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Como anda o tempo em Duque de Caxias? Pergunte aos alunos de Gestão Ambiental e Ciências Biológicas…

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Neste último Sábado, 14 de Novembro, foi inaugurada a Estação Meteorologia da UNIGRANRIO, no Campus I. Na ocasião foi realizada palestra intitulada “Influência da Meteorologia nos Componentes Ambientais”, ministrada pela Meteorologista do Inea - Mariana Palagano. O evento contou com a participação de cerca de 50 alunos, docentes e a Gestão dos Cursos de Ciências Biológicas e Tecnólogo em Gestão Ambiental. A Estação Meteorológica representa um investimento da Universidade, com vistas a servir de instrumento e laboratório, para alunos e professores, no sentido de monitorar o clima na região central de Duque de Caxias. Soma-se a sua importância o fato desta ser a única estação deste tipo (Oregon, WMR-928NX) em funcionamento na região e seu entorno.

O equipamento é composto de três partes principais: sensores, painel receptor, computador com software e datalogger. O conjunto de sensores, movidos por energia solar, que estão instalados em um tripé sobre grama sintética, em anexo no 3º Andar do Bloco B. Estes sensores recolhem continuamente informações como: precipitação pluviométrica, temperatura interna e externa, umidade relativa do ar, velocidade e direção do vento e pressão barométrica. Estas informações são enviadas via rede sem fio (wireless) para o painel receptor, instalado na secretaria da Escola de Ciências da Saúde. O painel é conectado a um equipamento denominado datalogger, que armazena cerca de 3000 leituras, com frequência de até 1 minuto da leitura. Assim sendo, ao lançarmos tais dados no computador, através de cabo serial com o datalogger, estaremos aptos a armazenar e fornecer tais informações para a comunidade acadêmica e a sociedade em geral. Em breve, estaremos dispondo na página inicial da Universidade, estes dados para o público em geral. Contudo, desde a sua inauguração estes dados já estão sendo armazenados.

Neste sentido, estamos concretizando mais um Projeto conjunto entre os Cursos de Ciências Biológicas e Gestão Ambiental, de outros que lançaremos no próximo ano.

Burity, Wellington, Mª Isabel, Rogério e André

 

A INCLUSÃO DA DISCIPLINA LIBRAS NOS CURSOS DE LICENCIATURA DA UNIVERSIDADE DO GRANDE RIO - UNIGRANRIO

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No último dia 25, a Professora Ana Paula Oppenheimer (Escola de Educação), que atua nas nossas turmas de Libras da Licenciatura, nos solicita a divulgação de que apresentou trabalho no VIII Congresso Internacional/XIV Seminário Nacional do INES.Trata-se de evento de caráter técnico-científico dirigido a pessoas surdas e ouvintes, e tem como público-alvo, principalmente profissionais de nível superior, ligados ao campo da educação de surdos em trabalho de atendimento ou de pesquisa - pedagogos, professores, linguistas, fonoaudiólogos, psicólogos, psicanalistas, assistentes sociais, sociólogos, entre outros.Também constituem público natural do Evento os instrutores e intérpretes de Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, os gestores e técnicos da esfera educacional nos diferentes níveis de governo, os representantes de entidades de surdos e de instituições especializadas, bem como os estudantes de graduação e pós-graduação.
Vejam abaixo o resumo do trabalho da Prof. Ana Paula:

O presente estudo sobre a Inclusão da Disciplina Língua Brasileira de Sinais nos cursos de Licenciaturas da Universidade do Grande Rio - UNIGRANRIO teve como objetivo relatar as atitudes dos 233 alunos participantes desse processo de inclusão e em termos específicos, procurar (1) analisar as concepção dos discentes acerca da disciplina LIBRAS; (2) levantar as dificuldades e os problemas com a inclusão da disciplina; (3) analisar as representações dos discentes sobre a disciplina; (4) identificar fatores que contribuem para a aprendizagem do ensino da Língua Brasileira de Sinais. Este contato com os alunos permitiu aspectos até então desconhecidos por nós quanto ao processo de inclusão de uma nova disciplina em matrizes curriculares consolidadas. O sentido dado a essas experi|ências constituiu a realidade, ou seja, um cenário “socialmente constrído” estruturado em três fases: Percepção, Reconhecimento e Valorização Crítica. É importante ressaltar que o estudo possibilitou aos futuros profissionais de diversas áreas a reflexão sobre a importãncia do reconhecimento da pessoa surda. Espera-se que, através da inclusão da disciplina LIBRAS nos cursos de licenciaturas, os futuros profissionais em ampla articulação com diversos setores da sociedade civil tornem a Língua de Sinais uma Língua presente na vida social, política e econômica brasielira, favorecendo a construção da sociedade inclusiva.

 

Parabéns a Prof. Ana Paula e seus alunos.

Burity

II Congresso de Biólogos dos Estados RJ/ES e o XVIII ENBIO

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Conforme divulgamos em nosso BLOG, aconteceu nos dia 14 a 16 de setembro de 2009, no Auditório da FIRJAN, na Tijuca – RJ, o II Congresso de Biólogos dos Estados RJ/ES e o XVIII ENBIO, onde comemoramos os 30 anos de regulamentação da profissão, homenageando aos que direta e indiretamente participaram dessa realização.

A UNIGRANRIO comemora e MUITO!!!! Estivemos representados pela Bióloga Jaqueline Oliveira e por acadêmicos de Ciências Biológicas, que expuseram seus trabalhos no II CBio e, em Evento paralelo, o Fórum Anual de Coordenadores de Cursos de Ciências Biológicas, onde foram discutidas as áreas de atuação do Biólogo, contou com a participação do nosso Coordenador Geral Prof. Carlos Burity.

Foto gentilmente cedida pelo CRBio do almoço de confraternização entre Coordenadores

Destaque seja dado aos resultados que auferimos com nossos acadêmicos e docentes, dentre os diferentes trabalhos de Universidades Públicas ou Privadas apresentados. Nossos alunos, sob orientação de nossos docentes, tiveram um desempenho excelente! Vejam abaixo:

* 2º Lugar - Nathália Carina dos Santos Silva, et al. – “Mapa da trilha interpretativa no Parque Natural Municipal da Taquara em Duque de Caxias – RJ”.

* 3º Lugar - Alexandre Takio Kitagawa, et al. - Alimentação do Listrura nematopteryx de Pinna, 1988 em cativeiro e ecologia do habitat natural (Trichomycteridae, Glanapteryginae).

Alexandre Takio Kitagawa, et al. – “Levantamento preliminar de espécies exóticas da ictiofauna do Rio da Taquara, Duque de Caxias, Rio de Janeiro, Brasil”.

Alexandre Takio Kitagawa, et al. – “Mapeamento do entorno do Parque Natural Municipal da Taquara, Duque de Caxias, Rio de Janeiro, Brasil”.

Vera Telma Macedo da Rocha, et al. Ciência Itinerante: “Mobilidade a favor da ciência, tecnologia e informação.”

* Prêmio Biólogo Antônio José Bianchi Nunes. Serão oferecidos pela Família Torres Nunes (do nosso saudoso colega Bianchi) para os melhores trabalhos classificados conforme a ordem: R$ 100,00 (cem reais) para o quarto colocado, R$200,00 (duzentos reais) para o terceiro colocado; R$300,00 (trezentos reais) para o segundo colocado e R$500,00 (quinhentos reais) para o primeiro colocado, perfazendo um total de R$1.100,00 (um mil e cem reais). Em caso de empate o Presidente da Comissão dará o seu voto. Todos os Orientadores (se houver) dos trabalhos serão contemplados com Menções Honrosas, e se forem Biólogos deverão estar em dia com o CRBio-02.

Parabéns a todos os participantes, o Curso de Ciências Biológicas tem orgulho de mostrar que nossos alunos, sob orientação de nossos docentes, continuam produzindo e se destacando no meio acadêmico, científico e tecnológico do nosso Estado.

