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CRBio Conclama: “Dia Nacional de luta contra o PL do Ato Médico”

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O CRBio em nota enviada a esta Coordenação conclama para a manifestação, pacífica e pertinente, contra o Projeto de Lei a cerca do “ATO MÉDICO”:

“Dia 09 de março (terça-feira), seguindo agenda nacional, às 17 h, haverá um ato público na Cinelândia, no Centro do Rio de Janeiro, em repúdio ao Projeto de Lei do Ato Médico, que está em vias de ser aprovado no Senado. Conselhos da área da Saúde (Biologia, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Nutrição, Psicologia), bem como os Sindicatos, Associações e estudantes dessas categorias, estarão se unindo contra o Ato Médico.

Os Conselhos e o Movimento Sindical se posicionam contrários ao texto do PL 7703/06 aprovado recentemente. O PL, ao delegar ao médico funções que hoje são exercidas por outros profissionais preparados em suas respectivas áreas, nega a abordagem holística do paciente enquanto ser humano integral.

É um retrocesso na atenção primária, no âmbito da promoção e da proteção à saúde, que exigem a atuação multiprofissional. Submete toda a conduta terapêutica à visão de um único profissional, aumenta os custos do tratamento e pode provocar descontinuidade ou atrasos no início da terapia, com sérios prejuízos para a população. O SUS sofrerá enorme impacto, ao centralizar as ações de saúde somente na doença.

Neste sentido, os conselhos e entidades de classe entendem que o atual texto do PL 7703/2006 afronta não somente as profissões não médicas da saúde, mas também a saúde como um todo, a educação e o desenvolvimento social e econômico do nosso país, posto que, por exemplo, o Sistema Único de Saúde, a partir dos seus princípios de integralidade, acessibilidade e universalidade não seriam atendidos em sua plenitude pelo referido projeto de lei, uma vez que o mesmo centraliza praticamente todo o acesso à saúde por parte da população brasileira ao profissional médico.

A MANISFETAÇÃO visa justamente chamar a atenção da sociedade para as consequências negativas para as profissões da área da saúde e para a população, que é usuária de hospitais, clínicas e planos de saúde.

Na manifestação, os presentes promoverão um “apitaço” contra o PL do Ato Médico, uma distribuição panfletos e outras ações para conscientizar a população dos riscos que o projeto traz não só para as profissões de Saúde, mas para toda a sociedade”.


Ato Público contra o Ato Médico
Dia: 09 de março de 2010 (terça-feira)
Local: Praça Mahatma Ghandi (Cinelândia) Rio de Janeiro

Horários: a partir das 17h

Em Paralelo a manisfetação estaremos promovendo duas palestras com o objetivo de esclarecimentos sobre o PL.

Palestra 1

Saúde Ambiental - Dra Lygia Sanchez (Conselheira CRBio-02)

14 ás 15h

Palestra 2

Ato Médico - Dr. Newton Dias Lourenço (Conselheiro CRBio-02)

- Profissional Biólogo na área da Saúde ( Perspectivas, Atuação e Especialização)

15h30min às 16h

As inscrições serão feitas pelo telefone (21) 2142-5707 com a Sra. Wanessa Gama, o custo será uma lata de leite em pó (para doação a obras de caridade).

Obs: Será entregue declaração com carga horária.

Wanessa Gama
Assessora de Eventos
Conselho Regional de Biologia 2º Região RJ/ES
eventos@crbio-02.gov.br
(21) 2142-5707 / 2142-5700

O Caminho das “pedras”…

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Há pouco tempo atrás comentei sobre um artigo que estamos finalizando para enviar. Com tanta falta de tempo, quando isso acontece é sempre algo que me deixa contente. Mas além, disso, hoje (na verdade ontem pois já passa de meia-

noite) mesmo tive mais um momento de grande satisfação e faço questão compartilhar contigo pois sei que também te sentirás bem. Aconteceu hoje a defesa da 500ª Dissertação de Mestrado do Programa de Pós-graduação em Zoologia do Museu Nacional. Isso foi motivo de uma boa comemoração na qual encontrei duas alunas que estão fazendo estágio na Instituição e pelo menos uma delas já está convicta de que participará da próxima seleção. Legal não?

