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31 de agosto: última edição impressa do Jornal do Brasil.

Com fim do JB impresso, Rio fica com apenas dois grandes jornais

Rio de Janeiro já chegou a ter 18 jornais em circulação, seguindo tendência de redução do número de diários como nos EUA

Com o fim da edição impressa do Jornal do Brasil, o Rio de Janeiro segue a tendência de grandes cidades americanas de reduzirem o número de diários. Desde 2008, 166 jornais fecharam as portas nos Estados Unidos, de acordo com números do Paper Cut, um blog americano que acompanha o mercado editorial do país.

A situação nos Estados Unidos é grave. O que se discute é se grandes cidades americanas continuarão tendo um jornal impresso de grande circulação. Em São Francisco, o San Francisco Chronicle, fundado em 1865, quase parou de circular em 2009 por causa de um grande endividamento, o que deixaria uma das cidades mais importantes do país sem um grande jornal.

Leia também:

O JB já foi um ícone para o Rio de Janeiro. No fim dos anos 1980, vendia mais de 180 mil por dia de semana e 250 mil aos domingos. O iG antecipou em 30 de junho a informação sobre a suspensão da versão impressa.

Em seu período áureo, conviveu com outros grandes competidores. Nos anos 1950, antes da cidade perder o status de capital federal, circulavam 18 jornais - 13 matutinos e cinco vespertinos, que juntos somavam uma tiragem diária de 1,2 milhão de exemplares. Isso significava 0,4 exemplar para cada habitante - o Rio tinha cerca de 3 milhões de habitantes.

Os únicos sobreviventes dessa lista são O Globo e O Dia, este último que teve seu controle transferido para o grupo português Ongoing em abril deste ano. Há outros títulos na cidade, embora populares e/ou gratuitos. Hoje, todos esses jornais vendem cerca de 500 mil exemplares por dia - uma relação de 0,08 exemplar por habitante.

As vendas de jornais no Brasil crescem abaixo da evolução do Produto Interno Bruto (PIB). No primeiro semestre de 2010, a circulação diária de jornais cresceu 2%, segundo o Instituto Verificador de Circulação (IVC). Entre janeiro e junho deste ano foram vendidos 4,25 milhões de exemplares por dia, graças a ascensão dos jornais populares e gratuitos. Em 2009, a circulação de jornais teve queda de 3,5%. Entre os 20 maiores, a queda foi de 6,9%.

Fonte: http://www.ultimosegundo.ig.com.br

agosto 31, 2010   No Comments

Facebook expande recurso de auto-sugestão para o feed de notícias

Parecido com o Google Suggest, basta que o usuário digite algumas letras para aparecer uma lista de usuários e grupos relacionados.

o Facebook começou a testar uma nova funcionalidade. A partir de agora, basta o usuário digitar algumas letras no campo de status updates, ou “feed de notícias”, para que o serviço disponibilize uma série de links para outras páginas, como grupos de interesse e outros usuários. Por exemplo, se você está escrevendo algo relacionado ao Olhar Digital, o serviço passará a sugerir nosso grupo para que você possa criar o hyperlink. O recurso já existia na busca, e agora foi estendido para este outro campo da rede social.

Parecido com o Google Suggest, que tenta prever o que você está buscando de acordo com as pesquisas populares, o recurso é mais direcionado para as páginas da rede social em que o usuário já tem alguma relação, como amigos já adicionados e grupos de interesse semelhantes aos que o usuário já faz parte. No momento, o recurso só inclui links de dentro da rede social, mas rumores apontam para a tendência de estender a funcionalidade para outros sites.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br

agosto 18, 2010   No Comments

Informativo

Prezados usuários,

Informamos que a partir de agosto, as multas geradas no sistema da rede de bibliotecas deverão ser pagas no setor financeiro, que funciona de 8h às 21h30.

O usuário ao devolver o (s) livro (s) receberá o boleto com o valor a ser pago. Lembramos, que a multa gerada é por dia de atraso, exceto domingos e feriados, e por cada material bibliográfico.

Se o empréstimo for especial (item 3.1 VER REGULAMENTO) será cobrada uma multa por atraso de devolução no horário estipulado, mais a multa normal do dia, ou seja, haverá uma penalidade a mais por ser um documento liberado em caráter especial para devolução no mesmo dia. (Item 3.6 VER REGULAMENTO)

Para as bibliotecas das setoriais, as multas deverão ser pagas nas Secretarias.

