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Sucesso das Egressas… Mestrado em Biotec Vegetal - UFRJ

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Nós do Curso de Ciências Biológicas, da Unigranrio, estamos felicíssimos… Tivemos três dos nossos egressos aprovados no Programa de Stricto Sensu em Biotecnologia Vegetal da UFRJ.

Parabéns as Egressas:

Stefanie Menezes de Moura (Primeira Colocada!);

Nathania Maria da Silva Motta;

Silvia Pope de Araujo.

Continuem a nos orgulhar…

XV Semana de Biologia - Venham Participar Conosco…

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“ICloud, YouCloud, WeCloud…”

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Ícone Apple.com

É sem dúvida cada vez mais eu, você e nós ouviremos falar na expressão “Cloud” (s.m. – nuvem), cujo significado literalmente nos coloca nas nuvens! Trata-se da tecnologia recente e em expansão, para o armazenamento dos dados e ou softwares no ambiente virtual, ou seja hospedado em servidor alheio, permitindo assim o uso dos dados por qualquer gadgets seu, sem que você carregue, CD´s, pendrives ou qualquer outro tipo de dispositivo com memória para armazenamento. Longe de min ser especialista em tecnologia, mas sem dúvida, com a recente adesão das “i” coisas de Steve Jobs (i.e., iPad, iPod e iPhone – Apple) a categoria iCloud, tal qual a Google com o Google docs e a Microsoft com seu Windows Skydrive no Windows Live e mais recentemente o Windows Intune nessa linha e com outras soluções para Empresas. Segundo a matéria da Veja desta semana, que motivou este post, a tecnologia aponta para o futuro e promete soluções para o SOHO (Small Office Home Office) e as Empresa, gerando economias em espaço e investimento em TI.

Aí vocês podem estar se perguntando… “O que isso tem a ver com o Blog Nova Biologia?” A resposta é simples, isso é formação geral (veja um exemplo de prova do ENADE), logo nos interessa e podemos até imbricar esta tecnologia com a formação específica, por exemplo, fazer uma busca bibliográfica sobre um tema da sua pesquisa de TCC e armazenar os artigos em pdf, em espaço gratuito, da tecnologia cloud oferecido por diferentes empresas…

Burity

As “Wiki” coisas…

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Já é bem conhecida, usada e divulgada a enciclopédia “Wikipédia – A enciclopédia livre”, nela o princípio “wiki” é afirmado e divulgado através da expressão: “Na Wikipédia, todos são alunos e professores. Leia e aprenda, edite e ensine.” Ou seja, o princípio da colaboração através da mídia, como internet, TV, revista e etc.
No ultimo domingo (10-04-11), a veja publica em suas famosas páginas amarelas uma entrevista com o canadense Don Tapscott - escritor, pesquisador, palestrante, e consultor especializado em estratégia corporativa e transformação organizacional, além de abordar temas virados para cultura digital, Web 2.0 e Geração Internet. Já foi CEO da New Paradigm, empresa que fundou em 1993 e professor adjunto da Universidade de Toronto. Atualmente, Don dirige a empresa nGenera, realizando pesquisas e programas de educação (fonte Wikipédia).
Don é autor ou co-autor de diferentes títulos, entre eles o bestseller Wikinomics, como a colaboração em massa pode mudar o seu negócio! Recentemente cunhou e lançou o Macrowikinomics livros em co-autoria com Anthony D. Willians.
Na matéria de veja, Don fala da diferença que faz a colaboração no direcionamento dos negócios, de diferentes tipos e propósitos. Algo parecido já pode ser visto, e com bons olhos pelas agências de fomento, nas pesquisas em rede como o Programa Proteoma, apoiado pela Faperj.
Empresas como a Elma Chips (PEPSICO) já aderiu à idéia, com a campanha “faça-me um sabor”, buscando na rede cooperação para produzir um sabor impensado, pela empresa, que possa ser comercializado e atingir o público alvo!
Neste caminho temos também a o Wikieducator, que mais parece coisa “tabajara”, mas trata-se de colaboração, em rede, para assuntos educacionais, tais como a Fundação de recursos de educação aberta (OER) organização independente, sem fins lucrativos que fornece suporte para educadores e instituições de ensino atingir os seus objetivos através da educação aberta, internacional networking e liderança. Vale a pena navegar…
Por fim, eu fico pensando se o MEC não poderia propor como política pública a criação de um ambiente de colaboração aos Núcleos Docentes Estruturantes (NDE) dos Cursos de graduação em Ciências Biológicas, com a mesma finalidade colaborar em propor e aplicar experiências inovadoras e vencedoras…
Carlos Burity

Eu Avalio, Tu Avalias, Eles Avaliam - Nós Avaliamos ou Prescindimos de avaliação…

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Foto:OCDE

Andreas Schleicher é responsável pela divisão de análise dos indicadores da OCDE. Nessa função, ele é responsável pelo desenvolvimento e análise de pontos de referência sobre o desempenho dos sistemas de educação, que inclui o gerenciamento do programa da OCDE para avaliação internacional de estudantes (PISA) e o programa de indicadores de educação da OCDE (INES). Antes de ingressar na OCDE em 1994, ele foi diretor para análise, a Associação Internacional de realização educacional (IEA). Estudou física na Alemanha e formou-se em matemática e estatística na Austrália. Ele é professor honorário na Universidade de Heidelberg.