Por Biólogos Jaqueline Oliveira e Carlos Burity

Ciências Biológicas - Unigranrio Aprova Trabalhos no II CBio RJ/ES

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II CBio - XVIII ENBio

O CRBio-02 realizará nos dias 14, 15 e 16 de setembro, no auditório da FIRJAN - Rio de Janeiro (RJ), a 18º Edição do seu evento anual, o II Congresso de Biólogos dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo (CBIO) e XVIII Encontro de Biólogos dos Estados do Rio de Janeiro e do Espirito Santo (ENBIO). Já estamos aceitando inscrições de trabalho para a 2º Edição do Prêmio Biólogo Antônio José Bianchi Nunes.

PROGRAMAÇÃO

Fracionator - Não é “Tabajara”, mas uma ferramenta de quantificação neuronal

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Primatas Humano e Não-Humano uma visão antropocêntrica de animais da mesma Ordem, usando ferramentas modernas de quantificação!

Quando falamos em quantificação morfológica, não podemos deixar de mencionar a técnica da Estereologia. Tal técnica teve seus fundamentos aplicados em meados do século XIX, por um engenheiro de minas denominado Delesse. Contudo, foi com o advento da fundação da International Society of Stereology – ISS, na década de sessenta, em Stuttgart, que pesquisadores foram arregimentados pelas facilidades e resultados que tal método quantitativo pode oferecer.

No Brasil, temos como grande divulgador e usuário da metodologia o Prof. Dr. Mandarim-de-Lacerda, na UERJ. Onde, tive a oportunidade de trabalhar fazendo IC, Aperfeiçoamento, Mestrado e Doutorado.

A Estereologia é ferramenta capaz de estimar parâmetros tridimensionais a partir de cortes histológicos bidimensionais. Para tal algumas premissas metodológicas têm de ser atendidas; um dos princípios mais importantes é a obtenção de cortes (de tecido) aleatórios e uniformemente isotrópicos. Logo, tecidos anisotrópicos (tal qual a córtex cerebral) necessitam de procedimentos mais específicos para atender tal premissa. Neste sentido, sem refutar os pressupostos da técnica Estereológica, a pesquisadora Suzana Carvalho Herculano-Houzel (UFRJ), preconizou em 2005 uma técnica que denominou de não esterológica, ora denominada “Isotropic Fracionator”. Neste método, a pesquisadora é capas de transformar regiões do córtex altamente anisotrópicas, em uma solução de núcleos celulares, os quais por imunocitoquímica podem ser identificados como neuronal ou não-neuronal. Tal técnica serviu para que fossem revistos os valores publicados na obra de Roberto Lent, entitulado “100 Bilhões de Neurônios”, conforme recentemente divulgado na revista da FAPERJ (Pesquisa Rio, AnoII,nº7, junho de 2009:52-54), pela Drº Suzana, onde afirma que são 86 Bilhões de neurônios e que estes são metade das células do nosso cérebro e não um décimo! Neste mesmo artigo a autora faz inferências interessantes para discutirmos morfometria, evolução e filogenia. Boa leitura…

Burity

CB - Unigranrio comtemplada em C&T na FAPERJ novamente!

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Fundação anuncia resultado de dois editais: 103 projetos contemplados

A Fundação anunciou, nesta quinta-feira, 13 de agosto, o resultado de dois editais: Apoio à Produção de Material Didático, que teve 63 propostas aprovadas, e Difusão e Popularização da Ciência e da Tecnologia, com 40 projetos contemplados. Ao todo, foram beneficiados 103 projetos.

