DynaMed pode ser consultada através dos SmartPhones.
Como Baixar:
novembro 24, 2011 No Comments
ARTIGO
Artigo publicado recentemente na Revista BMJ comprova que a Base de Dados DynaMed está entre as melhores Bases na área Médica.
Speed of updating online evidence based point of care summaries: prospective cohort analysis
BMJ 2011; 343 doi: 10.1136/bmj.d5856 (Artigo publicado em 23 de setembro de 2011)
RESUMO TRADUZIDO:
Objetivo Avaliar a capacidade do ponto internacional de resumos cuidados informações para atualizar provas relevantes para a prática médica.
Projeto de análise de coorte prospectivo bibliométricos.
Definição de cinco pontos Top dos resumos cuidado informação (Clinical Evidence, EBMGuidelines, eMedicine, Dynamed, UpToDate) classificou para a cobertura de condições médicas, a qualidade editorial, e da metodologia baseada em evidências.
As medidas de desfecho principais De junho 2009 a maio de 2010, mediu a incidência de resultados de pesquisas relacionados com potencialmente elegíveis evidência interessante. Como amostras, optou-se revisões sistemáticas classificados como relevantes por redes internacionais de pesquisa (tais como, Medicina Baseada em Evidências, ACP Journal Club e da Colaboração Cochrane). Todos os meses avaliamos se cada revisão amostrados foi citado em pelo menos um capítulo do cinco resumos. A taxa cumulativa de atualização foi analisado com Kaplan-Meier.
Resultados De abril a dezembro de 2009, 128 comentários foram recuperados; 53% (68) a partir das revistas de literatura de vigilância e de 47% (60) a partir da Biblioteca Cochrane. Em nove meses, Dynamed havia citado 87% das análises da amostra, enquanto os outros resumos citaram menos de 50%. A velocidade de atualização de Dynamed claramente levou os outros. Por exemplo, as taxas de risco para as citações nas Diretrizes EBM e evidência clínica em relação ao melhor desempenho foram 0,22 (IC 95% 0,17-0,29) e 0,03 (0,01 a 0,05).
Conclusões Ponto de resumos informações sobre cuidados incluem elementos de prova relevantes para a prática em diferentes velocidades. A análise qualitativa dos mecanismos de atualização é necessária para determinar se uma maior velocidade corresponde à incorporação mais adequada de novas informações.
novembro 24, 2011 No Comments
Acervo Digital das Revistas Culturais Brasileiras
Em parceria com o Programa Cultura e Pensamento do Ministério da Cultura, a Brasiliana Digital criou o Acervo Digital das Revistas Culturais Brasilieiras.
O Programa Cultura e Pensamento é um projeto do Ministério da Cultura que tem como objetivo incentivar o debate crítico. O seu propósito é fortalecer espaços públicos de reflexão e diálogo em torno de temas relevantes da agenda cultural contemporânea. Em seu portal o Programa Cultura e Pensamento disponibiliza informações sobre e para os debates na forma de textos, vídeos e notícias. É dentro deste espaço que o Ministério da Cultura almejava disponibilizar uma coleção histórica de revistas culturais, com acesso universal e gratuito ao seu conteúdo.
Para colaborar com este objetivo do Programa Cultura e Pensamento, a Brasiliana USP estabeleceu uma parceria para a formação de um Acervo Digital das Revistas Culturais Brasileiras no nosso site.
Pesquisa no Acervo:
O usuário poderá pesquisar este Acervo diretamente na Brasiliana Digital ou a partir do buscador no site do Programa Cultura e Pensamento.
novembro 23, 2010 No Comments
Redes sociais: a grande ferramenta do marketing digital colaborativo
Empresas têm investido em ações de entretenimento no Facebook ou Twitter para promover suas identidades, produtos e serviços.