Em agosto de 2008, ele concede entrevista nas páginas amarelas de Veja (Edição 2072), à época com o foco em mensurar para avaliar e crescer em qualidade o ensino nacional, pautado no teste de PISA. Que conforme divulgado no sítio do INEP, “é um programa internacional de avaliação comparada, cuja principal finalidade é produzir indicadores sobre a efetividade dos sistemas educacionais, avaliando o desempenho de alunos na faixa dos 15 anos, idade em que se pressupõe o término da escolaridade básica obrigatória na maioria dos países”. Ainda com base no INEP, que é o coordenador nacional do teste no país, “O PISA pretende avaliar o letramento em Leitura, Matemática e Ciências. O termo “letramento” foi escolhido para refletir a amplitude dos conhecimentos, habilidades e competências que estão sendo avaliados”. Nesta época, Andreas já apontava dois destaques em sua entrevista: Que bons modelos devem ser copiados sem maiores pruridos e que as Escolas ainda se baseiam em apresentação de conteúdos em áreas estanques e no treinamento dos alunos em tarefas repetitivas…

Agora em março de 2011, volta a cena abordando a preocupação do MEC com o desempenho não só dos estudantes (ENADE), mas também com a preocupação na atuação docente. Neste sentido transcrevo uma frase da matéria da Veja, que a meu ver diz tudo ”… que melhoria do ensino exige preparar e recompensar os bons docentes. E tirar da sala de aula os maus profissionais.”

Penso ainda, que a despeito de incentivar a todos essa leitura, me preocupa sairmos na frente, fazendo o dever de casa quanto a desempenho de nossos estudantes, batendo as metas propostas. Assim como, focarmos ainda na educação continuada de discentes e docentes, que brando assim o paradigma que temos de ser conteudistas, sem nos preocuparmos com o desdobramentos dessas ações repetitivas, visando resultados avaliativos que podem ser pífios se pensarmos na entrada destes acadêmicos no universo do trabalho, em equipe multiprofissionais capacitadas para tratar a complexidade do temas presente e futuros.

Com o pensamento nisso, nós de Ciências Biológicas estamos organizando Um Seminário para os nossos docentes que será realizado com um palestrante externo, buscando o trabalho com metodologias ativas, visando a quebra deste paradigma do docente conteudista. Aguardem…

Burity

Plágio, Plagiar, Plagiador e o Plagiado!!!

Ciências & Saúde, Conservação & Ambiente, Ensino e Pesquisa 6 Comentários »

Não é de hoje que manifestamos aos nossos acadêmicos a preocupação com questões relacionadas ao plágio[i]S.m. Ato ou efeito de plagiar (assinar ou apresentar como seu [obra artística ou científica de outrem]. Isto têm ficado mais evidente e alarmante no que tange a confecção dos trabalhos de conclusão de curso (TCC). Onde ao aluno é dada a oportunidade de exercer a sua vocação acadêmica e científica através da escolha de temática, construção de hipóteses, objetivos, métodos e cronograma para se atingir os resultados esperados, os quais se com mérito acadêmico-científico, podem galgar o patamar de publicação científica na Revista eletrônica ligada ao Curso Saúde & Ambiente em Revista (SARE). Nossa revista usa do artifício de declaração de autoria e de transferência de propriedade intelectual, além do Creative Commmons, BR.

Essa preocupação não é brincadeira, veja o que diz o site da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) sobre estas questões:

O que fazer quando se deparar com casos de plágio de teses e outros trabalhos acadêmicos?

Ao constatar casos de plágio de tese, dissertação ou outro trabalho acadêmico, o estudante deve procurar a solução pelas vias hierárquicas da instituição em que o trabalho foi originalmente apresentado.

Por orientação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Capes reforça a necessidade de combate ao plágio onde quer que este se manifeste. Para isso, foi preparado pela Coordenação um documento, voltado às instituições de ensino superior, sobre a adoção de procedimentos específicos que visem coibir a prática do plágio nas próprias IES. Acesse o documento.

Algumas empresas já devotam softwares, os quais já estão sendo inclusive usados por universidades brasileiras, tal como a UNESP. Neste caso, trata-se do software turitin© (http://turnitin.com/static/index.php).

