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Plágio, Plagiar, Plagiador e o Plagiado!!!

Ciências & Saúde, Conservação & Ambiente, Ensino e Pesquisa 6 Comentários »

Não é de hoje que manifestamos aos nossos acadêmicos a preocupação com questões relacionadas ao plágio[i]S.m. Ato ou efeito de plagiar (assinar ou apresentar como seu [obra artística ou científica de outrem]. Isto têm ficado mais evidente e alarmante no que tange a confecção dos trabalhos de conclusão de curso (TCC). Onde ao aluno é dada a oportunidade de exercer a sua vocação acadêmica e científica através da escolha de temática, construção de hipóteses, objetivos, métodos e cronograma para se atingir os resultados esperados, os quais se com mérito acadêmico-científico, podem galgar o patamar de publicação científica na Revista eletrônica ligada ao Curso Saúde & Ambiente em Revista (SARE). Nossa revista usa do artifício de declaração de autoria e de transferência de propriedade intelectual, além do Creative Commmons, BR.

Essa preocupação não é brincadeira, veja o que diz o site da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) sobre estas questões:

O que fazer quando se deparar com casos de plágio de teses e outros trabalhos acadêmicos?

Ao constatar casos de plágio de tese, dissertação ou outro trabalho acadêmico, o estudante deve procurar a solução pelas vias hierárquicas da instituição em que o trabalho foi originalmente apresentado.

Por orientação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Capes reforça a necessidade de combate ao plágio onde quer que este se manifeste. Para isso, foi preparado pela Coordenação um documento, voltado às instituições de ensino superior, sobre a adoção de procedimentos específicos que visem coibir a prática do plágio nas próprias IES. Acesse o documento.

Algumas empresas já devotam softwares, os quais já estão sendo inclusive usados por universidades brasileiras, tal como a UNESP. Neste caso, trata-se do software turitin© (http://turnitin.com/static/index.php).

Se tudo isso não bastasse, esta semana saiu matéria muito interessante, na Veja (2 de março de 2011), assinada por Roberta de Abreu Lima, na matéria se alerta para as implicações do plágio e seus desdobramento, usando como exemplo o caso descoberto na USP, cometido por catedrático de renome, da área de Bioquímica, que perdeu entre outras coisas, o emprego… Vale a leitura, principalmente para perdermos o hábito do “Ctrl+c” e “Ctrl+v” sem critério e respeito a propriedade intelectual…

Burity


[i] Novo Aurélio, 3ª Ed. Nova Fronteira, 1999.

NOTA DE ESCLARECIMENTO - Sobre a revisão do Código Florestal Brasileiro

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Considerando as discussões sobre a revisão do Código Florestal Brasileiro e a publicação de uma matéria na Folha de São Paulo “Código Florestal reduz até 12 vezes absorção de CO2 – Ruídos na Academia” em 24/11/2010, colocando de forma equivocada a posição do Conselho Federal de Biologia, esclarecemos:

O Sistema CFBio/CRBios, em setembro de 2009, preocupado com os inúmeros projetos de lei que tramitavam na Câmara dos Deputados sobre as alterações do Código Florestal Brasileiro criou um grupo de trabalho (GT), para análise e elaboração de parecer que subsidiasse as suas colocações enquanto representante da categoria profissional dos Biólogos. O documento inicial produzido pelo GT fez uma primeira análise dos diversos PLs e não, especificamente, do substitutivo do deputado Aldo Rebelo. Este documento foi aprovado na 227ª Sessão Plenária, de 11 dezembro 2009, e encaminhado ao presidente da Comissão Especial do Código Florestal Brasileiro, deputado Aldo Rebelo, em 12 de dezembro de 2009, mediante Ofício CFBio nº 329/2009, que cita:

“O Sistema Conselho Federal e Conselhos Regionais de Biologia vê com preocupação as proposições apresentadas pelos PLs, por entender que muitos destes, buscam suportar a ganância especulativa, sem nenhum compromisso com o meio ambiente, a preservação da biodiversidade e a qualidade de vida de nossas comunidades.

Neste momento em que presenciamos no Brasil tantas catástrofes como desastrosas chuvas e enchentes, tornados, secas, bem como o avanço do desmatamento e a devastação de nossas florestas, que abrigam a maior megabiodiversidade do planeta, protegem nossos recursos hídricos e contribuem para o sequestro do carbono e a redução do aquecimento global, não podemos por uma simples e míope visão econômica, destruir este patrimônio nacional, bem público de todos os cidadãos, garantido pela CF”.