Mas isso não é tudo. Há alguns anos atrás, tive uma aluna (Juliana do Nascimento Ramos - Matrícula: 4302378) que me procurou para saber um pouco mais sobre Evolução e disse que queria fazer sua monografia com algo relacionado ao assunto. Além de gostar de Evolução, ela tinha uma grande paixão pelas aves. Foi a primeira aluna da Unigranrio que peguei para orientar na elaboração de sua Monografia (Bacharelado). Fizemos um bom trabalho, pois ela soube aproveitar cada oportunidade que teve. Nas saídas de campo da disciplina (na época [2005] era Paleontologia e Evolução) coletou dados preciosos principalmente por ter tido a oportunidade de conversar com um dos grandes especialistas em aves fósseis. Claro que antes disso, leu diversos artigos dele ainda sem saber que iria encontrar o autor em Taubaté.

Resumindo a história, ela ficou com a nota máxima tanto na Monografia 1 quanto na 2, amadureceu bastante e aprendeu mesmo sobre o assunto. Algum tempo depois ela foi procurar orientação de alguém que trabalhasse com aves vivas para estudar comportamento. Após isso, ela tentou entrar para o Mestrado três vezes. Isso é normal no museu, mas alguém que tenha passado nas provas três vezes, eu nunca tinha visto. É isso mesmo. Não se trata de um erro de digitação. Ela passou três vezes nas provas do Mestrado. A cada vez conversamos bastante, pois ela estava passando por inúmeras dificuldades…

Ontem recebi seu convite para a defesa. Foi apresentada uma proposta filogenética, para uma família de aves, baseada em caracteres comportamentais. O título de seu trabalho foi “Evolução do Comportamento Reprodutivo de Icteridae”. O que assisti foi excelente o que se confirmou em sua pontuação final. Cada um dos avaliadores deu a nota máxima. Tivemos então uma comemoração da 500ª Dissertação com uma aluna nota AAA. Tenho orgulho de saber este feito foi realizado por uma de nossas alunas!

Por Helder de Paula

Egresso e Docente de Ciências Biológicas

Unigranrio

Unigranrio em Parceria com a FIOCRUZ - Experimentação em Macroinvertebrados

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A Universidade UNIGRANRIO em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) realizou nos dias 18/01 e 02/02/2010 um teste para avaliar o “Manual de identificação de macroinvertebrados aquáticos do Estado do Rio de Janeiro” idealizado e desenvolvido pelo Professor e Doutorando Riccardo Mugnai, alocado no Laboratório de Avaliação e Promoção da Saúde Ambiental (LAPSA) do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

Para esta pesquisa, alunos do segundo fluxo acadêmico da Professora Luciana Leda foram convidados à participar. Ao final da pesquisa dois exemplares do Manual foram sorteados. Além disso, todos os participantes foram convidados pelo Professor Riccardo à realizar uma coleta nos moldes do Laboratório em questão.

Por Luciana Leda

Como anda o tempo em Duque de Caxias? Pergunte aos alunos de Gestão Ambiental e Ciências Biológicas…

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Neste último Sábado, 14 de Novembro, foi inaugurada a Estação Meteorologia da UNIGRANRIO, no Campus I. Na ocasião foi realizada palestra intitulada “Influência da Meteorologia nos Componentes Ambientais”, ministrada pela Meteorologista do Inea - Mariana Palagano. O evento contou com a participação de cerca de 50 alunos, docentes e a Gestão dos Cursos de Ciências Biológicas e Tecnólogo em Gestão Ambiental. A Estação Meteorológica representa um investimento da Universidade, com vistas a servir de instrumento e laboratório, para alunos e professores, no sentido de monitorar o clima na região central de Duque de Caxias. Soma-se a sua importância o fato desta ser a única estação deste tipo (Oregon, WMR-928NX) em funcionamento na região e seu entorno.