Qualquer dúvida entre em contato através do e-mail:

sibiunigranrio@unigranrio.com.br

Ou através do telefone: 2672-7820.

Sem mais,

Equipe da Biblioteca.

julho 13, 2010   No Comments

3 mil livros para download no site da USP

A USP lançou um site que disponibiliza 3.000 livros para download. Ao entrar no www.brasiliana.usp.br o internauta encontra livros raros, documentos históricos, manuscritos e imagens que são parte do acervo da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, doada à universidade.

Há planos de aumentar o catálogo para 25 mil títulos e incluir primeiras edições de Machado de Assis e de Hans Staden.

julho 7, 2010   No Comments

Google lança serviço que transforma imagem em texto.

Recurso lançado junto ao Google Docs reconhece caracteres presentes em imagens e arquivos de PDF por meio da tecnologia OCR.

Nova funcionalidade disponibilizada pelo Google permite o reconhecimento de caracteres em imagens e arquivos em formato PDF. A tecnologia usada é conhecida como OCR, sigla que pode ser traduzida como reconhecimento óptico de caracteres. A ferramenta está atualmente disponível dentro do serviço de códigos do Google.

Para executar o reconhecimento é preciso efetuar o upload do arquivo PDF ou da imagem com o texto que se deseja recolher as informações. Depois disso, o próprio sistema faz seu trabalho automaticamente e cria um novo documento em texto no Google Docs com as palavras contidas nos arquivos que foram enviados.

As palavras que não foram identificadas pelo serviço são destacadas com marcação amarela para facilitar a correção. Alguns caracteres, no entanto, ainda escapam da ferramenta de destaque de erros.

Ao utilizar o novo serviço alguns detalhes podem ser perdidos, como formatação de texto e tabelas.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br

junho 22, 2010   1 Comment

Livro digital pode democratizar a leitura, mas muda a indústria do livro

Especialistas atribuem papel fundamental aos professores para incrementar a leitura e veem no livro digital uma oportunidade de disseminação do conhecimento, mas que traz impactos para a cadeira produtiva.

Os universitários estão lendo menos? Como estimular a leitura? O livro digital ameaça as editoras e sugere o desaparecimento do livro tradicional? Ou há novas possibilidades de negócios na cadeia do livro? Estas foram apenas algumas das questões discutidas durante a XXIII Reunião Anual da Abeu (Associação Brasileira das Editoras Universitárias) que reuniu, na sede da Fundação Editora da Unesp, em São Paulo, entre os dias 7 e 10 de junho, profissionais do mercado editorial e acadêmicos para reflexão sobre a leitura na universidade e o livro digital.

Segundo Eliana Yunes, da Cátedra Unesco de Leitura (PUC-RJ), pesquisa realizada com universitários revela que o índice de leitura dos estudantes é baixíssimo ao ingressarem na universidade, mas, ao saírem, há uma melhoria significativa, da ordem de 20%. Um aspecto fundamental levantado pela especialista é o papel dos professores como mediadores da leitura, “ensinando os alunos a lerem os textos, destrinchando-os, articulando-os, correlacionando os conhecimentos”.

Outro fator identificado como estimulante é o acesso aos bens. Nesse sentido, “a internet configura-se como um instrumento facilitador”, afirma Yunes, ressalvando, entretanto, que não é neste espaço que se forma um leitor. “A universidade pode formar novos e perenes leitores, mas cabe ao professor perceber e trabalhar a heterogeneidade de seus alunos”, referendou João Luiz Ceccantini, professor do curso de Letras da Unesp, câmpus de Assis e vencedor do Prêmio Jabuti 2009, com o livro Monteiro Lobato: livro a livro. Carlos Erivany Fantinati, docente no mesmo câmpus, reiterou a importância de o professor exercitar a explicação de texto que, para ele, “não se trata de apenas elencar seus elementos constitutivos, mas sim de identificar os elos e liames entre esses elementos”, tornando a leitura um desafio permanente. Para o filósofo Pablo Ortellado, professor da USP, a digitalização do livro tem um impacto fundamental na difusão do conhecimento entre classes sociais, que antes não conseguiriam adquirir os livros. A renda familiar de muitos estudantes é inferior ao valor da bibliografia solicitada em cursos universitários. Sem a digitalização deste conteúdo, eles não teriam uma formação adequada, como explica Ortellado, que também é coordenador do Grupo de Pesquisa em Políticas Publicas para o Acesso à Informação (GPOPAI). “Podemos fazer um comparativo com a indústria fonográfica, que precisou se reinventar após a digitalização da música. Eles utilizam a disseminação de arquivos em MP3 para divulgar o produto. E seu modelo de negócio passou por reestruturações”, diz Ortellado, para quem as editoras deverão repensar seus modelos de negócios.