Em 22 de fevereiro de 2010, a coordenação do GT participou de Audiência Pública, na Câmara dos Deputados, quando expôs as considerações e reforçou as preocupações do Sistema contidas no parecer acima citado.

Em 8 de junho de 2010, o GT tomou conhecimento do parecer do relator Aldo Rebelo que se restringiu apenas às modificações apontadas em outros Projetos de Lei sobre o Código Florestal. Cabe destacar, que neste documento, o deputado menciona as contribuições recebidas de inúmeras instituições, sem citar o Conselho Federal de Biologia ou o parecer de seu Grupo de Trabalho, entregue à Comissão Especial e apresentado durante a audiência pública.

Ao longo de 2010, o Sistema se fez presente debatendo o assunto em programas de rádio e televisão, redigindo e subsidiando matérias para divulgação e participando de diversos fóruns, sempre se posicionando de forma contrária à revisão precipitada e tumultuada do Código Florestal.

Em 25 de novembro de 2010, o Sistema CFBio/CRBios foi surpreendido por uma matéria divulgada pelo jornal Folha de São Paulo, na qual o pesquisador Luis Carlos Silva de Moraes disse que “o Conselho Federal de Biologia  aprovou o relatório e que o texto de Rebelo acatou 70% das demandas da biologia“. Negamos esta assertiva, pois nem o Ofício CFBio nº 329/2009 e nem o relatório do Grupo de Trabalho do Conselho emitiram análise com estabelecimento de demandas ou recomendações, somente apresentaram as preocupações do Sistema quanto às alterações propostas nos inúmeros PLs sobre o assunto.

Por outro lado, é equivocado e fruto de uma leitura assoberbada e uma visão míope extrapolar que as preocupações levantadas pelo CFBio foram devidamente tratadas no substitutivo do deputado Aldo Rebelo, que mantém a mesma linha dos PLs anteriores, ou seja; o incentivo ao avanço do desmatamento e a destruição de nosso maior patrimônio – a biodiversidade - configurando-se assim como um projeto de lei retrógrado, sem incorporar os avanços científicos tecnológicos e totalmente, na contramão da sustentabilidade, tão necessária a conservação  da vida na Terra.

Considerando ainda, as informações de que o substitutivo do deputado Aldo Rebelo seria pautado em caráter de urgência no início de dezembro, e face a necessidade de esclarecer que o Conselho Federal de Biologia em nenhum momento aprovou o relatório do deputado - como equivocadamente a informação do Sr. Luiz Carlos Silva de Moraes tenta passar - os membros do GT redigiram, juntamente com a Presidência do CFBio, o Ofício nº 344 e os Ofícios Circulares CFBio nº 10 e nº 11, que na mesma data - 7 de dezembro de 2010 - foram encaminhados ao deputado Aldo Rebelo e aos líderes de partidos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, respectivamente, no intuito de ratificar a posição do Sistema que se alinha aquelas explicitadas no Documento-síntese produzido por pesquisadores do Programa BIOTA/ FAPESP, e pela ABECO, em 03/08/2010, bem como por outros cientistas brasileiros como o Prof. Aziz Ab Saber, protocolado na Câmara Federal em julho de 2010 para leitura em plenário.

Nestes ofícios, o Sistema CFBio/CRBios deixa claro que a forma com que o substitutivo do deputado Aldo Rebelo trata os temas, abordados no 1º Relatório do GT Código Florestal/CFBio, absolutamente não atende as preocupações do Sistema, pois mantém ainda o forte interesse de redução e ocupação das áreas hoje definidas como APPs, a redução da reserva legal, sua compensação fora das propriedades e sua restauração com plantio de espécies exóticas, a falta de incentivo à utilização de tecnologias para utilização das áreas abandonadas pela agricultura, o incentivo à abertura de novas frentes e, conseqüentemente, novos desmatamentos ─ pontos cruciais ─  que no entendimento da comunidade científica brasileira, na qual se incluem os Biólogos, intensificarão os problemas ambientais hoje vivenciados, com severos impactos sobre a manutenção quali-quantitativa de nossas reservas hídricas,  à conservação da biodiversidade, à estrutura e funcionamento dos ecossistemas, o clima (aquecimento global), à produção agrícola, enfim à qualidade de vida de nossas coletividades.

Reafirmamos que o Sistema  CFBio/CRBios entende que as alterações apresentadas no substitutivo se baseiam numa simples e direcionada visão econômica, lastreada por uma ganância especulativa sem nenhum compromisso com o meio ambiente – visão retrógrada e descartada pela sociedade, neste novo século, com as quais não coadunamos.