Stephanie Kohn
Hoje em dia muito se fala do marketing digital colaborativo - uma maneira de disseminar os conteúdos por meio das redes sociais e multiplicar o alcance das ações. O processo é simples e inteligente: a empresa e sua marca promovem ações de relacionamento com seus clientes e os próprios clientes ajudam a espalhar as informações por toda a rede.
Neste contexto, agências têm investido em algo que chamam de “Brand Entertainment”, uma nova e poderosa ferramenta de comunicação publicitária que une o entretenimento à uma marca em um determinado formato, seja internet, eventos ou espectáculos.
O objetivo principal é dar às empresas a oportunidade de promoverem a sua identidade, os seus produtos ou os seus serviços, junto dos seus públicos-alvo, de um modo direcionado e impactante. É uma boa forma de promover a marca desenvolvendo jogos e ações divertidas para aumentar a interação com os consumidores que usam a internet.
Uma das maiores vantagens desta nova ferramenta é que o consumidor tem total controle sobre sua experiência com a marca, por apresentar uma carga emocional muito mais intensa do que as tradicionais. “As ações de marketing interativo são usadas para fixação de marca ou de um conceito relacionado a ela. As empresas usam o Brand Entertainment para incrementar sua presença na web ou para atrelar conceitos de modernidade e inovação à sua marca”, diz Marlon Souza, diretor executivo da agência Morphy.
A novidade, no entanto, é que a plataforma das redes sociais, em especial do Facebook, permitem realizar uma série de ações de marketing específicas para um público. Este tipo de ação viral na internet aumentou muito com a repercussão espontânea entre os usuários e começou a despertar o interesse de anunciantes mais tradicionais. Isso porque é possível mensurar resultados por meio de comentários e sugestões publicados pelas pessoas que interagiram com a ação. “As empresas mais convencionais sentem que de alguma forma precisam surfar nesta onda da interatividade nas redes sociais”, conta o publicitário.
Outra tendência diretamente vinculada às redes sociais é a explosão da mobilidade. As pessoas estão cada vez menos presas ao computador de mesa e notebooks. Com a evolução dos smartphones, o contato com as ferramentas de relacionamento é feito diretamente pelo celular, por isso que a atuação neste cenário de Facebooks e Twitters é o que gera melhores resultados.
Seja no computador ou no celular, o sucesso de uma ação de marketing de entretenimento online - o Brand Entertainment - não foge muito do conceito do marketing tradicional. A disseminação espontânea de uma ação no meio digital dependerá sempre da sua atratividade e relevância do conteúdo frente ao público a ser atingido.
outubro 5, 2010 No Comments
Era da generosidade e da criatividade coletiva
Gil Giardelli fala de temas morais em tempos digitais e frisa “A internet sob ataque”. Confira!
Como escreveu Manuel Bandeira “Assim eu quereria meu último poema terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais”. Simples assim, surgiu o renascimento da inovação digital. A revolução foi silenciosa, as forças seculares acreditavam que a web era apenas uma brincadeira de jovens petulantes!
Os céticos duvidam que entramos na ”Era da criatividade e generosidade e global”. A consciência coletiva aparece. O pensador Daniel Pink afirma em seu livro “Drive: The Surprising Truth About What Motivates Us” que até o século XX os trabalhadores só se sentiam estimulados pelos ganhos financeiros. E no século XXI as pessoas fazem coisas para se sentirem inseridos no mundo, para ganhar sua satisfação, alimentados por recompensas externas, pela intrínseca motivação, a alegria de fazer algo em benefício do outro.
Lembra do mantra digital “Você é o que você compartilha?” Estudos recentes da Universidade Kings College London, provou que a internet não revolucionou apenas nossa forma de viver e se relacionar. Revolucionou nosso cérebro – quando você está na web e tem o sentimento de fazer a coisa certa, fazer coisas interessantes, engajar-se a uma causa ou contribuir para o mundo. Afeta seu cérebro e uma parte do seu nercotex e você fica feliz como praticar esporte ou fazer amor. Percebeu porque estes danados ficam tanto tempo conectados e compartilhando?