Se tudo isso não bastasse, esta semana saiu matéria muito interessante, na Veja (2 de março de 2011), assinada por Roberta de Abreu Lima, na matéria se alerta para as implicações do plágio e seus desdobramento, usando como exemplo o caso descoberto na USP, cometido por catedrático de renome, da área de Bioquímica, que perdeu entre outras coisas, o emprego… Vale a leitura, principalmente para perdermos o hábito do “Ctrl+c” e “Ctrl+v” sem critério e respeito a propriedade intelectual…

Burity


[i] Novo Aurélio, 3ª Ed. Nova Fronteira, 1999.

Como estimular o habito à leitura?

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Por Ataide Lemos

Sempre estamos lendo e ouvindo dizer que o brasileiro lê pouco; que o brasileiro não tem o habito à leitura. É sobre isto que meu artigo vem levantar um ponto também do motivo desta escassez de leitores.


Quando ouço estas indagações sobre a falta de leitura da sociedade brasileira, imagino que se fala sobre uma literatura intelectualizada, isto é, aquela que faz com que, a pessoa se evolua na forma de ver a realidade a sua volta, ampliar horizontes intelectuais. Enfim, não aquela literatura cotidiana das revistas – uma leitura que jamais pode ser desprezada, mas segundo meu ponto de vista é uma literatura comercial e de noticias.

Pois bem, sempre ouvimos também dizer que, para se criar o habito à leitura é fundamental uma maior educação e incentivo a nível escolar. Há determinados educadores, pedagogos que acreditam que a causa do desinteresse em se ler mais, está na falta de um programa curricular nesta direção.

Acredito que isto também seja um fator, mas vou mais além, vejo que o pequeno índice de leitores é uma questão cultural da sociedade como um todo. Que adianta as pessoas serem educadas a lerem mais, no entanto, esta educação, este incentivo não sair da escola, ou de algumas repartições de ensino? Ou depender exclusivamente dos pais? Segundo meu entender, enquanto a sociedade como um todo não engajarem numa revolução cultural de incentivo a leitura este discurso perdurará para sempre.

O caminho desta revolução cultural passa por todos nós, iniciando no governo e estendendo a sociedade civil. Porque digo isto? É comum, quando vamos a determinados estabelecimentos comerciais, escritórios, consultórios em geral, repartições públicas ao adentrarmos na recepção depararmos uma baqueta com algumas revistas. Muitas vezes são revistas ultrapassadas, desfolhadas.  Porém, de alguma forma elas leva a pessoa a folhear para passar o tempo - afinal, esta é a intenção de se deixar algumas revistas na recepção, proporcionar o tempo passar sem ser percebido.

Penso que, aqui  também esta um fator de incentivar a leitura. Sem excluir a literatura comercial, informativa deveria também em todas as salas de recepções pessoas terem acesso à literatura diversificada como livros de conto, poesias; livros infantiis. Enfim, uma literatura que desperte às pessoas lerem. Evidentemente, não se vão colocar romances longos de trocentas páginas, mas pequenos contos, poesia, infantil, etc. Como isto, poderia incentivar e despertar as pessoas lerem.

A maioria das pessoas gostam de ler um poema, se emocionar num conto.  Toda criança adora uma literatura infantil. Não tenho duvidas que esta iniciativa provoque uma revolução cultural produzindo grandes efeitos.

Quantas salas de recepções há em todo país? Quantas pessoas são atingidas e podem ser perfeitamente estimuladas para leitura? Certamente, o acesso aos livros estimulam até mais que através do ensino, da disciplina curricular, ou melhor, dá continuidade ao processo de incentivo à cultura. Muitas vezes determinadas vontades, gostos estão encubados na pessoa, somente precisando ser estimulados, e isto, pode  ocorrer pelo acesso rápido, fácil e corriqueiro numa simples mundaça de comportamento, onde livros intelecutuas possam estar paralelamente disponiveis com outros tipos de leituras como revistas, jornais, etc todos tendo acesso.

Veja mais: http://www.ataide.recantodasletras.com.br

Pensando no texto do Ataíde Lemos, me pergunto por que não criarmos hábitos de dispor a leitura de acesso fácil, contemporânea e atraente ao nosso público? Que iniciativas são essas que sensibilizariam nossos candidatos a leitores? O romantismo do folhear um livro “seboso” (daí a denominação de sebo, pelo acúmulo de gordura animal, usada na queima das lamparinas e pelo manuseio das páginas por aqueles que se devotam ao hábito, antes do advento da lâmpada) ou a vanguarda dos e-books atuais em leitores (e-readers) ou na rede mundial!!!