PS: Esta nota também foi encaminhada ao editor do jornal Folha de São Paulo buscando corrigir afirmações equivocadas quanto a posição do Sistema CFBio/CRBios divulgadas no artigo – Código Florestal reduz até 12 vezes absorção de CO2 – Ruídos na Academia - publicado em 24/11/2010.

Maria do Carmo Brandão Teixeira

Conselheira Presidente CFBio

CRBio 00381/04-D

Eis mais um Rally Fotográfico. Participem…

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Dia de Soluções Climáticas…

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Política Nacional de Resíduos Sólidos - Falta a regulamentação…

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Imagem Copyright © 2009 Bio Aula

Nova lei proíbe os lixões e determina que as indústrias sejam responsáveis pela destinação dos resíduos. Para isso oferece instrumentos como a possibilidade de consórcios entre municípios, estados e empresas privadas. Leia na íntegra no site do MMA.

Na imprensa…

Ivan Richard - Agência Brasil - Publicado no ESTADÃO

Durante a sanção do projeto de lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos (lixo) no país, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a lei é uma revolução em termo ambientais no Brasil. O presidente ressaltou ainda que a nova lei simboliza a vitória dos catadores de lixo.

(…)

O presidente cobrou da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, que trabalhe para que a regulamentação da lei ocorra antes de 90 dias. “Para que fazermos uma lei, se ela não é sancionada?” perguntou Lula.


O representante do Movimento Nacional dos Catadores de Lixo, Severino Lima Junior, disse que a nova lei ajudará na valorização da profissão dos catadores. Para ele, a medida deve ser cuidada “como uma menina” para que a sua regulamentação ocorra de modo célere. “Queremos uma vida mais digna. Queremos ser reconhecidos como catadores de materiais recicláveis e não como catadores de lixo”, afirmou.


A ministra do Meio Ambiente disse que a sanção da Política Nacional de Resíduos Sólidos trará mais responsabilidade para os gestores públicos. “A nova lei traz para o presente a responsabilidade para os gestores públicos de acabar com os lixões. Não é possível que ainda tenhamos lixões. É possível avançar, sim”, afirmou Izabella Teixeira.


Com a sanção da lei, o Brasil passa a ter um marco regulatório na área de resíduos sólidos. A lei faz a distinção entre resíduo (lixo que pode ser reaproveitado ou reciclado) e rejeito (o que não é passível de reaproveitamento). A lei se refere a todo tipo de resíduo: doméstico, industrial, construção civil, eletroeletrônico, lâmpadas de vapores mercuriais, agrosilvopastoril, da área de saúde, perigosos etc.


A Política Nacional de Resíduos Sólidos reúne princípios, objetivos, instrumentos e diretrizes para a gestão dos resíduos sólidos. O projeto de lei, que tramitou por mais de 20 anos no Congresso Nacional até que fosse aprovada, responsabiliza as empresas pelo recolhimento de produtos descartáveis (logística reversa), estabelece a integração de municípios na gestão dos resíduos e responsabiliza toda a sociedade pela geração de lixo.

Em paralelo…

Por ASCOM - INEA

O INEA - Instituto Estadual do Ambiente, órgão executivo da Secretaria Estadual do Ambiente (SEA), promove nos dias 9 e 10 de agosto o Seminário sobre Gerenciamento de Áreas Contaminadas. O objetivo é promover a troca de experiências entre os diversos agentes que atuam no gerenciamento em âmbito federal, estadual e municipal, o que contribuirá para o estabelecimento de uma política estadual efetiva para o controle dos problemas ambientais gerados pela contaminação do solo e da água.

Problemática esta que perpassa pelo nosso Município (Duque de Caxias) de maneira premente!!! A discussão da Resolução CONAMA 420/09 estará em pauta…

As palestras acontecem no auditório 11 da Uerj (Rua São Francisco Xavier, 524 – Maracanã – Rio de Janeiro), das 9 às 18h. As inscrições gratuitas vão até 5 de agosto, através do e-mail seminarioac.inea@gmail.com. É necessário informar nome completo, identidade, empresa/instituição e telefones de contato na mensagem. Não serão aceitas inscrições no dia do evento. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato com o Inea através do telefone (21)2334-8400/8401.

Participe e cobre a regulamentação…

Acesse ainda as Resoluções vigentes publicadas entre julho de 1984 a novembro de 2008.