O equipamento é composto de três partes principais: sensores, painel receptor, computador com software e datalogger. O conjunto de sensores, movidos por energia solar, que estão instalados em um tripé sobre grama sintética, em anexo no 3º Andar do Bloco B. Estes sensores recolhem continuamente informações como: precipitação pluviométrica, temperatura interna e externa, umidade relativa do ar, velocidade e direção do vento e pressão barométrica. Estas informações são enviadas via rede sem fio (wireless) para o painel receptor, instalado na secretaria da Escola de Ciências da Saúde. O painel é conectado a um equipamento denominado datalogger, que armazena cerca de 3000 leituras, com frequência de até 1 minuto da leitura. Assim sendo, ao lançarmos tais dados no computador, através de cabo serial com o datalogger, estaremos aptos a armazenar e fornecer tais informações para a comunidade acadêmica e a sociedade em geral. Em breve, estaremos dispondo na página inicial da Universidade, estes dados para o público em geral. Contudo, desde a sua inauguração estes dados já estão sendo armazenados.

Neste sentido, estamos concretizando mais um Projeto conjunto entre os Cursos de Ciências Biológicas e Gestão Ambiental, de outros que lançaremos no próximo ano.

Burity, Wellington, Mª Isabel, Rogério e André

 

Fórum do Zoologia

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Quem disse que o Bicho não vai pegar…

Inscrições:

https://sga.unigranrio.edu.br/sga/Principal?alias=inscricao_on_line_evento

Vagas Limitadas

As fotos poderão ser entregues na secretaria da Escola, uma por aluno, com nome e metrícula no verso. Lembrem-se originais e em tamanho grande (no mínimo 20×30).

“Elo Perdido” a cerca de 9 Milhões de anos - Ardi e Lucy na passarela ou na cozinha…

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Imagem Veja Ed 2133 Set/2009

Como hoje em dia não se vai para a fogueira por se discutir Antropologia Física ou Paleo Antropologia, vale a leitura de matérias recentemente publicadas na revista semanal Veja (Edições 2132 e 2133).

Aspectos interessantes podem ser retirados com a divulgação da recosntrução do Ardipithecus ramidus (4,4 Milhões de anos), carinhosamente denomidada “Ardi”, simpátrica da já famosa “Lucy” (Australopithecus afarensis - 3,2 milhões de anos), no Triâgulo de Afar (Etiópia, África).

Ao se extrapolar o que se sabe hoje, em um primeiro momento se deu a oponibilidade dos dedos (ato de tocar com a ponta do polegar as demais pontas dos outros dedos), depois se deu o bipedalismo e aí por fim (até então), o aumento da capacidade craniana para comportar um cérebro maior e complexo.

Estes aspectos morfológicos podem ter gerado vantagens competitivas e evolutivas importantes, dando a linhagem humana a possibilidade até de mexer a comida dentro da panela, durante a cocção, segurando a colher de pau. Como assim?!  É fato, segundo o Antropólogo de Harward, Richard Wragham, o ato de cozinhar o alimento teria dado uma vantagem digestiva, as linhagens humanas que fizeram esse uso, em detrimento dos vegetarianos, com consequente aumento do aproveitamento dos nutrientes, necessários para um maior e melhor desenvolvimento  do organismo.

Contudo, com a descoberta e os dedobramentos das pesquisas envolvendo os achados de “Ardi”, muito pode mudar! Será que de fato existe o chamado “elo perdido”, com a descoberta, ele passaria para cerca de 9 milhões de anos; ou como postula Richard Leakey, será que não seria o momento de repensarmos se existe elo perdido, onde os Hominídeos e os Pongídeos (Gorilas, Chimpanzés, etc.) não teriam um elo comum, mas sim paralelo?

Em suma, essa é para que pensemos os avanços e desdobramentos da Paleo Antropologia e suas interrelações…

Burity

Dia do Professor

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Ser professor é…

Ser professor é professar a fé e a certeza de que tudo terá valido a pena se o aluno sentir-se feliz pelo que aprendeu com você e pelo que ele lhe ensinou…

Ser professor é consumir horas e horas pensando em cada detalhe daquela aula que, mesmo ocorrendo todos os dias, a cada dia é única e original…

Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e, diante da reação da turma, transformar o cansaço numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender…

Ser professor é importar-se com o outro numa
dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que necessita de atenção, amor e cuidado.

Ser professor é ter a capacidade de “sair de cena, sem sair do espetáculo”.
Ser professor é apontar caminhos, mas deixar que o aluno caminhe com seus próprios pés…

Feliz dia dos Professores!