Segundo dados do Observatório do Livro e da Leitura, pelo menos 3% dos leitores brasileiros são adeptos de mídias digitais (dados de 2008). “O livro digital veio para ficar”, afirmou o diretor da entidade, Galeno Amorim. Nesse sentido, Flávia Garcia Rosa, presidente da Abeu, foi enfática ao afirmar que “os professores universitários devem estar atentos aos desafios e possibilidades deste novo cenário”.

Ainda não há números oficiais sobre a venda de conteúdo digital no Brasil, mas estima-se que cerca de 7 milhões de habitantes baixem livros diariamente pela internet e, destes, a maioria é jovens de 14 a 17 anos. Segundo o secretário Municipal de Cultura de São Paulo, Carlos Augusto Calil, há um esvaziamento nas bibliotecas de universidades, pois “os alunos preferem pesquisar na internet a buscar livros na biblioteca”.

Mudanças no mercado editorial - Se de um lado há uma perspectiva de ampliação de acesso aos bens culturais, o livro digital impõe novos desafios para a indústria livreira. Durante a reunião, alguns participantes expuseram suas primeiras experiências com o livro digital. No caso da Imprensa Oficial de São Paulo, Hubert Alquéres, presidente da entidade, diz ter ficado muito surpreso com a quantidade de downloads e revelou que “algumas pessoas que baixam o livro, depois de ler, procuram o exemplar em papel, o que vai na contramão da ideia de que o digital substitua o tradicional”. Já o editor executivo da Editora Unesp, Jézio Hernani Bomfim Gutierre, contemporiza: “O e-book não deve ser considerado uma salvação para a difusão e tampouco o fim das editoras.”

Experiência espanhola - Dentre os estrangeiros, Antonio Ávila Álvarez, diretor executivo da Federación de Grêmios de Editores de España, e Inés Miret, diretora da Neturity/Madri, apresentaram uma pesquisa sobre o impacto da digitalização no catálogo, canais de distribuição e vendas e políticas de preços na Espanha. Algumas constatações: por lá,  os editores já admitem uma queda no preço de capa, para o formato virtual, entre 30% e 50%. E a aposta é que em oito anos a receita com a venda de livros digitais ultrapasse o volume de vendas de livros impressos em papel.

Dados da Fundação Germán Sánchez Ruipérez apontam que, naquele país, dos 50 primeiros livros mais visitados da Biblioteca Hispânica Digital, 40 são novos. “Até o fim de 2010, esperamos disponibilizar na rede cinco mil títulos”, diz Álvarez.

Para o diretor presidente da Editora Unesp, José Castilho Marques Neto, o encontro representou um marco para que as editoras universitárias se situem em relação ao que está acontecendo.”Ninguém tem certeza do que virá daqui para frente, mas essa é uma discussão substantiva que nos dá maior tranquilidade para buscar novos caminhos”, disse. A Editora Unesp lançou, neste ano, uma primeira coleção de livros digitais, com acesso totalmente gratuito e disponível para download em www.culturaacademica.com.br. Mais de 35 mil downloads foram feitos em menos de três meses.

Fonte: Editora UNESP

junho 14, 2010   No Comments

Edital de Fomento à Produção, Difusão e Distribuição de Livros em Formato Acessível

Inscrições até 22 de julho.

Constitui objeto deste edital o repasse de recursos financeiros a entidades privadas sem fins lucrativos para projetos que fomentem a produção, difusão e distribuição de livros em formato acessível, aqui compreendidos como livros convertidos por meio de técnicas especializadas de adaptação, que proporcionem descrição ou narração das possíveis representações gráficas presentes na obra, nos formato Daisy, Braille, livro falado (voz humana ou sintetizada) ou outro formato que permita o acesso de pessoas com deficiência visual ao seu conteúdo, excetuados os livros didáticos.