Clay Shirky, em seu livro Cognitivo Excedente - afirma que as pessoas estão trocando seu tempo livre, onde assistiam TV estatelado no sofá por conectar-se às redes sociais! Clay questiona porque as pessoas gastam seu tempo editando a Wikipedia - todos os artigos, edições e discussões sobre os artigos e edições representam cerca de 100 milhões de horas de trabalho humano. O que as motiva?
Havia muito tempo livre no mundo industrializado versus falta de tempo em um mundo conectado. Alguém que nasceu em 1960 já assistiu algo como 50 mil horas de televisão, e já passou mais de cinco anos e meio de vida na frente da telinha.
Existe na humanidade um excedente cognitivo = A sociedade conectada desligando a TV e produzindo conteúdo significa um trilhão de horas por ano de desenvolvimento do software da sabedoria das multidões. Um novo recurso! Hoje no mundo 0 Tempo = bem social coletivo. Trocar a TV por postar em blogs, wikis e Twitter. Ensinando o outro, aprendendo com o outro. Sai a televisão, uma atividade solitária e entra as conexões sociais – contribuir, compartilhar etc. Shirky disse: “Quando alguém compra uma televisão, o número de consumidores sobe para um, mas o número de produtores permanece o mesmo.”
Quando alguém compra um computador ou telefone celular, o número de consumidores e produtores aumenta um. Isso permite ao cidadão, ao invés de deixar seu tempo livre escoar em frente da televisão, produzir vídeos divertidos, engajar-se em webcidadania, enfim vale tudo!
Pink disse que ao contrário do que pensávamos que nossas motivações estava em dois pilares, o das necessidades biológicas (beber, comer, se aquecer e satisfazer desejos biológicos) e o segundo pilar de responder a recompensas e punições, temos um terceiro pilar. A ciência provou que a motivação intríseca pode ser ainda mais poderosa: “Isso é o que está por trás das pessoas que organizam sites de carona, usam telefones celulares para informar sobre as catástrofes naturais ou agitação política. Eles são motivados por algo que não seja dinheiro.”
Até o século passado, o mundo foi orientado ao hiperconsumo e a passividade. No século XXI reinventamos a co-criação e o compartilhar. Algo que ficou latente nos últimos séculos industrializados.
Somente com este novo comportamento da humanidade, poderia nascer comunidades de software livre, de vizinhos online, de protetores de animais, de produtores de documentários. Pense na criação do Twitter, um amigo vira para o outro e diz:
- “Vamos fazer um microblogging gratuito de até 140 caracteres?”
O amigo responde:
- “Otimo, vamos começar agora”.
E nem pensaram em um plano de negócios ou modelo de pagamento Percebeu um mundo novo? Percebeu o choque dos séculos? Porém, empresas e governos, perceberam os diácomos da tempestade digital e estão dispostos a fazer a nossa amada internet funcionar de uma maneira diferente. Para no final promover interesses políticos e comerciais falidos! Muitos poderes que não cabem em uma era do conhecimento coletivo!
A Revista The Economist estampou em sua capa “Os novos muros da web – Suas normas abertas, que derreteu as fronteiras existentes entre academia, empresas e redes de consumo está em perigo de perder sua universalidade.” Essa tal de “neutralidade da rede”, que nasceu com a internet e deu-lhe o caráter aberto e democrático que teve até agora.
Por ironias da deusa das casualidades, o primeiro grande ataque foi de Paris – o berço da Revolução Francesa, que ensinou a civilização ocidental os conceitos de Liberdade, Igualdade e Fraternidade. O enfadonho Presidente Sarkozy levantou as barricadas em seu Quartier Latin, prendendo jovens que abaixavam música na internet, por meio da lei “Création et internet”, ou Lei Sarkozy, em resumo (censura sem a participação do Judiciário, o que representa uma clara violação ao direito à privacidade e à presunção de inocência) Veja aqui.