Autor desconhecido

fonte internet

A INCLUSÃO DA DISCIPLINA LIBRAS NOS CURSOS DE LICENCIATURA DA UNIVERSIDADE DO GRANDE RIO - UNIGRANRIO

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No último dia 25, a Professora Ana Paula Oppenheimer (Escola de Educação), que atua nas nossas turmas de Libras da Licenciatura, nos solicita a divulgação de que apresentou trabalho no VIII Congresso Internacional/XIV Seminário Nacional do INES.Trata-se de evento de caráter técnico-científico dirigido a pessoas surdas e ouvintes, e tem como público-alvo, principalmente profissionais de nível superior, ligados ao campo da educação de surdos em trabalho de atendimento ou de pesquisa - pedagogos, professores, linguistas, fonoaudiólogos, psicólogos, psicanalistas, assistentes sociais, sociólogos, entre outros.Também constituem público natural do Evento os instrutores e intérpretes de Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, os gestores e técnicos da esfera educacional nos diferentes níveis de governo, os representantes de entidades de surdos e de instituições especializadas, bem como os estudantes de graduação e pós-graduação.
Vejam abaixo o resumo do trabalho da Prof. Ana Paula:

O presente estudo sobre a Inclusão da Disciplina Língua Brasileira de Sinais nos cursos de Licenciaturas da Universidade do Grande Rio - UNIGRANRIO teve como objetivo relatar as atitudes dos 233 alunos participantes desse processo de inclusão e em termos específicos, procurar (1) analisar as concepção dos discentes acerca da disciplina LIBRAS; (2) levantar as dificuldades e os problemas com a inclusão da disciplina; (3) analisar as representações dos discentes sobre a disciplina; (4) identificar fatores que contribuem para a aprendizagem do ensino da Língua Brasileira de Sinais. Este contato com os alunos permitiu aspectos até então desconhecidos por nós quanto ao processo de inclusão de uma nova disciplina em matrizes curriculares consolidadas. O sentido dado a essas experi|ências constituiu a realidade, ou seja, um cenário “socialmente constrído” estruturado em três fases: Percepção, Reconhecimento e Valorização Crítica. É importante ressaltar que o estudo possibilitou aos futuros profissionais de diversas áreas a reflexão sobre a importãncia do reconhecimento da pessoa surda. Espera-se que, através da inclusão da disciplina LIBRAS nos cursos de licenciaturas, os futuros profissionais em ampla articulação com diversos setores da sociedade civil tornem a Língua de Sinais uma Língua presente na vida social, política e econômica brasielira, favorecendo a construção da sociedade inclusiva.

 

Parabéns a Prof. Ana Paula e seus alunos.

Burity

II Congresso de Biólogos dos Estados RJ/ES e o XVIII ENBIO

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Conforme divulgamos em nosso BLOG, aconteceu nos dia 14 a 16 de setembro de 2009, no Auditório da FIRJAN, na Tijuca – RJ, o II Congresso de Biólogos dos Estados RJ/ES e o XVIII ENBIO, onde comemoramos os 30 anos de regulamentação da profissão, homenageando aos que direta e indiretamente participaram dessa realização.

A UNIGRANRIO comemora e MUITO!!!! Estivemos representados pela Bióloga Jaqueline Oliveira e por acadêmicos de Ciências Biológicas, que expuseram seus trabalhos no II CBio e, em Evento paralelo, o Fórum Anual de Coordenadores de Cursos de Ciências Biológicas, onde foram discutidas as áreas de atuação do Biólogo, contou com a participação do nosso Coordenador Geral Prof. Carlos Burity.

Foto gentilmente cedida pelo CRBio do almoço de confraternização entre Coordenadores

Destaque seja dado aos resultados que auferimos com nossos acadêmicos e docentes, dentre os diferentes trabalhos de Universidades Públicas ou Privadas apresentados. Nossos alunos, sob orientação de nossos docentes, tiveram um desempenho excelente! Vejam abaixo:

* 2º Lugar - Nathália Carina dos Santos Silva, et al. – “Mapa da trilha interpretativa no Parque Natural Municipal da Taquara em Duque de Caxias – RJ”.

* 3º Lugar - Alexandre Takio Kitagawa, et al. - Alimentação do Listrura nematopteryx de Pinna, 1988 em cativeiro e ecologia do habitat natural (Trichomycteridae, Glanapteryginae).