III Rally Fotográfico BioNaTrilha…

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Dezenas de clicks encerraram no último Domingo o calendário de evento do BIONATRILHA deste semestre, durante o III Rally Fotográfico do BIONATRILHA. Durante o evento os participantes precisavam realizar uma serie de fotografias sobre temas pré-estabelecidos num determinado tempo, aquele que consegue realizar o maior número de fotos é considerado vencedor do Rally. Nessa edição o ganhador do Rally foi o acadêmico Rommel Ramos Coutinho, que recebeu como brinde o livro CONHECENDO O MAR DO BRASIL, também foi sorteado o livro TERRA FRÁGIL, cujo sorteado foi João Antonio Pereira Rodrigues. Destacamos ainda a participação do fotografo e aluno do curso de Ciências Biológicas Anderson Araújo, que passou técnicas básicas de fotografia aos participantes do Rally. Neste período todas as atividades tiveram recordes de participação. A maioria dos participantes foram acadêmicos dos Cursos de Ciências Biológicas e Tecnólogo em Gestão Ambiental, mas também tivemos a presença de alunos de outros curso como Enfermagem, Administração e Informática. Agradecemos a todos que participaram do Projeto BIONATRILHA deste período e esperamos reencontrá-los no próximo período.

Por M.Sc. Wellington R. Matos

Semana de Meio Ambiente no campus Macaé

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O Dia Mundial do Meio Ambiente acontece sempre no dia 5 de junho, mas a Unigranrio Macaé deseja prolongar esta data através da 2ª Semana de Meio Ambiente, que ocorrerá no campus dessa universidade, na Av. Nossa Senhora da Glória, 845, bairro Praia Campista, de 9 a 11 deste mês. Essa promoção visa a debater os mais importantes aspectos ambientais de nosso país, onde a presença de especialistas em meio ambiente ajudará a esclarecer questões importantes que devem constar do curso de graduação tecnológica Gestão Ambiental. Os recursos naturais estão acabando, fruto de vários tipos de devastação, sempre provocados pela ação humana. Entrada franca.

Veja a programação das palestras, dia a dia.

Atividade de Campo Integrada - “Mini-Picinguaba”

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Atividade destinadas aos acadêmicos, com vustas a integrar as ações em campo, dando uma idéia de como concicliar a prática, na vivência profissional que os egressos nesta área podderão encontrar. Esta atividade é baseada inclusive em meritocracia. Participem!!!

Em tempos de muita chuva no RJ… Vamos falar sobre “Pegada Hidrológica”

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Image: Water Footprint Network

Em analogia a pegada ecológica, surgiu em 2002 a expressão - PEGADA HIDROLÓGICA, pelo holandês Hoekstra, A.Y. (UNESCO-IHE Institute for Water Education P.O. Box 3015, 2601 DA Delft, the Netherlands - www.waterfootprint.org/Reports/Report12.pdf. ). Esta se destina a indicar quanto se compromete do recurso hídrico direta e indiretamente, em determinados processos pessoais, comerciais e industriais. Este último, bem marcado pela recém criada e agora divulgada campanha intitulada CYAN (Segundo a campanha: A palavra “cyan” tem origem etimológica no grego “kyanos”, segundo a enciclopédia Britannica. E foi exatamente a cor azul-esverdeada a solução encontrada na Grécia Antiga para representar a água.) da AMBEV. Tal campanha visa adotar bacias hidrográficas, entre outras ações, com fins de manter e preservar tais mananciais, bem como seu uso responsável e fomentar o reuso da água no ambiente industrial. A campanha CYAN ganhou espaço em meios de comunicação tais como a revista Veja (Abril, 31 de março), Caderno Razão Social (O Globo, 06 de abril, nº92) e sai com a chancela da WWF – Brasil, junto ao Programa Conservação e Gestão da Água Doce e parcerias com ONG´s como Water Footprint Network (WFN) e a USP - São Carlos, através de Eduardo Mario Mendiondo, que coordena o curso de Engenharia Ambiental. Outras ONG/Empresas vêm adotando conceito e se associando a ONG - WFN, tais como a WWF, Coca-Cola, C&A, Fibria Celulose, Ecossistemas-SP.

Na linha da Pegada Hidrológica, algumas curiosidades ou pegadas, já são divulgadas e comentadas, tais como: 35 litros para um copo de café; 1.000 litros para 1 litro de leite; 16.000 litros para 1 kg de carne, e para desespero dos cariocas, quase 4 litros por litro de cerveja!!!