Das 15 instituições beneficiadas no programa de Apoio à Produção de Material Didático, a que teve o maior número de propostas aprovadas foi a Universidade Federal do Rio de Janeiro, com 19. A segunda colocação coube à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), com 12, enquanto o terceiro lugar ficou com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com seis. A Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio) tiveram, cada uma, três propostas aprovadas, enquanto a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), teve três projetos contemplados. Foram ainda beneficiados o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), o Centro de Ciências do Rio de Janeiro (Cecierj), o Museu Espaço Ciência Viva (ECV), a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), a Faculdade de Filosofia Santa Dorotéia (FFSD), a Universidade do Grande Rio (Unigranrio), o Conservatório Brasileiro de Música (CBM), e o Centro Universitário de Volta Redonda (Unifoa), com um projeto aprovado, cada.

Carlos Henrique de F. Burity
Sergian Vianna Cardozo 
Rodrigo Alves

Atlas de morfologia comparada digital: uma abordagem ao ensino e pesquisa macroscópica, microscópica e histopatológica.

Com recursos da ordem de R$ 1,5 milhão, o edital apoia a produção de material didático para atividades de ensino e pesquisa em instituições fluminenses, sejam livros, coletâneas, apostilas, CDs, DVDs e jogos, entre outros, incluindo-se aqueles com conteúdo específico para a educação a distância.

No programa de Difusão e Popularização da Ciência e da Tecnologia, nove instituições foram contempladas e, entre elas, a que teve o maior número de projetos beneficiados foi a UFRJ, com 18. Segunda colocada, a Uerj teve seis propostas aprovadas, enquanto Uenf, UFF e Fiocruz tiveram, cada, quatro projetos beneficiados. PUC, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP) e Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet) aprovaram, cada, uma proposta.

Também com recursos de R$ 1,5 milhão, o programa, criado em 2007,  apóia a promoção de iniciativas em difusão e popularização da ciência e tecnologia, destinadas a democratizar a produção de conhecimento e que possam ser operacionalizadas em políticas e medidas a serem adotadas no estado.

Confira abaixo a listagem completa dos contemplados:

Apoio à Produção de Material Didático para Atividades de Ensino e/ou Pesquisa

Difusão e Popularização da C&T no Estado do RJ – 2009

© FAPERJ – Todas as matérias poderão ser reproduzidas, desde que citada a fonte.

Aluno de CB - Unigranrio é 3º Colocado no Mestrado do Museu Nacional (UFRJ)

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Olá pessoal,

Sou o Rodrigo Lula, to mandando esse e-mail pra dizer q consegui passar no mestrado de zoologia do Museu Nacional/UFRJ em 3ª colocação. Obrigado a todos vocês que me deram a maior força durante o desenvolvimento dos dois projetos de inciação científica que fiz na UNIGRANRIO, e conforme prometido, deixei um depoimento lá no portal, afinal temos q fazer propaganda da nossa faculdade de origem rs rs

Um abç bem grande a todos e obrigado novamente

Rodrigo Salles”

Caro Rodrigo,

Nós da Unigranrio nos orgulhamos do seu sucesso! O Mestrado PPGZoo-MN-UFRJ, funciona desde 1972, é extremamente concorrido e de nível 5 da CAPES; parabéns!

O Rodrigo de Oliveira Lula Salles foi nosso aluno (mat.4304489), no período de 25/02/2005 até 24/07/2008, onde Cursou a Habilitação de Licenciatura, se formou com um CR 8,57 e nunca teve uma reprovação. Rodrigo logo se identificou com os trabalhos do Prof. Luiz Weber (Professor de Zoologia, hoje na Universidade Federal da Bahia), na área de Herpetologia. Teve oportunidade de participar de trabalhos de IC com anfíbios no Parque Natural da Taquara e no PARNASO, resultando em duas publicações no peródico Check list (UNESP).

Tai, Rodrigo é um bom exemplo a ser seguido pelo nossos acadêmicos…

Burity

Feira sim! Mas de Ciências…

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Entre os dias 17 18 de junho de 2009 o Curso de Ciências Biológicas realizou mais um de seus Eventos “A Feira de Ciências: os 8º e 9º anos em questão”. A ação foi desenvolvida pelos acadêmicos do 3º fluxo do Curso, sob a batuta da Prof. Luciana Leda (Nossa docente e representante da área de Ensino junto ao Curso).