Alexandre Takio Kitagawa, et al. – “Levantamento preliminar de espécies exóticas da ictiofauna do Rio da Taquara, Duque de Caxias, Rio de Janeiro, Brasil”.

Alexandre Takio Kitagawa, et al. – “Mapeamento do entorno do Parque Natural Municipal da Taquara, Duque de Caxias, Rio de Janeiro, Brasil”.

Vera Telma Macedo da Rocha, et al. Ciência Itinerante: “Mobilidade a favor da ciência, tecnologia e informação.”

* Prêmio Biólogo Antônio José Bianchi Nunes. Serão oferecidos pela Família Torres Nunes (do nosso saudoso colega Bianchi) para os melhores trabalhos classificados conforme a ordem: R$ 100,00 (cem reais) para o quarto colocado, R$200,00 (duzentos reais) para o terceiro colocado; R$300,00 (trezentos reais) para o segundo colocado e R$500,00 (quinhentos reais) para o primeiro colocado, perfazendo um total de R$1.100,00 (um mil e cem reais). Em caso de empate o Presidente da Comissão dará o seu voto. Todos os Orientadores (se houver) dos trabalhos serão contemplados com Menções Honrosas, e se forem Biólogos deverão estar em dia com o CRBio-02.

Parabéns a todos os participantes, o Curso de Ciências Biológicas tem orgulho de mostrar que nossos alunos, sob orientação de nossos docentes, continuam produzindo e se destacando no meio acadêmico, científico e tecnológico do nosso Estado.

Por Biólogos Jaqueline Oliveira e Carlos Burity

Olha o “Quiz da Semana” aí!!!

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Está no ar, no Portal Unigranrio, mais um canal de interação com você, o Quiz da Semana. Publicaremos toda semana uma questão de interesse geral para estimular a reflexão e o debate, criar sinergia entre nossos cursos e, sempre que possível, preparar nossos alunos para o Enade, que acontece em novembro.

Às segundas-feiras, a melhor resposta será divulgada, sob a avaliação de um professor, e os autores ganham uma hora de atividade complementar atribuída à participação.

Vamos à pergunta desta semana?

“Este fim de semana eu fui visitar minha tia que mora na Gávea. Lá chegando, eu reparei que ela alimentava e brincava na varanda do apartamento com um grupo de micos-estrela (Callithrix sp.). Que implicações geram tal atitude da minha tia? Como contornar tal situação, do ponto de vista do morador (saúde pública) e do animal (Conservação)?”

As respostas devem ser postadas na área de comentários.

Participe!

Caros ALunos Agradeço a participação de todos, mas tinha que escolher uma resposta. Neste sentido, a que melhor abordou a questão, ao meu ver, foia a da aluna Viviane. Vejam:

  1. Viviane de S. Nuñez disse: setembro 16th, 2009 at 17:50 Infelizmente, a atitude da sua tia é totalmente errada, porque alimentando os micos, eles vão se proliferar cada vez mais, e a aproximação com animais silvestres é sempre perigosa, devido as doenças que eles podem nos transmitir, como a raiva, hepatites e até herpes. Como são animais que se adaptam bem ao meio urbano, podem também desenvolver outros hábitos como roubar alimentos das mãos das pessoas. Outro aspécto importante da presença desses micos, é o desequilíbrio que eles podem causar a avifauna, já que são predadores vorazes e expulsam outras espécies como o sagui-da serra-escuro e o mico-leão-dourado, que são espécies nativas da Mata Atlântica Fluminense. O correto é não alimentar os micos, quando for observado um grande bando em determinada áres urbana, chamar autoridades competentes para recolher esses animais, até mesmo para protege-los e dar continuidade ao programa de esterilização que já existe desde 2008.

Destaco a questão de saúde pública em relação as doenças passíveis de transmissão; não recomendar o contato ou a alimentação; tratar com espécies invasora, (em particulau digo: “fauna silvetre alóctone”); comenta a extinção por superposição de nicho (exclusão competitiva) com outras formas de primatas endêmicos, e desequilíbrio ecológico na avifauna por predação aumentada, etc.

Achei ótima! Parabéns a Viviane, nossa aluna de Bacharelado da Noite, do Campus Caxias, e aos demais que também passaram perto.

Burity