Busca-se com esse Edital estimular a instalação e o aperfeiçoamento de estruturas de produção, reprodução e distribuição de livros em formato acessível e outras ações que potencializem esses atos, garantindo a constituição de uma rede descentralizada, com vistas a suprir as demandas e particularidades regionais, em conformidade com os Editais de Fomento ao Livro e à Leitura do Ministério da Cultura, a Lei do Livro (Lei n° 10.753/2003), o Plano Nacional do Livro e Leitura, a Lei de Acessibilidade (Lei n° 10.098/2000), o artigo 46 da Lei n° 9.610/1998 e a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto 6.949, de 25 de agosto de 2009.

Os proponentes poderão concorrer às seguintes categorias:

I - Infraestrutura de produção de livros em formato acessível;
II - Produção e distribuição de livros em formato acessível;
III - Capacitação e difusão em livros em formato acessível.

Confira o edital e os anexos:

Fonte: http://www.cultura.gov.br/site/2010/06/07/edital-de-fomento-a-producao-difusao-e-distribuicao-de-livros-em-formato-acessivel/

junho 8, 2010   No Comments

Zahar lança em breve distribuidora digital.

Pelo tamanho das editoras envolvidas no projeto, a Distribuidora de Livros Digitais (DLD) será determinante para que a oferta de e-books deslanche no Brasil, mas, entre as principais empresas do setor, é a Zahar que larga na frente no uso de uma ferramenta confiável para contabilizar as vendas em formato digital. Em duas semanas, a empresa pretende botar no ar sua própria plataforma de armazenamento e distribuição de e-books, o Xeriph. Assim como a DLD, o Xeriph não será acessado pelo consumidor final, mas funcionará como uma base de dados para livrarias on-line. Hoje a Zahar tem 170 e-books em oferta e contabiliza mais de oito mil exemplares vendidos. Já a Singular, que faz distribuição digital para o Grupo Ediouro, diz que ainda é desprezível o número de vendas dos cem e-books já lançados pela empresa, mas anuncia para breve uma parceria com a americana Smashwords, que permitirá a venda de seus livros na Amazon e na loja de e-books da Apple.

Fonte: http://oglobo.globo.com

junho 7, 2010   No Comments

Digitalização de livros aumenta no mundo.

No Brasil, as bibliotecas na internet contribuem para a democratização da informação.

 Nahima Maciel - 24/05/2010

O livro ainda não acabou, prateleiras de bibliotecas e livrarias continuam abarrotadas e nem o anúncio do sedutor iPad fez caírem os índices da lista dos mais vendidos do New York Times. Mas há, sim, uma batalha travada silenciosamente na galáxia do livro impresso. Enquanto se discute por aí se e-books vão substituir o papel, uma indústria paralela se prepara para digitalizar a maior quantidade de livros possível e coloca em pauta a mais importante das discussões sobre a ligação entre tecnologia e acesso à informação. Disponibilizar o conhecimento na web é democratizar a informação, mas como fazê-lo? E nesse campo de batalha há pelo menos dois fronts bem definidos. De um lado está a lógica comercial, que aceita o risco de burlar os direitos autorais. Do outro, as instituições apegadas à ética da preservação do objeto e seu autor.

José Mindlin: pouco antes de morrer, o bibliófilo doou parte do seu acervo para a USP.

Nos Estados Unidos, a Google passou por cima das leis de direitos autorais e digitalizou 12 milhões de livros. O que não está em domínio público fica indisponível na web, mas permanece integralmente armazenado nos discos rígidos da empresa para futura comercialização. Em Paris, a Biblioteca Nacional da França (BNF) criou o Gallica, sistema que armazena, online, mais de um milhão de livros e documentos. O Brasil ainda engatinha nessa trilha.

O projeto mais expressivo começou a ser realizado na Universidade de São Paulo (USP) no ano passado. A instituição disponibilizou na web 1.200 volumes da coleção de 40 mil títulos doada por José Mindlin em 2006. A biblioteca digital intitulada Brasiliana pode ser consultada por qualquer pessoa com acesso à internet e é um braço de projeto mais amplo que envolve a construção de um prédio para receber o acervo de Mindlin.

O projeto de digitalização conta com financiamento de R$ 1,8 milhão do Ministério da Cultura e da Fapesp. Quase nada se comparado aos 14 milhões de euros anualmente destinados ao projeto da francesa Gallica. Na França, toda compra de equipamentos audiovisuais implica o pagamento de imposto reservado para a digitalização do acervo da BNF.