As Feiras de Ciências aconteceram nos Campi Duque de Caxias (turnos manhã e noite), Lapa e Silva Jardim (turno noite) e tiveram por objetivos ampliar e estimular a troca de conhecimentos e solidificar a prática docente dos graduandos do Curso de Ciências Biológicas. Nestes dias, os stands foram visitados por alunos e Professores da IES, além de moradores do entorno (no caso de Duque de Caxias) e alunos do ensino  médio, convidados das Escolas do entorno.

Tal feira faz parte da disciplina Instrumentação para o Ensino de Ciências II, ministrada pela  própria Luciana Leda, contando na organização do Evento com a colaboração do Prof. Gustavo Luna (Silva Jardim) e da Bióloga Preceptora Cristiane Machado (Duque de Caxias).

Por M.Sc. Luciana Ribeiro Leda

 

Opções aos Egressos - Ciências Biológicas e Tecnólogo em Gestão Ambiental

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Curso de Especialização “Lato Sensu” – Biologia Molecular e Celular

Coordenação: Prof. Dr. Emerson Moreira Reis

Segunda turma já em curso!

A biologia celular e a biologia molecular são as bases do conhecimento científico para o atual avanço nos procedimentos biotecnológicos. Esta é uma área considerada promissora atualmente pelo governo federal, com previsão de investimentos públicos da ordem de duzentos milhões de reais até 2010. Além disso, há aumento no investimento da iniciativa privada em empresas que trabalham com biotecnologia (Bioagri/SP e DF, Excellion/RJ, Genetic-ID/RS, Teçam/SP, Allelyx - Votorantim/SP), criando novas vagas para profissionais com especialização em nestas áreas. Todo este avanço gera também a necessidade de atualizar e ampliar os conhecimentos dos professores dos ensinos médio e superior neste campo da ciência.

Curso de Especialização “Lato Sensu” – Ciências Ambientais

Coordenação: Profas. Dr. Patrícia Domingos e M.Sc. Luciana Ribeiro Leda

Início em Agosto!

As Ciências ambientais estabeleceram-se, cada vez mais, como uma necessidade crescente face às problemáticas de meio ambiente que enfrentamos em nossa sociedade, assim como é necessário profissionais que estejam preparados para atuar nessa mesma realidade mutável e exigente de alternativas de desenvolvimento sem degradação. Tais profissionais precisam consolidar um perfil de atuação que vislumbre possibilidades sustentáveis para as atividades econômicas. Dessa forma, necessitam construir uma conduta criativa, investigativa e comprometida com os princípios de sustentabilidade social e ambiental, bem como estar atualizados com ferramentas atuais de gestão, análise e intervenção sobre o meio ambiente. Pretende-se proporcionar a formação aprofundada de pessoal qualificado para o exercício profissional na área ambiental que seja capaz de formular propostas e projetos de ordenamento, controle, recuperação e desenvolvimento sócio-ambiental. A formação em Ciências Ambientais pretende atualizar e aprofundar a formação e reflexão de profissionais para atuarem em meio ambiente no atual contexto socioambiental.

“No seu conjunto, as avaliações não deixam dúvidas: é possível aprender a distância” Por: Claudio de Moura Castro

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Muitas das vezes me pego repondendo algumas indagações, contestações e administrando até insatisfações dos nossos futuros Biólogos e seus mestres… Sou um intusiasta de novas ferramentas, velhos princípios e oportunidade para expandir os horizontes! Logo, após todas estas conjecturas e certezas, me deparei com a coluna do Claudio de Moura Castro na Veja (Edição 2108 em 15 de abril de 2009,  Editora Abril). Leiam a matéria na íntegra:

“Novidade incerta? Mais um conto do vigário? Ilustres filósofos e distinguidos educadores torcem o nariz para o ensino a distância (EAD).

