Não é “Tabajara”, mas uma ferramenta de quantificação neuronal

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Primatas Humano e Não-Humano uma visão antropocêntrica de animais da mesma Ordem, usando ferramentas modernas de quantificação!

Quando falamos em quantificação morfológica, não podemos deixar de mencionar a técnica da Estereologia. Tal técnica teve seus fundamentos aplicados em meados do século XIX, por um engenheiro de minas denominado Delesse. Contudo, foi com o advento da fundação da International Society of Stereology – ISS, na década de sessenta, em Stuttgart, que pesquisadores foram arregimentados pelas facilidades e resultados que tal método quantitativo pode oferecer.

No Brasil, temos como grande divulgador e usuário da metodologia o Prof. Dr. Mandarim-de-Lacerda, na UERJ. Onde, tive a oportunidade de trabalhar fazendo IC, Aperfeiçoamento, Mestrado e Doutorado.

A Estereologia é ferramenta capaz de estimar parâmetros tridimensionais a partir de cortes histológicos bidimensionais. Para tal algumas premissas metodológicas têm de ser atendidas; um dos princípios mais importantes é a obtenção de cortes (de tecido) aleatórios e uniformemente isotrópicos. Logo, tecidos anisotrópicos (tal qual a córtex cerebral) necessitam de procedimentos mais específicos para atender tal premissa. Neste sentido, sem refutar os pressupostos da técnica Estereológica, a pesquisadora Suzana Carvalho Herculano-Houzel (UFRJ), preconizou em 2005 uma técnica que denominou de não esterológica, ora denominada “Isotropic Fracionator”. Neste método, a pesquisadora é capas de transformar regiões do córtex altamente anisotrópicas, em uma solução de núcleos celulares, os quais por imunocitoquímica podem ser identificados como neuronal ou não-neuronal. Tal técnica serviu para que fossem revistos os valores publicados na obra de Roberto Lent, entitulado “100 Bilhões de Neurônios”, conforme recentemente divulgado na revista da FAPERJ (Pesquisa Rio, AnoII,nº7, junho de 2009:52-54), pela Drº Suzana, onde afirma que são 86 Bilhões de neurônios e que estes são metade das células do nosso cérebro e não um décimo! Neste mesmo artigo a autora faz inferências interessantes para discutirmos morfometria, evolução e filogenia. Boa leitura…

Burity

CB - Unigranrio comtemplada em C&T na FAPERJ novamente!

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Fundação anuncia resultado de dois editais: 103 projetos contemplados

A Fundação anunciou, nesta quinta-feira, 13 de agosto, o resultado de dois editais: Apoio à Produção de Material Didático, que teve 63 propostas aprovadas, e Difusão e Popularização da Ciência e da Tecnologia, com 40 projetos contemplados. Ao todo, foram beneficiados 103 projetos.

Das 15 instituições beneficiadas no programa de Apoio à Produção de Material Didático, a que teve o maior número de propostas aprovadas foi a Universidade Federal do Rio de Janeiro, com 19. A segunda colocação coube à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), com 12, enquanto o terceiro lugar ficou com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com seis. A Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio) tiveram, cada uma, três propostas aprovadas, enquanto a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), teve três projetos contemplados. Foram ainda beneficiados o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), o Centro de Ciências do Rio de Janeiro (Cecierj), o Museu Espaço Ciência Viva (ECV), a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), a Faculdade de Filosofia Santa Dorotéia (FFSD), a Universidade do Grande Rio (Unigranrio), o Conservatório Brasileiro de Música (CBM), e o Centro Universitário de Volta Redonda (Unifoa), com um projeto aprovado, cada.

Carlos Henrique de F. Burity
Sergian Vianna Cardozo 
Rodrigo Alves

Atlas de morfologia comparada digital: uma abordagem ao ensino e pesquisa macroscópica, microscópica e histopatológica.

Com recursos da ordem de R$ 1,5 milhão, o edital apoia a produção de material didático para atividades de ensino e pesquisa em instituições fluminenses, sejam livros, coletâneas, apostilas, CDs, DVDs e jogos, entre outros, incluindo-se aqueles com conteúdo específico para a educação a distância.

No programa de Difusão e Popularização da Ciência e da Tecnologia, nove instituições foram contempladas e, entre elas, a que teve o maior número de projetos beneficiados foi a UFRJ, com 18. Segunda colocada, a Uerj teve seis propostas aprovadas, enquanto Uenf, UFF e Fiocruz tiveram, cada, quatro projetos beneficiados. PUC, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP) e Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet) aprovaram, cada, uma proposta.

Também com recursos de R$ 1,5 milhão, o programa, criado em 2007,  apóia a promoção de iniciativas em difusão e popularização da ciência e tecnologia, destinadas a democratizar a produção de conhecimento e que possam ser operacionalizadas em políticas e medidas a serem adotadas no estado.

Confira abaixo a listagem completa dos contemplados:

Apoio à Produção de Material Didático para Atividades de Ensino e/ou Pesquisa

Difusão e Popularização da C&T no Estado do RJ – 2009

© FAPERJ – Todas as matérias poderão ser reproduzidas, desde que citada a fonte.