A The Economist desvendou “A Grande muralha digital Chinesa, o firewall estatal que já impõe um controlo rigoroso dos links de internet com o resto do mundo, monitorando o tráfego e fazendo muitos sites ou serviços indisponíveis. Há também, países que não toleram a democracia das ideias como Irã, Cuba, Arábia Saudita e Vietnã, embarcaram em seus muros de Berlim da era digital.”
O ativista digital e músico Damian Kulash escreveu para o The Washington post: “Passei uma década trabalhando com a indústria fonográfica, um setor em que as grandes excluem todo o resto. Criatividade e inovação ficam muito atrás do dinheiro em importância e todos perdem, até as grandes. Elas se isolaram da mudança por tanto tempo que cavaram seu túmulo. O sucesso é mais frequentemente comprado que conquistado.
A internet é o mercado mais puro para ideias que o mundo jamais viu, e o poder espantoso desse campo de jogo nivelado revolucionou tudo. Na internet, quando envio meus uns e zeros para algum lugar, eles não deveriam ter de esperar na fila atrás dos uns e zeros de pessoas ou corporações abonadas. Esse é o modo como a internet foi planejada, e é fundamental para um conceito chamado “neutralidade da rede”, que garante que os provedores de serviços de internet não podem escolher favoritos.”
Há alguns anos Lawrence Lessig e Robert McChesney, especialistas das universidades de Stanford e Illinois, disseram que se o fim da neutralidade acontecer, “a internet começará a ficar parecida com a televisão a cabo, onde meia dúzia de grandes empresas controlarão o acesso ao conteúdo e sua distribuição, decidindo o que você vai ver e quanto vai pagar por isso.”
Da série a série, poder absoluto corrompe de Maquiavel – Vinton Cerf, pioneiro em tecnologias da informação, considerado por muitos “o pai da internet” que foi o grande orador da manutenção da neutralidade da rede, declarou a todos os ventos em alto e bom som: “As gigantes de telecom querem nos impor um modelo do século 19 no mundo do século 21″, comparando a internet pedagiada às práticas monopolistas que marcaram há 150 anos a construção das redes de telégrafos – a primeira malha global de comunicação rápida que o mundo conheceu.
Com sadismo a deusa das casualidades,fez o Google esquecer seu mantra “Não seja malvado” e Vinton Cerf seu vice-presidente, provavelmente pediu para esquecerem o que ele escreveu – A gigante de busca embasbacou o mundo com sua sórdida manobra para criar pistas exclusivas na internet com a Verizon e colocar em xeque o modelo atual de neutralidade na rede. Justamente “O Google que começou numa garagem e se tornou um líder industrial por ter grandes ideias e não montanhas de dinheiro”. Mas, agora que a internet já existe a tempo suficiente para ter desenvolvido seus próprios gigantes, precisamos garantir que eles não arruínem o que é grande na tecnologia que os produziu.” Profetizou Kulash.
Aprovar o acordo Google-Verizon, ou atitudes de países que não admiram a democracia “Seria como ter uma legislação sobre direitos civis que tratasse da ocupação de assentos em ônibus, mas excetuasse escolas, locais de trabalho e cabines de votação.” Como disse a voz inteligente de Damian Kulash. Emocionante o parágrafo final da The Economist “Este jornal sempre defendeu o livre comércio, mercados abertos e a concorrência vigorosa no mundo físico. Os mesmos princípios devem ser aplicados na internet também.”
Você pode se engajar e ajudar a eleger a Internet como Nobel da Paz em 2010, se engajar no projeto savetheinternet.com. Somos ou não somos, tech-anarquistas graças a Deus? Nestes anos, em vez de atirarmos pedras como na revolução estudantil de 1968, vamos usar nossos mouses e deletar velhas formas de um mundo que naufragou. Precisamos de homens magnanimous em tempos de revoluções. Precisamos de homens que enxergaram o futuro. Precisamos de sonhadores, utópicos, semeadores do bem. Precisamos de pessoas que acreditam que a evolução da terra se dará pela consciência coletiva. Precisamos de pessoas que criem redes sociais de justiça, leis morais, arquitetura, tecnologia e educação.