Logo após a criação dos selos de correio, os novidadeiros correram a inventar um ensino por correspondência. Isso foi na Inglaterra, em meados do século XIX. No limiar do século XX, os Estados Unidos já ofereciam cursos superiores pelo correio. Na década de 30, três quartos dos engenheiros russos foram formados assim. Ou seja, novo não é.

EAD significa que alunos e professores estão espacialmente separados – pelo menos boa parte do tempo. O modo como vão se comunicar as duas partes depende da tecnologia existente. No começo, era só por correio. Depois apareceu o rádio – com enorme eficácia e baixíssimo custo. Mais tarde veio a TV, área em que Brasil e México são líderes mundiais (com o Telecurso e a Telesecundaria). Com a internet, EAD vira e-learning, oferecendo, em tempo real, a possibilidade de ida e volta da comunicação. Na prática, a tecnologia nova se soma à velha, não a substitui: bons programas usam livros, o venerando correio, TV e internet. Quando possíveis, os encontros presenciais são altamente produtivos, como é o caso do nosso ensino superior que adota centros de recepção, com apoio de professores “ao vivo” para os alunos.

Há embromação, como seria esperado. Há apostilas digitalizadas vendidas como cursos de nomes pomposos. Mas e daí? Que área escapa dos vigaristas? Vemos no EAD até cuidados inexistentes no ensino presencial, como a exigência de provas presenciais e fiscalização dos postos de recepção organizada (nos cursos superiores).

Nos cursos curtos, não há esse problema. Mas, no caso dos longos, o calcanhar de aquiles do EAD é a dificuldade de manter a motivação dos alunos. Evitar o abandono é uma luta ingente. Na prática, exige pessoas mais maduras e mais disciplinadas, pois são quatro anos estudando sozinhas. As telessalas, que reúnem os alunos com um monitor, têm o papel fundamental de criar um grupo solidário e dar ritmo aos estudos. E, se o patrão paga a conta, cai a deserção, pois abandonar o curso atrapalha a carreira. Também estimula a persistência se o diploma abre portas para empregos e traz benefícios tangíveis – o que explica o sucesso do Telecurso.

Mas falta perguntar: funciona? Prestam os resultados? Felizmente, houve muita avaliação. Vejamos dois exemplos bem diferentes. Na década de 70, com Lúcia Guaranys, avaliei os típicos cursos de radiotécnico e outros, anunciados nas mídias populares. Para os que conseguiam se graduar, os resultados eram espetaculares. Em média, os alunos levavam menos de um ano para recuperar os gastos com o curso. Em um mestrado de engenharia elétrica de Stanford, foi feito um vídeo que era, em seguida, apresentado para engenheiros da HP. Uma pesquisa mostrou que, no final do curso, os engenheiros da HP tiravam notas melhores do que os alunos presenciais. Os efeitos do Telecurso são também muito sólidos.

Para os que se escandalizam com a qualidade do nosso ensino superior, sua versão EAD é ainda mais nefanda. Contudo, o Enade (o novo Provão) trouxe novidades interessantes. Em metade dos cursos avaliados, os programas a distância mostram resultados melhores do que os presenciais! Por quê? Sabe-se que a aprendizagem “ativa” (em que o aluno lê, escreve, busca, responde) é superior à “passiva” (em que o aluno apenas ouve o professor). Na prática, em boa parte das nossas faculdades, estudar é apenas passar vinte horas por semana ouvindo o professor ou cochilando. Mas isso não é possível no EAD. Para preencher o tempo legalmente estipulado, o aluno tem de ler, fazer exercícios, buscar informações etc. Portanto, mesmo nos cursos sem maiores distinções, o EAD acaba sendo uma aprendizagem interativa, com todas as vantagens que decorrem daí.

No seu conjunto, as avaliações não deixam dúvidas: é possível aprender a distância. Cada vez mais, o presencial se combina com segmentos a distância, com o uso da internet, e-learning, vídeos do tipo YouTube e até com o prosaico celular. A educação presencial bolorenta está sendo ameaçada pelas múltiplas combinações do presencial com tecnologia e distância”.

Por Claudio de Moura Castro - Economista.