Aluno de CB - Unigranrio é 3º Colocado no Mestrado do Museu Nacional (UFRJ)

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Olá pessoal,

Sou o Rodrigo Lula, to mandando esse e-mail pra dizer q consegui passar no mestrado de zoologia do Museu Nacional/UFRJ em 3ª colocação. Obrigado a todos vocês que me deram a maior força durante o desenvolvimento dos dois projetos de inciação científica que fiz na UNIGRANRIO, e conforme prometido, deixei um depoimento lá no portal, afinal temos q fazer propaganda da nossa faculdade de origem rs rs

Um abç bem grande a todos e obrigado novamente

Rodrigo Salles”

Caro Rodrigo,

Nós da Unigranrio nos orgulhamos do seu sucesso! O Mestrado PPGZoo-MN-UFRJ, funciona desde 1972, é extremamente concorrido e de nível 5 da CAPES; parabéns!

O Rodrigo de Oliveira Lula Salles foi nosso aluno (mat.4304489), no período de 25/02/2005 até 24/07/2008, onde Cursou a Habilitação de Licenciatura, se formou com um CR 8,57 e nunca teve uma reprovação. Rodrigo logo se identificou com os trabalhos do Prof. Luiz Weber (Professor de Zoologia, hoje na Universidade Federal da Bahia), na área de Herpetologia. Teve oportunidade de participar de trabalhos de IC com anfíbios no Parque Natural da Taquara e no PARNASO, resultando em duas publicações no peródico Check list (UNESP).

Tai, Rodrigo é um bom exemplo a ser seguido pelo nossos acadêmicos…

Burity

Feira sim! Mas de Ciências…

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Entre os dias 17 18 de junho de 2009 o Curso de Ciências Biológicas realizou mais um de seus Eventos “A Feira de Ciências: os 8º e 9º anos em questão”. A ação foi desenvolvida pelos acadêmicos do 3º fluxo do Curso, sob a batuta da Prof. Luciana Leda (Nossa docente e representante da área de Ensino junto ao Curso).

As Feiras de Ciências aconteceram nos Campi Duque de Caxias (turnos manhã e noite), Lapa e Silva Jardim (turno noite) e tiveram por objetivos ampliar e estimular a troca de conhecimentos e solidificar a prática docente dos graduandos do Curso de Ciências Biológicas. Nestes dias, os stands foram visitados por alunos e Professores da IES, além de moradores do entorno (no caso de Duque de Caxias) e alunos do ensino  médio, convidados das Escolas do entorno.

Tal feira faz parte da disciplina Instrumentação para o Ensino de Ciências II, ministrada pela  própria Luciana Leda, contando na organização do Evento com a colaboração do Prof. Gustavo Luna (Silva Jardim) e da Bióloga Preceptora Cristiane Machado (Duque de Caxias).

Por M.Sc. Luciana Ribeiro Leda

 

Opções aos Egressos - Ciências Biológicas e Tecnólogo em Gestão Ambiental

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Curso de Especialização “Lato Sensu” – Biologia Molecular e Celular

Coordenação: Prof. Dr. Emerson Moreira Reis

Segunda turma já em curso!

A biologia celular e a biologia molecular são as bases do conhecimento científico para o atual avanço nos procedimentos biotecnológicos. Esta é uma área considerada promissora atualmente pelo governo federal, com previsão de investimentos públicos da ordem de duzentos milhões de reais até 2010. Além disso, há aumento no investimento da iniciativa privada em empresas que trabalham com biotecnologia (Bioagri/SP e DF, Excellion/RJ, Genetic-ID/RS, Teçam/SP, Allelyx - Votorantim/SP), criando novas vagas para profissionais com especialização em nestas áreas. Todo este avanço gera também a necessidade de atualizar e ampliar os conhecimentos dos professores dos ensinos médio e superior neste campo da ciência.

Curso de Especialização “Lato Sensu” – Ciências Ambientais

Coordenação: Profas. Dr. Patrícia Domingos e M.Sc. Luciana Ribeiro Leda

Início em Agosto!

As Ciências ambientais estabeleceram-se, cada vez mais, como uma necessidade crescente face às problemáticas de meio ambiente que enfrentamos em nossa sociedade, assim como é necessário profissionais que estejam preparados para atuar nessa mesma realidade mutável e exigente de alternativas de desenvolvimento sem degradação. Tais profissionais precisam consolidar um perfil de atuação que vislumbre possibilidades sustentáveis para as atividades econômicas. Dessa forma, necessitam construir uma conduta criativa, investigativa e comprometida com os princípios de sustentabilidade social e ambiental, bem como estar atualizados com ferramentas atuais de gestão, análise e intervenção sobre o meio ambiente. Pretende-se proporcionar a formação aprofundada de pessoal qualificado para o exercício profissional na área ambiental que seja capaz de formular propostas e projetos de ordenamento, controle, recuperação e desenvolvimento sócio-ambiental. A formação em Ciências Ambientais pretende atualizar e aprofundar a formação e reflexão de profissionais para atuarem em meio ambiente no atual contexto socioambiental.