O fato é que a despeito do conteúdo ou da maneira que vamos executar esta leitura, ainda não existe outra maneira para aprendermos sobre temas, enriquecermos o vocabulário ou dominarmos a grafia das palavras que não pelo hábito da leitura… Do contrário, vamos acreditar na ficção de Matrix, escrito por Andy e Lana Wachowski (Warner Bros.) onde um controlador irá fazer um upload de um dado conteúdo para você sair sabendo!!!!

Burity

http://www.bn.br/portal/

http://www.dominiopublico.gov.br

http://www.ebookcult.com.br/

http://virtualbooks.terra.com.br/freebook/freebook_portugues1.htm

http://www.livrosgratis.net/

III CBIO/XIX ENBIO - CRBio/RJ e ES 2010.

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Prêmio Biólogo Antônio José Bianchi Nunes

Ciências Biológicas participa novamente do evento junto ao Conselho com apresentação dos trabalhos de nossos alunos e na plenária de Coordenadores.

Este ano, mais una vez, fomos premiados através dos trabalhos dos acadêmicos Telma (Orientada por J. Miguel e Burity) e Allan e Wildon (Orientados por Burity). Ambos ganharam menção honrosa!

Parabéns a todos os nossos acadêmicos premiados e participantes…

Vejam o carderno de resumo…

http://portal.crbio-02.gov.br/IIICBio/docs/CadernoResumos2010.pdf

XIV SEMANA DE BIOLOGIA…

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Caros Alunos,

Nestes dias 2 e 3 de Setembro estaremos realizando mais uma Semana e Biologia, em comemoração ao dia do Biólogo. Assim sendo, alertamos que os docentes acordaram em colegiado que nestes dias estarão com vocês participando do Evento. Nestas datas, seus planos de ensino contemplarão esta atividade. Logo, se inscreva e participe, seus docentes lá estarão, com vocês!

https://sga.unigranrio.edu.br/sgp/Principal?alias=inscricao_on_line_evento

Saúde & Ambiente em Revista (SARE) vaí a Encontro Nacional

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Foto creditada ao site do IEUSEER

De 14 a 16 de julho, em Florianópolis (UFSC), se realizou o I Encontro Nacional de Usuários do SEER – IEUSEER. O Encontro teve como objetivo promover o intercâmbio de informações e experiências entre os usuários do programa SEER (Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas), de modo a conhecer e divulgar as atualizações do sistema, trocar experiências, verificar possibilidades de novos serviços oferecidos pelo sistema. Trata-se de um evento de capacitação profissional, com ênfase na troca de experiências e criação de relações interpessoais de trabalho.

Conforme consta do site do IBICT (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia):

O Sistema de Eletrônico de Editoração de Revistas (SEER) é resultado da prospecção tecnológica realizada pelo IBICT para identificar aplicativos que possibilitassem o tratamento e a disseminação da produção científica brasileira na Web. O sistema SEER surgiu, assim, em 2003, a partir da customização do Open Journal Systems (OJS), software de gerenciamento e publicação de revistas eletrônicas desenvolvido pelo Public Knowledge Project (PKP), da University of British Columbia. Trata-se de uma inovadora iniciativa do IBICT que, imediatamente após a tradução do software OJS para o português, publicou na Web o primeiro periódico brasileiro utilizando essa tecnologia, a revista Ciência da Informação. A partir de então, o IBICT iniciou o processo e distribuição do SEER a editores brasileiros interessados em publicar revistas científicas de acesso livre na Web e a promover a capacitação técnica no uso dessa ferramenta, em treinamentos sistemáticos realizados a partir de novembro de 2004 em várias regiões do País. Com apenas 5 anos de existência, o SEER propiciou a criação de mais de 1.000 periódicos científicos brasileiros na Web.

O Evento contou com cerca de 200 participantes, em maioria do Sul e do Sudeste, seguido do Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Nos primeiro dia do evento ocorreu a sessão de banners onde foram feitas 42 exibições entre elas o da nossa Revista Eletrônica – Saúde & Ambiente em Revista - SARE.

Caso tenham interesse, verifiquem na íntegra os banners que foram apresentados no IEUSEER.

Neste Evento tivemos a oportunidade de trocar experiências com outros Editores de revistas Nacionais e buscamos aprimorar a utilização da plataforma SEER, elevando também o nome da Unigranrio ao cenário da Edição Científica de revistas, onde o primeiro passo foi dado quando fomos apresentados à ABEC pelo então Diretor do IBC, Prof. Wilson Chagas de Araújo, nosso Editor Emérito. Em seguida, fomos treinados pelo IBICT na plataforma SEER e então implantamos a Revista nesta plataforma, com todo o apoio e atuação técnica do corpo de técnicos do DTI – Unigranrio.

Por Carlos Burity