Vale também a consulta ao site da ONG – WFN (em inglês) com vistas a fazer uso do utilitário para se simular a sua pegada hidrológica:

http://www.waterfootprint.org/?page=cal/WaterFootprintCalculator

No tocante a responsabilidade sócio-ambiental faz jus tais campanhas e expressões, uma vez que tal recurso não é pra sempre, mas me preocupa se daqui a pouco alguns começarem a propor a ingestão de alimentos liofilizados, com vistas a diminuir o uso de água no processo industrial e se os usuários de tal recurso não renovável terão algum incentivo fiscal para tal, mascarando a responsabilidade sócio-ambiental…

“Diante do custo para acesso ao recurso natural, mesmo pequeno se comparado ao faturamento com a conta de água de milhões de habitantes, investir para reduzir consumo e desperdício passou a ser sinônimo de lucratividade”

Fonte Valor Econômico, citado em http://www.ana.gov.br/produagua/.

Material de Consulta

http://www.waterfootprint.org/?page=files/home

http://www.wwf.org.br/

2008 - Hoekstra, A.Y. and Chapagain, A.K. (2008) Globalization of water: Sharing the planet’s freshwater resources, Blackwell Publishing, Oxford, UK. http://www.waterfootprint.org/?page=files/GlobWat_page

2009 - Hoekstra, A.Y., Chapagain, A.K., Aldaya, M.M. and Mekonnen, M.M. (2009) Water footprint manual: State of the art 2009, Water Footprint Network, Enschede, the Netherlands. http://www.waterfootprint.org/downloads/WaterFootprintManual2009.pdf

MMA tem nova titular na pasta…

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Foto: Jefferson Rudy/MMA

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE

DECRETOS DE 31 DE MARÇO DE 2010

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição

que lhe confere o art. 84, inciso I, da Constituição, resolve

E X O N E R A R

CARLOS MINC BAUMFELD do cargo de Ministro de Estado do

Meio Ambiente.

Brasília, 31 de março de 2010; 189o da Independência e 122o

da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição

que lhe confere o art. 84, inciso I, da Constituição, resolve

N O M E A R

IZABELLA MÔNICA VIEIRA TEIXEIRA, para exercer o cargo de

Ministro de Estado do Meio Ambiente, ficando exonerada do que

atualmente ocupa.

Brasília, 31 de março de 2010; 189o da Independência e 122o

da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto

E assim começamos com nova Ministra no MMA – A Doutoranda da UFRJ IZABELLA MÔNICA VIEIRA TEIXEIRA:

Possui graduação em Bacharelado Em Ciências Biológicas pela Universidade de Brasília (1983) , graduação em Licenciatura Em Ciências Biológicas pela Universidade de Brasília (1988) , especialização em Elaboração Análise e Gerenciamento de Projetos de pela Escola Brasileira de Administração Pública do Distrito Federal (1989) e mestrado em Planejamento Energético pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1998) . Atualmente é Analista Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis e Pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atuando principalmente nos seguintes temas: Avaliação Ambiental Estratégica, Exploração e Produção de Petróleo, Gás Natural, Planejamento.

Outras Informações: Funcionária de Carreira do IBAMA Diretora, substituta, de Controle e Fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA (1991-1992) Chefe do Departamento de Qualidade Ambiental do IBAMA (1991-1992) Assessora da Diretoria de Controle e Fiscalização do IBAMA (1989-1991) Coordenadora do Componente Proteção de Ecossistemas do Programa Nacional de Meio Ambiente - PNMA - Banco Mundial/IBAMA (1990-1992). Coordenadora do Projeto Mata Atlântica do Programa Nacional de Meio Ambiente - PNMA - Banco Mundial/IBAMA (1990-1992) Assessora Técnica do Departamento de Fiscalização do IBAMA (1989-1990). Coordenadora do Componente “Fiscalização” do Projeto Meio Ambiente e Comunidades Indígenas - PMACI-BID/IBAMA (1989-1990) Coordenadora no IBAMA do Componente “Ecossistemas” do Programa POLONOROESTE - Banco Mundial/IBAMA (1989-1990) Coordenadora de Cooperação Técnica Bilateral no Ministério da Habitação, Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (1986-1989) Subchefe de Gabinete da Secretaria Geral do Ministério do Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (1985-1986) Assessora Técnica da Secretaria Administrativa do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA/SEMA (1984-1985).

Maiores detalhes no Lattes da Ministra: http://lattes.cnpq.br/5315698807460369

Desejamos Boa Sorte a Ministra…

Outras informações:

http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=ascom.noticiaMMA&idEstrutura=8&codigo=5704