Precisamos de contadores de histórias como os avós de José Saramago. - “Gente que tinha pena de ir-se da vida só porque o mundo era bonito, gente, e este foi o meu avô Jerônimo, pastor e contador de histórias, que, ao pressentir que a morte o vinha buscar, foi despedir-se das árvores do seu quintal, uma por uma, abraçando-se a elas e chorando porque sabia que não as tornaria a ver”.
Contamos com você, camarada! Boa viagem.E não esqueça da bussola digital. Não use velhos mapas, para descobrir novas terras! A e-revolução não é toda história, mas é uma grande história onde não podemos usar velhos mapas para descobrir novas terras!
Gil Giardelli (Ceo da Gaia Creative, onde implementa ações de redes sociais e web colaborativa para empresas como BMW, Hospital Einstein, Mini Cooper, Grupo Cruzeiro do Sul entre outras. Professor de MBA e Pós graduação da ESPM – São Paulo e Brasília)
Inspirado em – “EUA começam a discutir o futuro da internet. Integra aqui e “Em uma conversa genial, para a revista Wired entre Pink e Clay sobre a humanidade 5.0 e no “Discurso de José Saramago na Academia Sueca (ao receber o Prêmio Nobel de Literatura)
HSM Online
17/09/2010
setembro 20, 2010 No Comments
31 de agosto: última edição impressa do Jornal do Brasil.
Com fim do JB impresso, Rio fica com apenas dois grandes jornais
Rio de Janeiro já chegou a ter 18 jornais em circulação, seguindo tendência de redução do número de diários como nos EUA
Com o fim da edição impressa do Jornal do Brasil, o Rio de Janeiro segue a tendência de grandes cidades americanas de reduzirem o número de diários. Desde 2008, 166 jornais fecharam as portas nos Estados Unidos, de acordo com números do Paper Cut, um blog americano que acompanha o mercado editorial do país.
A situação nos Estados Unidos é grave. O que se discute é se grandes cidades americanas continuarão tendo um jornal impresso de grande circulação. Em São Francisco, o San Francisco Chronicle, fundado em 1865, quase parou de circular em 2009 por causa de um grande endividamento, o que deixaria uma das cidades mais importantes do país sem um grande jornal.
Leia também:
O JB já foi um ícone para o Rio de Janeiro. No fim dos anos 1980, vendia mais de 180 mil por dia de semana e 250 mil aos domingos. O iG antecipou em 30 de junho a informação sobre a suspensão da versão impressa.
Em seu período áureo, conviveu com outros grandes competidores. Nos anos 1950, antes da cidade perder o status de capital federal, circulavam 18 jornais - 13 matutinos e cinco vespertinos, que juntos somavam uma tiragem diária de 1,2 milhão de exemplares. Isso significava 0,4 exemplar para cada habitante - o Rio tinha cerca de 3 milhões de habitantes.
Os únicos sobreviventes dessa lista são O Globo e O Dia, este último que teve seu controle transferido para o grupo português Ongoing em abril deste ano. Há outros títulos na cidade, embora populares e/ou gratuitos. Hoje, todos esses jornais vendem cerca de 500 mil exemplares por dia - uma relação de 0,08 exemplar por habitante.