Para montar a Brasiliana, a USP conta com um scanner robótico único na América Latina. Dotado de braço mecânico, o equipamento tem capacidade para digitalizar 2.400 páginas por hora. “Mas não estamos conseguindo atingir essa meta porque temos livros raros, delicados. Tenho conseguido colocar três livros novos por dia”, conta Pedro Puntoni, diretor da Brasiliana. A intenção é colocar online todo o acervo livre de direitos autorais, aqueles livros que já estão em domínio público.

Políticas sólidas
Também em São Paulo, a Mario de Andrade, maior biblioteca pública do país, amarga a falta de políticas sólidas para o livro na era digital. Entre 2000 e 2006, a instituição conseguiu disponibilizar apenas 200 obras raras e quatro mil do acervo de 3,3 milhões de itens. “É pouco. Mas temos projetos para digitalizar livros raros sobre o Brasil, são projetos que mandamos para a Fapesp”, conta a bibliotecária Joana Moreno de Andrade, responsável pela seção de obras raras.

No Rio de Janeiro a situação traz um alento. Desde 2006, a Biblioteca Nacional (BN) tem laboratório próprio e equipe de oito pessoas para digitalização do acervo. O financiamento vem de instituições estrangeiras como a Unesco, a Mellon Foundation e a brasileira Finep. “A digitalização tem dois objetivos: acesso e preservação”, diz Angela Bitencourt, coordenadora da Biblioteca Digital da BN. “Visamos democratizar o acesso à coleção, que representa a memória documental do país. É uma digitalização feita com mais cuidado, a captura tem que ser feita em qualidade alta para que esse arquivo digital possa ser cópia fiel do original.” No site, o usuário tem acesso a 30 mil itens, entre eles cinco mil áudios e oito mil imagens.

Brasília no começo

A Biblioteca Central da Universidade de Brasília (BCE/UnB), a maior da cidade, não tem projetos de digitalização do acervo físico de 500 mil livros. “Digitalizamos apenas as dissertações ainda em formato impresso e a produção dos pesquisadores. Nosso acervo de livros não está digitalizado nem vai estar tão cedo por causa do volume e do custo, que é muito alto”, avisa Sely Costa, diretora da instituição.

A Biblioteca do Senado Federal é a única da cidade engajada em um programa de digitalização. É possível consultar em rede 180 das quatro mil obras raras da instituição. São mapas e relatos dos séculos 18 e 17, documentos históricos como a Nova orbis, que narra a expedição de Joannes de Laet à América e foi publicado em 1633. “Nossa capacidade varia de acordo com a qualidade dos documentos. Obras raras têm que ter manuseio cuidadoso, mas fazemos de seis mil a sete mil páginas por mês e o projeto começou em agosto de 2009″, conta o bibliotecário André Luiz Lopes. Já na Biblioteca Nacional Leonel Brizola, nem mesmo o acesso ao acervo físico está liberado para os usuários.

Curiosidades online

Biblioteca Digital do Senado
Documentos e relatos sobre a expedição Cruls, cartas trocadas entre Dom Pedro I e Dom João VI na época do Brasil Império.

Biblioteca Brasiliana USP
É a única biblioteca pública no Brasil cujo acervo possui cinco livros de Francisca Júlia, poeta paulistana do início do século 20 importante para a história da literatura na cidade. A Brasiliana também colocou online toda a poesia de Vinicius de Morais, depois de um acordo com a família do compositor, que liberou os direitos autorais.

Biblioteca Digital da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
A coleção de mais de duas mil fotografias da imperatriz Maria Thereza Chirstina está disponível no site. Cada imagem vem acompanhada de fichas detalhadas sobre a foto.

junho 2, 2010   No Comments

Site reúne tweets sobre filmes.

A integração entre sites e a ferramenta de microblog Twitter são cada vez mais comuns e as novidades não param de surgir. Agora é a vez do Mombo, um site que filtra informações sobre filmes através de tweets que os usuários do microblog disparam pela internet.

Como a ideia ainda é nova, não há muitas informações sobre como o processo funciona. O que se sabe é que o Mombo rastreia os tweets dos usuários e coleta qualquer um que possua nomes de filmes. Em seguida, o site arquiva separadamente tweets bons e ruins na página do filme. Quanto mais tweets positivos, mais estrelas o filme ganha. Se os negativos forem surgindo, o filme vai perdendo estrelas.

Se você gostou da ideia, vale começar a twittar sobre aquele filme bacana que você assistiu. Se não gostou, também vale um tweet. Porém, a versão existente do site é em inglês, então lembre-se de twittar o filme com o nome original.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br

maio 31, 2010   No Comments