As vendas de jornais no Brasil crescem abaixo da evolução do Produto Interno Bruto (PIB). No primeiro semestre de 2010, a circulação diária de jornais cresceu 2%, segundo o Instituto Verificador de Circulação (IVC). Entre janeiro e junho deste ano foram vendidos 4,25 milhões de exemplares por dia, graças a ascensão dos jornais populares e gratuitos. Em 2009, a circulação de jornais teve queda de 3,5%. Entre os 20 maiores, a queda foi de 6,9%.
agosto 31, 2010 No Comments
Facebook expande recurso de auto-sugestão para o feed de notícias
Parecido com o Google Suggest, basta que o usuário digite algumas letras para aparecer uma lista de usuários e grupos relacionados.
o Facebook começou a testar uma nova funcionalidade. A partir de agora, basta o usuário digitar algumas letras no campo de status updates, ou “feed de notícias”, para que o serviço disponibilize uma série de links para outras páginas, como grupos de interesse e outros usuários. Por exemplo, se você está escrevendo algo relacionado ao Olhar Digital, o serviço passará a sugerir nosso grupo para que você possa criar o hyperlink. O recurso já existia na busca, e agora foi estendido para este outro campo da rede social.
Parecido com o Google Suggest, que tenta prever o que você está buscando de acordo com as pesquisas populares, o recurso é mais direcionado para as páginas da rede social em que o usuário já tem alguma relação, como amigos já adicionados e grupos de interesse semelhantes aos que o usuário já faz parte. No momento, o recurso só inclui links de dentro da rede social, mas rumores apontam para a tendência de estender a funcionalidade para outros sites.
agosto 18, 2010 No Comments
Informativo
Prezados usuários,
Informamos que a partir de agosto, as multas geradas no sistema da rede de bibliotecas deverão ser pagas no setor financeiro, que funciona de 8h às 21h30.
O usuário ao devolver o (s) livro (s) receberá o boleto com o valor a ser pago. Lembramos, que a multa gerada é por dia de atraso, exceto domingos e feriados, e por cada material bibliográfico.
Se o empréstimo for especial (item 3.1 VER REGULAMENTO) será cobrada uma multa por atraso de devolução no horário estipulado, mais a multa normal do dia, ou seja, haverá uma penalidade a mais por ser um documento liberado em caráter especial para devolução no mesmo dia. (Item 3.6 VER REGULAMENTO)
Para as bibliotecas das setoriais, as multas deverão ser pagas nas Secretarias.
Qualquer dúvida entre em contato através do e-mail:
sibiunigranrio@unigranrio.com.br
Ou através do telefone: 2672-7820.
Sem mais,
Equipe da Biblioteca.
julho 13, 2010 No Comments
3 mil livros para download no site da USP
A USP lançou um site que disponibiliza 3.000 livros para download. Ao entrar no www.brasiliana.usp.br o internauta encontra livros raros, documentos históricos, manuscritos e imagens que são parte do acervo da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, doada à universidade.
Há planos de aumentar o catálogo para 25 mil títulos e incluir primeiras edições de Machado de Assis e de Hans Staden.
julho 7, 2010 No Comments
Google lança serviço que transforma imagem em texto.
Recurso lançado junto ao Google Docs reconhece caracteres presentes em imagens e arquivos de PDF por meio da tecnologia OCR.
Nova funcionalidade disponibilizada pelo Google permite o reconhecimento de caracteres em imagens e arquivos em formato PDF. A tecnologia usada é conhecida como OCR, sigla que pode ser traduzida como reconhecimento óptico de caracteres. A ferramenta está atualmente disponível dentro do serviço de códigos do Google.
Para executar o reconhecimento é preciso efetuar o upload do arquivo PDF ou da imagem com o texto que se deseja recolher as informações. Depois disso, o próprio sistema faz seu trabalho automaticamente e cria um novo documento em texto no Google Docs com as palavras contidas nos arquivos que foram enviados.
As palavras que não foram identificadas pelo serviço são destacadas com marcação amarela para facilitar a correção. Alguns caracteres, no entanto, ainda escapam da ferramenta de destaque de erros.
Ao utilizar o novo serviço alguns detalhes podem ser perdidos, como formatação de texto e tabelas.
junho 22, 2010 No Comments





